Últimas histórias

  • Sobre , ,

    Ministério da Saúde lança calendário digital de vacinação

    O Ministério da Saúde lançou um calendário digital para ajudar a manter o cronograma de vacinação em dia. A ferramenta, disponível para download, permite pesquisar todas as doses atualmente disponíveis no Programa Nacional de Imunizações (PNI), além de oferecer informações sobre doenças preveníveis, público-alvo, faixa etária e, dentro de cada público, os imunizantes recomendados.

    O objetivo da pasta é ampliar as coberturas vacinais em todo o país, priorizando a atualização da caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos.

    No site do calendário digital de vacinação também é possível encontrar painéis de monitoramento da vacinação contra a covid-19 e contra a influenza, além de um vacinômetro, com números atualizados da vacinação no Brasil.

    Atualmente, 48 imunobiológicos são distribuídos anualmente pelo PNI: 31 vacinas, 13 soros e quatro imunoglobulinas (anticorpos). Entre as vacinas, estão as indicadas no Calendário Nacional de Vacinação e também as indicadas para grupos em condições clínicas especiais, como pessoas com HIV ou indivíduos em tratamento de doenças, aplicadas nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais.

    Covid-19

    A partir de 2024, a dose contra a covid-19 passará a fazer parte do PNI. A recomendação do ministério é que estados e municípios priorizem crianças de 6 meses a menores de 5 anos e grupos com maior risco de desenvolver formas graves da doença: idosos; imunocomprometidos; gestantes e puérperas; trabalhadores da saúde; pessoas com comorbidades; indígenas, ribeirinhos e quilombolas; pessoas em instituições de longa permanência e trabalhadores; pessoas com deficiência permanente; pessoas privadas de liberdade; adolescentes e jovens cumprindo medidas socioeducativas; funcionários do sistema de privação de liberdade; e pessoas em situação de rua.

    Profissionais de saúde

    De acordo com o ministério, a página do calendário digital também conta com conteúdo voltado para profissionais de saúde, incluindo publicações técnicas, atividades de microplanejamento e portarias. “Dessa forma, as equipes de saúde terão subsídios para planejar ações e traçar estratégias com o objetivo de melhorar a vacinação da população”, destacou a pasta.

    Agência Brasil

  • Sobre

    Nobel da Medicina vai para pesquisadores que abriram caminho a vacinas contra a Covid-19

    A bioquímica húngara Katalin Kariko e o cientista americano Drew Weissmann são os ganhadores do Prêmio Nobel da Medicina de 2023, pelas suas descobertas na tecnologia do RNA mensageiro que abriram caminho à produção de vacinas contra a Covid-19. Os nomes foram anunciados esta segunda-feira (2) em Estocolmo, na Suécia, pelo secretário do Comitê de Medicina, Thomas Perlmann.

    Pela láurea, os dois cientistas vão receber 11 milhões de coroas suecas (cerca de R$ 5 milhões).

    “Quando o SARS-CoV-2 surgiu no final de 2019 e se espalhou rapidamente por todas as partes do mundo, poucos pensavam que as vacinas poderiam ser desenvolvidas a tempo de ajudar a conter a pandemia. No entanto, várias foram aprovadas em tempo recorde, com duas das vacinas mais rapidamente aprovadas e mais eficazes produzidas com a nova tecnologia de mRNA”, diz comunicado do comitê.

    Embora alvo de pesquisas há mais de 30 anos, a tecnologia de RNA mensageiro (RNAm) parecia ainda distante de se tornar realidade. Porém, com a pandemia e o investimento nunca antes visto na História das vacinas, vieram duas conquistas inéditas para a área: os primeiros imunizantes com a tecnologia inovadora a serem aprovados e aplicados em larga escala, e a produção de vacinas desenvolvidas em tempo recorde, em menos de um ano.

