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    Abertas inscrições para o Concurso Internacional de Canto Linus Lerner

    O Concurso Internacional de Canto Linus Lerner, em parceria com a Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte – OSRN, através do projeto Movimento Sinfônico 2021, promove a Edição Brasil e está com inscrições abertas através do site www.osrn.com.br até às 18h do dia 10 de dezembro. Realizado integralmente em meio virtual, o anúncio do resultado acontece no dia 23 de dezembro nas redes sociais da OSRN (@rnsinfonica).

    Criado para apoiar e incentivar talentos brasileiros, entre 18 a 35 anos, nascidos ou naturalizados no Brasil, residentes ou não no país, os prêmios se dividem nas categorias: Juri Oficial, Menção Honrosa, Incentivo Artístico, Revelação Juvenil e Voto Popular. No total, são 26,5 mil reais distribuídos entre 14 prêmios aos vencedores das categorias em destaque.

    O evento ocorre pela segunda vez no país e tem enorme contribuição para a ópera nacional. A Edição Brasil é um desdobramento do 6º Concurso Internacional de Canto Linus Lerner realizado pelo Festival de Ópera de Sín Limites (México) em parceria com Southern Arizona Symphony Orchestra (SASO). As edições anteriores do concurso receberam mais de 630 inscrições oriundas de 24 países e premiou cantoras e cantores que lograram carreiras internacionais.

    O maestro, Linus Lerner, é um incentivador da ópera, e efetua há anos um trabalho em prol do desenvolvimento de cantoras e cantores líricos em países distintos, principalmente no México, por meio do concurso de canto e programas de classes e masterclasses. Por essa trajetória, o concurso recebe o nome Linus Lerner, que também garante a participação ativa de diversos patrocinadores advindos, na maioria, da SASO e de artistas de vários países que creditam expectativas positivas na capacidade filantrópica e no seu desempenho como maestro e diretor artístico.

    A Comissão Avaliadora é formada por profissionais da área, como cantores e pianistas com carreiras internacionais reconhecidas, críticos, diretores de cena, diretores de revistas especializadas e empresários artísticos da Alemanha, Argentina, Brasil, Colômbia, Espanha, Estados Unidos, Itália, México, Panamá e Uruguai.

    A Edição Brasil conta com o apoio financeiro da SASO, contribuições de profissionais e instituições da área artística mundial e do projeto Movimento Sinfônico da OSRN – esse, realizado através da Lei Câmara Cascudo com patrocínio do Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Instituto Neoenergia e Cosern, e da Lei Djalma Maranhão com patrocínio da Prefeitura do Natal e Unimed Natal.

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    Alta de casos em todo o mundo mostra que a pandemia de covid-19 não acabou

    Para quem pensa que a pandemia já acabou, as notícias que chegam de todos os lugares mostram que não é bem assim.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde – OMS, 21 os países da Europa registraram média de mortes superior à média que registravam no início de outubro.

    Na Holanda, as medidas de prevenção contra o coronavírus voltaram porque as infecções e internações hospitalares estão aumentando.  As políticas são as mesmas que você já conhece, como a exigência do uso de máscaras, as regras de distanciamento de 1,5 metro e o passaporte de saúde. Quem pode, trabalha de casa.

    No Brasil, a situação também volta a acender o sinal de alerta. Nessa terça-feira, 02, o Rio Grande do Norte voltou a ultrapassar os 50% de ocupação dos leitos críticos para a Covid. Essa taxa não era atingida desde o dia 22 de julho – há mais de três meses.

    Então, complete sua cobertura vacinal com a quantidade de doses que forem necessárias, use máscara, higienize as mãos e evite aglomerações. A saúde de todos agradece.

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    Facebook anuncia mudança de nome corporativo para Meta

    O Facebook anunciou nesta quinta-feira (28) que mudará a marca para Meta, uma mudança de nome que ocorre enquanto a empresa enfrenta críticas de legisladores e reguladores sobre seu poder de mercado, suas decisões algorítmicas e o policiamento de abusos em suas plataformas.

