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    Pianista potiguar vence categoria principal do Concurso Edna Bassetti Habith

    A etapa final de um dos concursos de piano mais tradicionais do país conheceu seus vencedores no último final de semana em Curitiba. A competição reuniu 39 jovens pianistas de doze estados brasileiros. O processo de seleção da 14ª edição do Concurso de Piano Professora Edna Bassetti Habith contou com a participação de mais de sessenta estudantes do Brasil e de países da América Latina. Sob a avaliação dos jurados Roberto Domingos, Danieli Longo e Jeferson Ulbrich, candidatos divididos nas categorias 07 a 10 anos, 11 a 14 anos, 15 a 18 anos e 19 a 27 anos se apresentaram na Capela Santa Maria.

    Na categoria principal, de 19 a 27 anos, o vencedor foi Mateus Naamã Bezerra Duarte, 19 anos. Em sua audição, o potiguar de Parnamirim tocou obras de Johann Sebastian Bach, Wolfgang Amadeus Mozart, Frédéric Chopin e do compositor brasileiro, homenageado nesta edição, Edino Krieger. Além do prêmio em dinheiro no valor de R$4 mil, Mateus Naamã Bezerra Duarte ganhou uma bolsa de estudos na Universidade de Música de Karlsruhe, na Alemanha.

    Na categoria 07 a 10 o vencedor foi Bento Camelo Lima Barros, de Maceió (AL), na faixa de 11 a 14 anos o primeiro lugar ficou com o curitibano Inácio Wildt e Patrícia Naomi Prestes Yamazaki, de Porto Velho (RO) venceu a categoria de 15 a 18 anos. Confira abaixo a relação completa dos premiados na 14ª edição do Concurso de Piano Professora Edna Bassetti Habith.

    Sobre Edna Bassetti Habith (1948-2002) – Foi professora de piano e órgão, durante 28 anos, na Escola de Música e Belas Artes do Paraná (EMBAP), dedicando seu talento à missão de ensinar. Natural de Curitiba, era filha do casal Waldemiro-Almelinda Bassetti. Estudou no Colégio Nossa Senhora de Lourdes (Cajuru) onde concluiu o curso de Normalista em 1967. Em paralelo, recebeu as primeiras lições de piano com a Professora Glacy Gotardello e ingressou no curso fundamental da Escola de Música e Belas Artes do Paraná (1959), concluindo o mesmo como aluna da classe da professora Ingrid Seraphim. 

    Realização, apoios e patrocínio – Com apoio do Instituto Curitiba de Arte e Cultura (ICAC),  Habith-se, escolas de música Duettom e Paideia, Embap, Unespar e Hotéis Mabu, o concurso é uma realização da Unicultura e Trento Edições. O projeto foi viabilizado pelo Programa de Apoio e Incentivo à Cultura da Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba com patrocínio da Unimed Curitiba, Instituto Unimed Curitiba, Unimed Laboratório, Timber e Rodoparana.

    Pianistas premiados na 14ª edição do Concurso de Piano Professora Edna Bassetti Habith

    Categoria 7 a 10 anos

    1° lugar: Bento Camelo Lima Barros

    2° lugar: Joaquim Eleoterio Buschinelli

    3° lugar: Gustavo G. D. Zamboni

    Menção Honrosa: Gustavo Moniz Gerniski Madruga

    Melhor intérprete de obra de Compositor Homenageado, Edino Krieger: Bento Camelo Lima Barros

    Categoria 11 a 14 anos

    1° lugar: Inácio Wildt

    2° lugar: Gabriel de Faria Beck

    3° lugar: Mateus Schlickmann Philippi

    Menção Honrosa: Lucas Dias Canha

    Prêmio Revelação: Gabriel Motta Dabrowa Kostecki Nunes

    Melhor intérprete de obra de Compositor Homenageado, Edino Krieger: Inácio Wildt

    Prêmio Leilah Paiva – Melhor intérprete de música brasileira: Gabriel de Faria Beck