    As altas expectativas que envolvem o RNA mensageiro se dão por alguns fatores. O primeiro deles é a forma de atuação. Basicamente, trata-se de um código com instruções para que as células do corpo produzam determinada proteína. No caso das vacinas da Covid-19, em vez de o imunizante introduzir o vírus inativado ou uma parte dele para que o sistema imunológico produza as defesas, o RNAm utiliza o próprio organismo como “fábrica” da proteína S do coronavírus, que então é lida pelo corpo para produzir as células de defesa e anticorpos.

    Além do amplo potencial, as vacinas de mRNA demonstraram eficácia superior aos modelos convencionais e um potencial para fabricação com menor custo. Isso porque, pela plataforma ser sintética, e não envolver vírus vivos, não exige, por exemplo, um laboratório de biossegurança. Além disso, podem ser desenvolvidas e adaptadas de forma mais rápida, o que possibilitou que os imunizantes da Covid-19 tivessem os testes clínicos iniciados menos de seis meses após o Sars-CoV-2 ter sido descoberto na China, em 2019.

  • Sobre ,

    Natal amplia vacinação contra a Covid-19 com a bivalente Pfizer para o público a partir de 18 anos

    A Secretaria Municipal de Saúde de Natal ampliou nesta terça-feira (25), a vacinação de reforço  contra a Covid -19, com o imunizante Pfizer bivalente para o público a partir de 18 anos de idade.

    Para tomar a vacina de reforço, o usuário precisa ter concluído no mínimo o esquema básico D1 e D2, podendo ser aplicada quatro meses após a última dose. Para todos os reforços, o intervalo  permanece o mesmo de quatro meses da última dose. 

    A vacinação acontece nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de segunda-feira a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 15h. Já os pontos extras do Midway Mall, Via Direta e Partage Norte Shopping, de segunda-feira a sexta-feira, no horário das 13h às 20h e aos sábados, no horário das 15h às 20h. 

    As pessoas que receberem a dose de reforço da vacina bivalente Pfizer terão seu esquema vacinal encerrado. Assim como, os idosos e imunossuprimidos que já receberam a terceira dose de reforço (D5), também terão seus esquemas encerrados após a dose de  reforço com Pfizer bivalente.

    Os públicos já contemplados nas cinco fases que ainda não se vacinaram também podem ser imunizados, que são: idosos a partir de 60 anos; pessoas de Instituições de Longa Permanência (ILPs); Residência Inclusiva (RI); trabalhadores destas instituições; imunossuprimidos a partir de 12 anos; comunidades Ribeirinhas, Quilombolas e indígenas; gestantes, puérperas; trabalhadores da saúde; pessoas com deficiência permanente; população privada de liberdade a partir de 18 anos; funcionários do sistema prisional; e adolescentes cumprindo medidas socioeducativas (menores de 18 anos).

  • Sobre ,

    Campanha de vacinação bivalente contra a covid-19 começará no próximo dia 27 no RN

    Para fortalecer o combate à covid-19, o Rio Grande do Norte iniciará a vacinação bivalente no próximo dia 27. O imunizante utilizado será o da Pfizer, único aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A vacina conta com cepas atualizadas contra o coronavírus, incluindo a proteção contra a variante Ômicron.

    O estado recebeu 132.400 doses do imunizante e até o momento distribuiu 31.506. A meta é atingir a cobertura vacinal de 90% da população-alvo, estimada em 869.059 pessoas.

    Fases da vacinação e grupos prioritários

    Seguindo a recomendação do Ministério da Saúde, inicialmente a campanha contemplará pessoas com 70 anos ou mais, pessoas vivendo em instituições de longa permanência (ILPI) a partir de 12 anos, abrigados e os trabalhadores dessas instituições, imunocomprometidos, comunidades indígenas e quilombolas.

    Em sua segunda fase, a campanha imunizará pessoas de 60 a 69 anos de idade. Na terceira, gestantes em qualquer idade gestacional e puérperas (até 45 dias após o parto) de 12 anos ou mais. A quarta fase é direcionada a trabalhadores de saúde e a quinta contemplará pessoas com deficiência permanente a partir de 12 anos, população privada de liberdade a partir de 18 anos, adolescentes cumprindo medidas socioeducativas (menores de 18 anos), bem como funcionários do sistema de privação de liberdade.