    O presidente-executivo da companhia, Mark Zuckerberg, falando na conferência de realidade aumentada e virtual transmitida ao vivo da empresa, disse que o novo nome reflete seu foco na construção do metaverso.

    “No momento, nossa marca está tão intimamente ligada a um produto que não pode representar tudo o que estamos fazendo hoje, muito menos no futuro”, disse.

    A gigante da tecnologia disse que a mudança reunirá seus diferentes aplicativos e tecnologias sob uma nova marca. Informou que não mudaria sua estrutura corporativa.

    O metaverso, um termo cunhado pela primeira vez em um romance distópico três décadas atrás e agora ocupando os holofotes no Vale do Silício, refere-se amplamente à ideia de um ambiente virtual compartilhado que pode ser acessado por pessoas usando dispositivos diferentes.

    A empresa revelou uma nova placa em sua sede em Menlo Park, Califórnia, na quinta-feira, substituindo seu logotipo Like com o polegar para cima por uma forma azul infinita.

    Fonte: Agência Brasil

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    Vacina de reforço tem eficácia de 95,6%, diz Pfizer-BioNTech

    Uma dose de reforço da vacina contra a covid-19 desenvolvida pelo consórcio Pfizer/BioNTech é eficaz em 95,6% dos casos sintomáticos da doença, mostra estudo feito pelos dois laboratórios e publicado hoje (21).

    O ensaio clínico de fase 3, realizado em “10 mil pessoas com mais de 16 anos”, demonstra “eficácia de 95,6%” e um “perfil de segurança favorável”, de acordo com comunicado.

    “São os primeiros resultados de eficácia de um ensaio amplo para testar o reforço da vacina contra a covid-19”, disseram as duas empresas.

    O estudo foi feito no período em que a variante Delta se tornou a principal a circular.

    “Esses resultados demonstram, mais uma vez, a utilidade dos reforços para proteger a população contra a doença”, afirmou Albert Bourla, diretor-geral da Pfizer, citado no comunicado.

    A idade dos participantes ficou em torno dos 53 anos.

    Os resultados serão submetidos às autoridades de regulação “logo que seja possível”, acrescentaram as fontes.

    Vários países já autorizaram a administração de uma dose de reforço contra o novo coronavírus para estimular a imunidade das pessoas vacinadas, que costuma baixar ao fim de vários meses, conforme estudos.

    Nos Estados Unidos, os peritos da Agência de Medicamentos (FDA, na sigla em inglês) defenderam, no final de setembro, uma terceira dose da Pfizer/Biontech para determinadas populações de risco, como os maiores de 65 anos.

    Na Europa, a Agência dos Medicamentos (EMA) aprovou, no início do mês, de forma mais ampla, o princípio de uma terceira dose da Pfizer/Biontech para os maiores de 18 anos, deixando aos estados a escolha mais precisa sobre as populações elegíveis.

    Outros governos estão indo mais longe: em Israel, a terceira dose está disponível a partir dos 12 anos de idade, cinco meses após a vacinação.

    O tema da terceira dose reacendeu, entretanto, a questão das desigualdades entre países ricos e pobres, quando o acesso à primeira dose da vacina continua muito limitado em algumas regiões do mundo, especialmente na África.

    Fonte: Agência Brasil

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    Programa da OMS vai comprar vacinas, testes e tratamentos contra a covid-19

    Programa liderado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) vai permitir que os países mais pobres tenham acesso justo a vacinas, testes e tratamentos contra a covid-19. O objetivo é garantir medicamentos antivirais para pacientes com sintomas leves por US$ 10.

    Segundo a Reuters, que teve acesso a um rascunho do documento, é provável que o comprimido experimental Molnupiravir, da Merck &Co, seja um dos medicamentos usados. Outros medicamentos também estão sendo desenvolvidos para tratar doentes com sintomas leves. 

