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    Governo e Riachuelo lançam coleção “Um mergulho no Rio Grande do Norte”

    Criada para resgatar as raízes, exaltar a fauna, flora e também estimular as pessoas a conhecerem e visitarem o Rio Grande do Norte, o Governo do Estado, através da Secretaria de Turismo do RN e o e Empresa de Promoção Turística Potiguar (Emprotur), em parceria com a Riachuelo lança a collab “Um mergulho no Rio Grande do Norte”.

    Para desenvolver a coleção exclusiva, a varejista firmou uma parceria com a artista visual potiguar, Ariell Guerra, que brinca com escalas, formas e cores, criando cenários lúdicos, que retratam a fauna e flora do Rio Grande do Norte. Além do Morro do Careca, outros símbolos como o caju, fruta local muito popular, o bacurau, pássaro da região, as praias, cactos, e outras paisagens, estão presentes nas ilustrações da artista e criaram vida nas peças da coleção.

    “Essa proposta faz parte de um projeto de turismo criativo que consegue movimentar toda uma cadeia produtiva e econômica dentro do Rio Grande do Norte.  Além de ser uma ação pioneira, importante que posiciona o Rio Grande do Norte como esse destino incrível, vivo e cheio de potencial, ainda certamente será um incremento na economia do estado“, completa Bruno Reis, diretor-presidente da Emprotur.

    Ao todo a coleção possui 31 modelos e acessórios nas categorias adulto, juvenil e infantil, que incluem itens de moda verão como biquíni, maiô, pareô, kaftan, sunga, camisetas, vestido, saia, camisa, shorts e outras peças que irão contar com uma tag com QR code que levará os clientes para um site com conteúdo de turismo e curiosidades do Rio Grande do Norte (https://www.riachuelo.com.br/um-mergulho-no-rio-grande-do-norte). Além das estampas da artista Ariell guerra, camisetas com letterings de gírias locais como, Vixe, Massa, Eita, Pronto e Pode crer Boy, são algumas das apostas da coleção.

    A coleção, também conta com produtos mais sustentáveis produzidas em parceria com Berlan Têxtil. O biquíni e o maiô, foram desenvolvidos com fios de poliamida biodegradáveis Amni Soul Eco® da Rhodia, que se decompõem rapidamente em aterros sanitários, e também com o fio LYCRA® EcoMade que é produzido com material reciclado pré-consumo, e que literalmente recicla parte de sua matéria-prima.

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    Comissão de Finanças da CMN convoca secretário e analisa gastos com carnaval, merenda escolar e linhas de ônibus

    Os vereadores da Comissão de Finanças, Orçamento, Controle e Fiscalização da Câmara Municipal de Natal decidiram, em reunião nesta quarta-feira (15), convocar o secretário municipal de Cultura para explicar sobre o carnaval realizado pela Prefeitura neste ano com uma série de shows virtuais. Além disso, estão cobrando documentos à Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (STTU)  e à Secretaria Municipal de Educação (SME).

    “É a prerrogativa nossa poder acompanhar para colaborar com o poder Executivo e também dar satisfação à sociedade. Por isso, convocamos o secretário da Funcarte (Fundação Cultural Capitania das Artes)  e também solicitamos à STTU documento sobre a viabilidade econômica do novo plano das linhas de ônibus. Tivemos também um requerimento aprovado sobre o planejamento e custos da merenda escolar durante a pandemia”, declarou o vereador Raniere Barbosa (Avante), que preside a comissão.

    O vereador Anderson Lopes (SDD) explicou que a convocação do secretário partiu do conhecimento do valor gasto com o carnaval virtual. “A Prefeitura realizou, mesmo com a pandemia, o carnaval virtual e foram gastos cerca de R$ 1 milhão durante lives. Esse número chamou a nossa atenção e estamos solicitando a cópia desses contratos para entender como se deram essas contratações e o alcance do público para saber qual o custo por pessoa que assistiu as apresentações” disse o parlamentar.

    O novo planejamento de linhas de ônibus anunciado pela STTU foi outro ponto que chamou a atenção da comissão. O vereador Robério Paulino (PSOL) destacou que a Câmara aprovou a isenção do ISS (Imposto Sobre Serviços) para as empresas de ônibus retornarem com 100% da frota, mas que isso não aconteceu. “O Poder Público não conseguiu se impor para que cumprissem com o que a lei determinou. Agora, a STTU está reorganizando as linhas reduzindo trajetos e dizendo que terá mais ônibus, mas a pergunta é se essa nova regulamentação vai atender só o interesse das empresas ou estão pensando na população. Será que a população vai pagar duas passagens com essa redução dos trajetos, por exemplo?”, questionou ele.




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    Governo propõe salario mínimo de R$ 1.169, pagamento de precatórios e nada de reajuste para servidores em 2022

    O projeto da lei orçamentária de 2022, enviado hoje (31) ao Congresso Nacional, prevê salário mínimo de R$ 1.169 para o ano que vem.

    A Constituição determina a manutenção do poder de compra do salário mínimo. Tradicionalmente, a equipe econômica usa o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano corrente para corrigir o salário mínimo do Orçamento seguinte.

    Com a alta de itens básicos, como alimentos, combustíveis e energia, a previsão para o INPC em 2021 saltou de 4,3% para 6,2%. O valor do salário mínimo pode ficar ainda maior, caso a inflação supere a previsão até o fim do ano. 

    A projeção de crescimento do PIB passou de 2,5% para 2,51% em 2022. Já a previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), usado como índice oficial de inflação, foi mantida em 3,5% para o próximo ano.

    Para 2022, o governo estabeleceu para a meta fiscal um rombo de R$ 49,6 bilhões. O valor, menor do que os R$ 170,5 bilhões previstos em abril, é fruto de uma estimativa de aumento de arrecadação tributária do governo.

    Precatórios

    O Orçamento traz um valor total de R$ 89,1 bilhões para o pagamento de precatórios —dívidas do Executivo reconhecidas pela Justiça e sem possibilidade de recurso.

    O aperto nos gastos se deu nas chamadas despesas discricionárias. A conta de investimentos públicos, por exemplo, foi reduzida. Segundo o Ministério da Economia, essa despesa ficará em R$ 23,8 bilhões em 2022. Na proposta para o Orçamento de 2021, o patamar havia sido de R$ 28,7 bilhões.

    Na proposta, ficaram intocados os gastos obrigatórios, que incluem salários de servidores e pagamento de aposentadorias. Mas não há previsão de reajuste salarial.

    Para o programa Bolsa Família, foi previsto o valor de R$ 34,7 bilhões, patamar similar ao deste ano e que não contempla reforço nas ações sociais.