    Esquema vacinal

    Para receber o imunizante bivalente, a pessoa precisa ter concluído, pelo menos, o esquema primário da vacinação contra covid-19, composto pelas duas primeiras doses ou dose única das vacinas monovalentes. O intervalo mínimo para ser vacinado com a bivalente é de 4 meses após a última dose monovalente recebida.

    Pessoas não vacinadas ou que receberam apenas uma dose da vacina devem iniciar ou completar o esquema primário com duas doses da vacina monovalente. Em seguida, a dose de reforço bivalente Pfizer deverá ser administrada com intervalo de 4 meses da última dose do esquema primário. Já as pessoas que completaram o esquema primário ou já receberam uma ou duas doses e reforço estão aptas a receber a dose de reforço bivalente, respeitando também o intervalo de 4 meses da última dose recebida.

    Coadministração de vacinas e contraindicações

    As vacinas contra covid-19 poderão ser administradas de maneira simultânea com as demais vacinas ou em qualquer intervalo na população de 6 meses de idade ou mais.

    As únicas contraindicações à vacina da covid-19 são hipersensibilidade ao seu princípio ativo ou a qualquer excipiente nela contido, bem como para as pessoas que já tiveram reações anafiláticas comprovadas a uma dose anterior da vacina.

  • Sobre

    Atitude Cooperação sedia “Conferência Livre dos Direitos da Criança e do Adolescente – Zona Oeste de Natal”

    É com o propósito de avaliar as políticas e ações de promoção, proteção, defesa e controle social dos direitos humanos da criança e do adolescente, seja a nível federal, estadual, municipal ou distrital, que são realizadas as “Conferências Livres dos Direitos da Criança e do Adolescente” por todo o país. Em Natal/RN, não é diferente e, no próximo mês, no dia 10 de março, às 13h30, é a Atitude Cooperação que vai sediar a edição Zona Oeste de Natal deste importante evento que valoriza a participação de crianças e adolescentes na efetivação dos seus direitos.

    O encontro da Zona Oeste da capital potiguar é realizada e organizada pela Atitude Cooperação, Lar Fabiano de Cristo, Opus Educativo, CREAS Oeste, CRAS Felipe Camarão, Adote, Coletivo A Gente, Oficina Social, Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos de Cidade Nova – SCFV e conta com o apoio da Frente Parlamentar Municipal dos Direitos das Crianças e dos Adolescentes. A temática trabalhada neste ano é a “Situação dos direitos humanos de crianças e adolescentes em tempo de pandemia da Covid-19: Violações e vulnerabilidades, ações necessárias para reparação e garantia de políticas de proteção integral com respeito à diversidade”.

    Entre os pilares desta conferência livre, estão: Promoção e garantia dos direitos humanos de crianças e adolescentes no contexto pandêmico e pós-pandêmico; Enfrentamento das violações e vulnerabilidades resultantes da pandemia de Covid-19; Ampliação e consolidação da participação de crianças e adolescentes nos espaços de discussão e deliberação de políticas públicas de promoção, proteção e defesa dos seus direitos durante e depois da pandemia; Participação da sociedade na deliberação, execução, gestão e controle social de políticas públicas de promoção e defesa do público-alvo considerando o cenário pandêmico e, garantia de recursos para as políticas públicas voltadas para crianças e adolescentes durante e após a pandemia. 

    Divididos pelas Zonas do município, este encontro do dia 10 de março é voltado para crianças, adolescentes e atores da rede de proteção à criança e ao adolescente da Zona Oeste de Natal. Para participar é simples, acesse este link https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSe-ayfjET8_aoGCYR35ia3SEyLsoFZro4gzLmeF1ylwk1t8ew/viewform e preencha o formulário. 