    O documento, que traça as metas do Acelerador de Ferramentas de Acesso à Covid-19 (ACT-A) até setembro de 2022, revela que o programa quer entregar cerca de 1 bilhão de testes de covid-19 às nações mais pobres e adquirir medicamentos para tratar até 120 milhões de pessoas em todo o mundo, de cerca de 200 milhões de novos casos estimados nos próximos 12 meses.

    Os planos revelam a forma como a OMS quer reforçar o financiamento de medicamentos e testes a um preço relativamente baixo, depois de perder a corrida das vacinas para os países mais ricos, que ficaram com grande parte dos suprimentos mundiais, deixando os países mais pobres com um número muito reduzido de vacinas.

    O documento também será enviado aos líderes mundiais antes de ser debatido numa reunião do G20, no final deste mês. A  ACT-A pede ao G20 financiamento adicional de US$ 522,8 bilhões,e a outros doadores financiamento adicional de US$ 22,8 bilhões até setembro de 2022, que será necessário para comprar e distribuir vacinas, medicamentos e testes para os países mais pobres, de forma a reduzir a diferença em relação aos países mais ricos.

    Os doadores já prometeram US$ 15,5 bilhões para o programa.

    A verba arrecadada seria inicialmente usada para “apoiar a aquisição de 28 milhões de comprimidos para tratamento de pacientes com sintomas ligeiros e moderados nos próximos 12 meses, dependendo da disponibilidade do produto e orientação clínica”.

    A ACT-A pretende também abordar as necessidades médicas de oxigênio essencial para 6 milhões a 8 milhões de doentes graves e críticos até setembro de 2022.

    O programa prevê também forte investimento em testes de diagnóstico da covid-19, para duplicar o número realizado em países mais pobres. Dos US$ 22,8 bilhões que a ACT-A espera arrecadar nos próximos 12 meses, cerca de um terço, a maior parcela, será gasta em diagnóstico.

    O reforço da testagem também poderá ajudar a detectar possíveis novas variantes, que tendem a  se propagar quando as infeções alastram e, portanto, são mais prováveis em países com baixas taxas de vacinação. Isso significa entregar, nos próximos 12 meses, cerca de 101 vezes mais do que a ACT-A comprou até agora.

    O programa ainda visa a vacinar pelo menos 70% da população elegível em todos os países até meados do próximo ano, em linha com as metas da OMS.

    Fonte: Agência Brasil

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    Jornalistas ganham Nobel da Paz por defesa da liberdade de expressão

    Coisa boa é acordar com notícia boa.

    “O jornalismo gratuito, independente e baseado em fatos serve para proteger contra o abuso de poder, mentiras e propaganda de guerra. O comitê norueguês do Nobel está convencido de que a liberdade de expressão e a liberdade de informação ajudam a garantir um público informado”.  Dessa forma, a Academia Real das Ciências da Suécia anunciou nesta sexta-feira, 08, os nomes dos jornalistas Maria Ressa, das Filipinas, e Dmitry Muratov, da Rússia, como ganhadores do prêmio Nobel da Paz de 2021 por seus esforços para defender a liberdade de expressão.

    A academia afirmou que Ressa e Muratov receberam o Nobel da Paz “pela corajosa luta” nas Filipinas e na Rússia e que a liberdade de expressão “é uma pré-condição para a democracia e para uma paz duradoura”.

    “[Os laureados] são representantes de todos os jornalistas que defendem este ideal em um mundo em que a democracia e a liberdade de imprensa enfrentam condições cada vez mais adversas”, afirmou Berit Reiss-Anderson, presidente do conselho do Nobel.

    A academia sueca disse também que “esses direitos são pré-requisitos essenciais para a democracia e protegem contra guerras e conflitos” e que o prêmio para os jornalistas “visa salientar a importância de proteger e defender esses direitos fundamentais [as liberdades de expressão e informação]”.

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    Mercado mundial de vinho tem recorde histórico em 2021

    Relatório do Observatorio Español del Mercado del Vino mostra recorde mundial histórico no setor em 2021.

    Segundo os dados, o valor total comercializado entre junho de 2020 e junho de 2021 foi de 32,56 bilhões de euros — superando o recorde anterior, atingido entre os meses de janeiro de 2019 e 2020.

    Com isso, o comércio já superou os níveis de antes pandemia, quando a venda da bebida teve queda de 2 bilhões de euros.

    A expectativa, além disso, é que o mercado mantenha o viés de crescimento.  No Brasil, é esperado que o consumo de vinho cresça 7% ao ano e que em 2025 sejam consumidos por aqui cerca de 645 milhões de litros. Tim-tim!

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    Conselho Nacional de Saúde denuncia governo brasileiro na ONU por violação dos Direitos Humanos

    O Conselho Nacional de Saúde (CNS) apresentou, nessa quinta (30/09), denúncia internacional de violações de direitos humanos causada pelo governo brasileiro, sob comando do presidente da República, Jair Bolsonaro, no contexto da pandemia da Covid-19. O documento foi apresentado durante a 48º Sessão Ordinária do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas (ONU), onde a Mesa Diretora e o presidente do CNS, Fernando Pigatto, participaram de forma remota.

    O documento-denúncia apresentado traz uma análise das autoridades sanitárias e identifica múltiplas violações dos direitos à saúde e à vida de milhões de brasileiros. A omissão do Estado na condução do enfrentamento à pandemia resultou em uma mortalidade de 4 a 5 vezes maior do que a média mundial, o que significa que quatro a cada cinco mortes poderiam ter sido evitadas se o país estivesse na média mundial em termos de combate à doença.

    Conforme consta na denúncia, “existem evidências que o governo federal tinha à sua disposição as informações e os recursos necessários para adotar uma postura de governança antecipatória e tomar todas as medidas para conter ao máximo a expansão da pandemia ao nível mais baixo possível, contendo a mortalidade. Ao contrário do esperado, o governo federal, sob a liderança explícita do presidente da República, não só ignorou a evidência gerada pelo que vinha ocorrendo em outros países, não adotando as medidas necessárias, bem como passou a questionar, contestar e criticar publicamente as informações produzidas pela comunidade científica nacional e internacional, endossadas pela OMS”.

    Ao mesmo tempo que o presidente da República desenvolveu uma campanha de desinformação, promoveu o uso de medicações não eficazes como principal forma de enfrentar a Covid-19 no Brasil, o que ocasionou inúmeros de óbitos.

    “Isso tem ficado cada vez mais evidente como uma ação orquestrada com instituições do ramo da saúde privada no nosso país, com orientação do presidente da República. Além disso, a CPI da Pandemia tem revelado grandes negociatas em adquirir vacina, enquanto o povo brasileiro ia a óbito. O CNS tem atuado para cobrar medidas adequadas e protetivas, tendo que enfrentar um governo negacionista, necrófilo e genocida”, afirma Pigatto.

    A diretora da Federação Internacional dos Direitos Humanos (FIDH), Jimena Reyes, apontou análises jurídicas que responsabilizam o estado brasileiro na condução do enfrentamento à pandemia, conforme normas internacionais de direitos humanos. “Conforme pacto internacional de direitos civis e políticos o direito à vida é inerente à pessoa humana, é protegido pela lei e nada pode ser privado na vida arbitrariamente. É dever dos Estados protegerem a vida e tomarem medidas adequadas para isso”, aponta.

    O documento foi construído em parceria com o Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH) e a Articulação para o Monitoramento de Direitos Humanos no Brasil (AMDH), que reúne Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH), Processo de Articulação e Diálogo (PAD), Fórum Ecumênico Act Brasil (FeAct), organizações parceiras de Misereor no Brasil e o Fórum Nacional de Defesa do Direito Humano à Saúde.