    As conferências livres já finalizadas e as que ainda serão realizadas em Natal, antecedem a Conferência Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente que será promovida pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente – COMDICA, marcada para os dias 12 e 13 de abril de 2023.

  • Sobre

    RN Acolhe já está realizando pagamento a crianças e adolescentes órfãos da Covid-19

    Crianças e adolescentes órfãos da Covid-19 no Rio Grande do Norte, por lei, têm direito a um benefício financeiro de R$ 500,00 mensais até completar a maioridade, uma proteção social garantida pelo governo Fátima Bezerra que instituiu o Programa RN Acolhe, em vigência desde maio de 2022.

    Qualquer pessoa responsável por crianças e adolescentes residentes no RN que ficaram órfãos em razão da Covid-19, podem se habilitar ao benefício financeiro.

    O Decreto nº 31.508, de 12 de maio de 2022, que regulamenta a Lei Estadual nº 11.047, de 4 de janeiro de 2022, do Programa RN Acolhe, determina o direito ao benefício em três situações:

    na orfandade bilateral, quando os pais biológicos ou por adoção faleceram, sendo pelo menos um deles em razão da Covid-19;
    na orfandade em família monoparental, quando a criança ou o adolescente em que os pais, biológicos ou por adoção, foram vítimas fatais da Covid-19;
    na orfandade da família extensa ou ampliada, quando o parente próximo, com os quais a criança ou adolescente convivia e mantinha vínculos de afinidade ou afetividade, foi vítima da doença causada pelo novo coronavírus.

    O RN Acolhe é um instrumento de amparo às crianças e aos adolescentes em situação de orfandade e atende aqueles/as com domicílio fixado no território do Rio Grande do Norte há pelo menos um ano antes das três condições de orfandade citadas acima, cuja renda familiar de origem não ultrapasse três salários mínimos.

    Familiares responsáveis por crianças e adolescentes órfãos por Covid19, gestores municipais da educação, da saúde, da assistência social, técnicos dos serviços socioassistenciais que atendem e acompanham estas crianças e adolescentes órfãos, podem procurar o CRAS mais próximo em seu município com documentação dos mesmos e também o atestado de óbito dos pais ou responsáveis para que os técnicos façam a verificação para habilitação ao benefício.

    Outra forma de fazer a solicitação do benefício é acessar o sistema do benefício, no link https://atendimento.rnacolhe.sethas.rn.gov.br/, também disponível no site www.sethas.rn.org.br.

    Ao acessar o link, o responsável pela criança ou adolescente terá diante de si a tela para efetuar o cadastro e obter uma senha de acesso ao sistema.

    Na tela inicial é necessário clicar em “Primeiro Acesso”, preencher os dados solicitados e clicar em “Cadastrar”. Com este cadastro e dispondo da senha de acesso o usuário poderá entrar no sistema para fazer a solicitação do benefício.

    As situações para ter acesso ao benefício, conforme já citado, são três: de orfandade bilateral, quando os pais biológicos ou por adoção faleceram, sendo pelo menos um deles em razão da Covid-19.

    HABILITAÇÃO

    Para ter direito ao benefício, a criança ou adolescente deverá ser cadastrada por responsável legal, por servidor do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), e deverá comprovar as situações de orfandade anteriormente citadas e constantes na Lei Estadual nº 11.047, de 4 de janeiro de 2022 e Decreto Estadual nº 31.508, de 12 de maio de 2022.

    A lei e o decreto podem ser acessados no site www.sethas.rn.org.br, respectivamente, nos seguintes links:

    http://adcon.rn.gov.br/ACERVO/SETHAS/DOC/DOC000000000297502.PDF;
    http://adcon.rn.gov.br/ACERVO/SETHAS/DOC/DOC000000000287871.PDF

    REQUISITOS:

    QUEM É considerado órfão em decorrência da Covid-19 pelo Decreto Estadual nº 31.508?

    I – quem está em situação de orfandade bilateral: condição social em que se encontra a criança ou o adolescente em que ambos os pais, biológicos ou por adoção, faleceram, sendo pelo menos um deles em razão da COVID-19;
    II – quem está em situação de orfandade oriundo de família monoparental: condição social que se encontra a criança ou o adolescente em que a família é formada por somente um dos pais, biológico ou por adoção, e este faleceu em razão da COVID-19;
    III – quem pertence a família extensa ou ampliada: é aquela condição social em que a criança ou adolescente convive, mantém vínculos de afinidade e afetividade e estava sob cuidados de parentes próximos e este veio a falecer por COVID19.

  • Sobre ,

    Comitê Científico emite novas recomendações para evitar aumento da covid-19 no RN

    A equipe da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) e o Comitê de Especialistas discutiram novas recomendações diante da apresentação das tendências e estratégias de controle da Covid-19 e do período sazonal da circulação de vírus respiratórios. A reunião ocorreu nessa segunda-feira (14), às 19h30 de forma remota.

    Devido à identificação de uma nova variante no país (BQ.1), do aumento de casos em alguns estados e focando na prevenção de aumento de casos no Rio Grande do Norte, as recomendações sugerem atenção para a vacinação em todas as idades, isolamento em casos positivos ou sintomáticos, ampliação da capacidade de vigilância genômica no estado, ampliação de horários e pontos de vacinação, para melhor acesso da população, destacar a importância da Testagem e notificação através da plataforma Notifica RN, entre outras.

    “Precisamos fazer este alerta para que caso exista aumento do número de casos no estado e internações, possamos estar preparados e principalmente precaver a população para que cada um faça a sua parte, principalmente com atenção às suas doses da vacinação contra a Covid-19”, disse Lyane Ramalho Secretaria adjunta da Sesap e membro do Comitê Cientifico.

    O RN hoje está com a taxa de ocupação de leitos em 37%, sem fila de espera e com casos diários entre 4 a 15 confirmados, sem óbitos. Quanto à vacinação, a porcentagem preocupa o Comitê. São 95% da população vacinada com a primeira dose (D1), 87% com a segunda dose (D2). 55% de vacinados com a primeira dose de reforço (D3) e apenas 21% com a segunda dose de reforço (D4). “Precisamos clamar a população para que vão aos postos de saúde. Só assim conseguiremos atravessar este vírus com maior controle e menos óbitos”, reflete Lyane Ramalho.

    Confira as recomendações:

    Fazem-se necessárias medidas para que o cenário epidemiológico não evolua para um quadro de piora:

    1) Iniciar a vacinação da D5 para idosos, em conjunto com a vacinação já disponível para pessoas imunocomprometidas, e a D4 entre aqueles que não vacinaram;

    2) Implementar canal de ouvidoria junto à Imunização da SUVIGE/CVS/SESAP para receber denúncias sobre a vacinação e salas de vacina;

    3) Ampliar o horário de vacinação e pontos de vacinação;

    4) Ampliar a capacidade de vigilância genômica no RN;

    5) Fazer tratativas com o Ministério da Saúde, em conjunto com o CONASS, para aquisição de vacinas de nova geração;

    6) Retomar o uso de máscaras faciais, como recomendação, de forma não obrigatória, em situações de ambientes fechados;

    7) Estimular que os profissionais de saúde e farmácias procedam à notificação dos casos;

    8) Os estabelecimentos de ensino da educação básica devem estimular pais e responsáveis a vacinar suas crianças e adolescentes e contribuir como local de vacinação de seus educandos, sobretudo com a retomada das atividades escolares das redes estadual e municipal;

    9) Realizar busca ativa da população que está atrasada em relação à segunda, terceira e quarta doses, ou que ainda não foi vacinada;

    10) Promover e estimular que as gestões municipais e os profissionais de saúde solicitem a testagem ampliada de todos os sintomáticos e testagem populacional estratificada, com a notificação dos casos;

    11) A Atenção Primária à Saúde dos municípios, em conjunto com os NUREVEs das URSAPs, devem proceder ao monitoramento e acompanhamento dos casos ainda ativos, promovendo o isolamento social;

    12) Reforçar a comunicação acerca de que todo paciente sintomático respiratório deve realizar o distanciamento social e usar a máscara.

    Foto: Freepik

  • Sobre , ,

    Mais de 69 milhões de brasileiros não tomaram 1ª dose de reforço contra covid-19

    Mais de 69 milhões de brasileiros ainda não voltaram aos postos para receber a primeira dose de reforço da vacina contra covid-19, segundo dados do Programa Nacional de Imunizações (PNI). De acordo com Ministério da Saúde, 32,8 milhões de pessoas poderiam ter recebido a segunda dose de reforço contra a doença, mas ainda não se vacinaram. Os imunizantes estão disponíveis em mais de 38 mil postos de vacinação em todo o país. 

    Segundo a pasta, estudos mostram que a estratégia de reforçar o calendário vacinal contra o novo coronavírus aumenta em mais de cinco vezes a proteção contra casos graves e óbitos pela covid-19.

    Doses de reforço

    A primeira dose de reforço é recomendada para pessoas com mais de 12 anos de idade e deve ser aplicada quatro meses depois da segunda dose ou dose única. No momento, a segunda dose de reforço é recomendada para a população acima de 40 anos de idade e trabalhadores da saúde, independentemente da idade.

    Imunizantes

    As vacinas recomendadas para as doses de reforço são dos fabricantes Pfizer, AstraZeneca ou Janssen, que podem ser utilizadas para pessoas com 18 anos de idade ou mais. Para os adolescentes entre 12 e 17 anos, preferencialmente deve ser utilizada a vacina Pfizer. Caso não esteja disponível, pode ser utilizada a vacina CoronaVac na dose de reforço.

    Para quem começou o esquema vacinal com a dose única da Janssen, a recomendação é diferente das demais, com três reforços para pessoas com idade igual ou maior que 40 anos e dois reforços para pessoas de 18 a 39 anos.

    O primeiro reforço é aplicado dois meses após o início do ciclo; e os outros devem obedecer ao intervalo de quatro meses. A orientação é que também sejam utilizadas as vacinas AstraZeneca, Pfizer ou a própria Janssen para as doses de reforço.

    Agência Brasil

    Foto: Ana Cadengue

  • Sobre ,

    Primeiros testes de vacina brasileira contra Covid-19 terão 432 voluntários

    Os testes clínicos da vacina SpiN-TEC contra covid-19, desenvolvida por pesquisadores do CT Vacinas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), vão começar com um grupo de 432 voluntários, segundo detalhes divulgados ontem (3), após a aprovação dos experimentos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).  

    Segundo a Fiocruz, os ensaios clínicos começam assim que a Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) revalidar a aprovação concedida anteriormente, o que é necessário para contemplar as recomendações apresentadas no parecer da Anvisa.

    Os testes clínicos, ou seja, os testes de uma vacina em humanos, incluem três fases antes de os desenvolvedores solicitarem o registro dos resultados às agências reguladoras. Na fase 1, é avaliada a segurança da vacina em um grupo pequeno de voluntários. Na fase 2, os pesquisadores aumentam o número de voluntários e testam também a resposta imunológica da vacina proposta. Por último, na fase 3, o número de voluntários é ainda maior, para que seja testada a eficácia da vacina na comparação com um grupo controle. 

    No caso dos testes da SpiN-TEC, os pesquisadores realizarão a fase 1 em 72 voluntários, para verificar possíveis efeitos colaterais da vacina, como dor de cabeça, dor local, febre, náusea, entre outros. Os voluntários serão observados durante um ano, mas a fase 2 poderá começar caso não haja problemas dentro de quatro a seis meses após o início da fase 1.  

    Na fase 2, o estudo contará com 360 voluntários. Além da segurança, os pesquisadores vão observar nessa etapa o nível de anticorpos gerados e a resposta dos linfócitos, estruturas que, juntas, poderão garantir a proteção do organismo contra o vírus SARS-CoV-2.

    Segundo a Fiocruz, nas duas etapas, os voluntários serão divididos em dois grupos: um com participantes com idade entre 18 e 54 anos, que passará pelos testes primeiro; e outro, com pessoas com idade entre 55 e 85 anos. Os cientistas querem entender se a faixa etária pode interferir na resposta imunológica e também na segurança da vacina.

    O lote clínico de vacinas que serão aplicadas nos 432 voluntários durante as fases 1 e 2 já está pronto. Segundo o pesquisador Ricardo Gazzinelli, coordenador do projeto, depois do desenvolvimento do processo de produção do ingrediente farmacêutico ativo (IFA) no CT-Vacinas (Fiocruz/UFMG), o insumo foi transferido para a Universidade de Nebraska, nos Estados Unidos, onde ocorreu a fabricação do lote. O envase, por sua vez, foi realizado no Complexo Industrial Farmacêutico Cristália, em São Paulo.

    Além de se provar eficaz, a SpiN-TEC precisará igualar ou superar a eficácia das vacinas já existentes no mercado, para que sua aprovação seja concedida, uma vez que a maioria da população já está imunizada e a vacina será usada como dose de reforço. 

    Caso seja aprovada nas primeiras duas fases, o imunizante ainda passará pela fase 3 de testes que deve envolver cerca de 4 mil voluntários, e a produção das vacinas que serão utilizadas contará com uma parceria que já foi firmada com a Fundação Ezequiel Dias (Funed), laboratório central do estado de Minas Gerais, para a fabricação do IFA. O envase deve ser feito por uma empresa brasileira do setor privado que já manifestou interesse na comercialização da SpiN-TEC em caso de confirmação de sua segurança e eficácia, segundo a Fiocruz.  

    Os testes laboratoriais realizados, até o momento, mostram que a vacina confere proteção contra o agravamento de casos de covid-19 sem causar efeitos colaterais relevantes em camundongos e primatas não humanos. 

    Nova tecnologia

    A vacina SpiN-TEC tem tecnologia diferente das quatro vacinas contra covid-19 usadas até agora no Brasil: CoronaVac, AstraZeneca/Fiocruz, Pfizer e Janssen. Ela usa a fusão de duas proteínas do SARS-CoV-2, S e N, para formar uma proteína “quimera”. Segundo os desenvolvedores, essa associação confere à SpiN-TEC um diferencial em relação aos demais imunizantes, que miram apenas a proteína S, por ser aquela que o vírus utiliza para invadir as células humanas.

    O problema de atacar apenas a proteína S é que ela também é a que mais acumulou mutações ao longo da evolução do novo coronavírus, o que deu às novas variantes mais eficiência contra os anticorpos neutralizantes. A proteína N, por outro lado, é menos sujeita às mutações que geraram novas variantes.

    Além da segurança da vacina, o estudo em humanos quer provar que, por conter a quimera com as duas proteínas, a SpiN-TEC poderá oferecer proteção contra o coronavírus e suas variantes, sem dar a elas maior chance de escape.

    Agência Brasil

    Foto: UFMG

  • Sobre ,

    Covid e Influenza: Mossoró inicia vacinação nas escolas a partir de 1º de agosto

    A partir do dia 1º de agosto, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e a Secretaria Municipal de Educação (SME) de Mossoró promoverão a ação “Mossoró Vacina nas Escolas”. O intuito das pastas municipais é facilitar o acesso da população à vacinação contra diversas doenças, principalmente Covid-19 e Influenza.

    Nos próximos dias, as duas secretarias divulgarão o cronograma de vacinação do novo projeto. “Cada UBS (Unidade Básica de Saúde) ficará responsável pelas escolas do bairro. Estamos trabalhando na montagem do cronograma e divulgaremos nos próximos dias”, explicou a secretária de Saúde de Mossoró, Morgana Dantas.

    Titular da SME, Hubeônia Alencar destacou a parceria das duas secretarias para iniciar esse novo projeto. “A partir do dia 1º de agosto estaremos nas escolas com essa ação pela vida. A Educação e a Saúde juntas trabalhando na vacinação, inclusive a vacinação contra a Covid-19”, disse.

    “Queremos facilitar o acesso para que pais ou responsáveis levem o cartão de vacina com documento oficial para a gente melhorar a cobertura vacinal do nosso município”, ressaltou Etevaldo Lima, coordenador de Imunizações da Secretaria de Saúde do município.

    Mossoró iniciou no último final de semana a vacinação contra a Covid-19 para crianças de 3 e 4 anos. O município já imuniza as crianças na faixa etária de 5 a 11 anos desde o início deste ano.

  • Sobre ,

    Natal inicia vacinação contra a Covid para crianças de 3 a 5 anos

    A Secretaria Municipal de Saúde de Natal (SMS/Natal) iniciou nesta terça-feira (19), a aplicação da vacina contra a Covid-19 para crianças de 3 a 5 anos, com o imunobiológico Coronavac. O esquema vacinal será composto por duas doses para esse público, sendo a D2 ministrada com 28 dias de intervalo. 

    O imunizante estará disponível em todas as unidades básicas de saúde do município e nas salas de vacinação dos pontos extras. É necessário que os responsáveis levem cartão de vacina e documento com foto.

    Para o primeiro reforço (D3) é necessário aguardar quatro meses da aplicação da segunda dose, para as pessoas de qualquer faixa etária. A segunda dose de reforço (D4) é disponibilizada para qualquer pessoa a partir dos 30 anos, profissionais da saúde ou imunossuprimidos a partir dos 12 anos, sempre com o mesmo intervalo de quatro meses da aplicação anterior.

  • Sobre

    Unidade de Vacina do Sesc estaciona no Alecrim até o dia 31 de agosto

    Nesta segunda-feira, 18 de julho, a unidade Móvel Sesc Vacina estaciona na Praça Gentil Ferreira, no Alecrim, em Natal, para oferecer vacinação gratuita contra a Covid-19. O serviço estará disponível até o dia 31 de agosto, e faz parte do conjunto de ações desenvolvidas pelo Sistema Fecomércio, em comemoração à Semana do Comércio 2022.

    A equipe do Sesc RN, composta por enfermeiro, técnico de enfermagem e atendente, atuará de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, com capacidade para aplicar até 150 doses de vacina por dia. A unidade atua na aplicação da 1ª e 2ª doses e reforços do medicamento, independentemente da localidade onde o cidadão resida, desde que seja maior de 12 anos. Para o cadastro é necessário levar o RG e o cartão de vacina.

    Este será o terceiro ponto de imunização da unidade Móvel Sesc Vacina, que começou sua atuação na primeira semana de abril, aplicando um total de 3.619 vacinas, na capital. A escolha do local acontece em parceria com a Secretaria Municipal de Natal (SMS), que acompanha de perto o avanço da vacinação nos bairros da capital.

    Pensando em contribuir mais uma vez com ações parceiras com o poder público, o Sistema Fecomércio, por meio do Sesc RN, implantou a unidade Móvel de Vacinas, com o objetivo de levar o imunizante ao maior número de pessoas e aéreas carentes.

    Até o primeiro semestre de 2022, o aplicativo Mais Vacina RN registrava que 16,8% da população natalense ainda não tinha tomada a segunda da vacina contra a Covid-19, considerando uma população de 890.480 pessoas. No mesmo período, foi detectado que 252 mil potiguares não tinham tomado a segunda dose do imunizante no estado.

    Serviço:

    O que? Unidade móvel Sesc Vacinas no Alecrim.

    Onde? Praça Gentil Ferreira.

    Quando? 18 de julho a 31 de agosto de 2022.

    Atendimento ao público? Segunda-feira às sextas-feiras, das 9h às 17h.

    *Crianças a partir de 12 anos.

Carregar...
Congratulations. You've reached the end of the internet.