    Categoria 15 a 18 anos

    1° lugar: Patrícia Naomi Prestes Yamazaki

    2° lugar: Paulo Arnaldo Colturato Duarte

    3° lugar: Arthur Dante

    Menção Honrosa: Mauricio Sebastián Otárola Tasaico Adrianzén

    Prêmio Revelação: Gregório Espíndola da Silva

    Prêmio Leilah Paiva – Melhor intérprete de música brasileira: Lorenzo Rambo dos Santos

    Melhor intérprete de Bach: Théo Siqueira de Proença Singh

    Melhor intérprete de obra de Compositor Homenageado, Edino Krieger: Patrícia Naomi Prestes Yamazaki

    Categoria 19 a 27 anos

    1° lugar: Mateus Naamã Bezerra Duarte

    2° lugar: Mateus Restani Furtado

    3° lugar: Giovanna Beatriz Sanches Costa

    Menção Honrosa: Daniel Fernandes Carvalho Rocha e Diogo Nunes Ferreira

    Prêmio Leilah Paiva – Melhor intérprete de música brasileira: Jennifer Alexandra Gomes Rodrigues Pereira

    Melhor intérprete de obra de Compositor Homenageado, Edino Krieger: Mateus Naamã Bezerra Duarte

    Melhor intérprete de Sonata Clássica: Mateus Naamã Bezerra Duarte

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    Concerto celebra 50 anos de relações diplomáticas entre a China e o Brasil

    Nesta segunda-feira, dia 03 de junho, às 19h30, no Teatro Alberto Maranhão, acontece um concerto especial, com a Filarmônica UFRN apresentando obras chinesas e nordestinas. Promovido pelo Consulado-Geral da República Popular de China em Recife, com o apoio do governo do Rio Grande do Norte, o concerto faz parte das celebrações realizadas na China e no Brasil para celebrar os 50 anos do estabelecimento das relações diplomáticas entre os países. O público terá a grande oportunidade de assistir o espetáculo com entrada gratuita.

    Sob a regência do maestro André Muniz, a Filarmônica UFRN interpretará músicas chinesas como “Boas Novas de Pequim chegam aos Vilarejos”, “Dança do Povo Yao”, “Abertura do Festival da Primavera”, “Flor de Jasmim”, “Diálogo de Flores” e “Eu te amo, China”, esta última com a participação do tenor Kaio Morais. O concerto também apresentará obras nordestinas como “Gonzaguiana” e “Suíte Nordestina”, realçando dessa forma o diálogo entre as duas culturas por meio de uma troca de elementos folclóricos e tradicionais.

    Na opinião do maestro André Muniz, o concerto será uma grande oportunidade das pessoas descobrirem novas sonoridades. “As salas de concerto no Brasil, elas durante séculos, elas desenvolveram uma tendência a um eurocentrismo. As pessoas em algum momento já escutaram notas musicais de Beethoven, já ouviram falar da Nona Sinfonia de Beethoven, em algum momento elas escutaram mesmo uma propaganda, a Primavera de Vivaldi, escutaram a genialidade de Mozart…Estamos precisando conhecer novas realidades, novas sonoridades, e nesse concerto vai ser uma grande oportunidade. A cultura oriental, com sua sonoridade, uma orquestração muito rebuscada, muito brilhante em alguns momentos”, explica. 

    A China e o Brasil estabeleceram relações diplomáticas no dia 15 de agosto de 1974. Desde então, as relações bilaterais vêm crescendo em inúmeros aspectos econômicos, sociais, educacionais e culturais. O impacto da China ao estado do Rio Grande do Norte também tem sido de grande relevância. Em uma reunião recente com professores da Escola de Música, o Secretário Sílvio Torquato Fernandes, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SEDEC), ressaltou a importância dos investimentos de empresas chinesas para o desenvolvimento econômico de nosso Estado.

    Serviço:

    Onde: Teatro Alberto Maranhão

    Quando: Segunda-feira – 03 de junho, às 19h30

    Quem: Filarmônica UFRN e Maestro André Muniz

    Porquê: Celebração dos 50 anos do estabelecimento das relações diplomáticas entre a China e o Brasil

    Quanto: Retirada gratuita do ingresso uma hora antes na bilheteria do TAM

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    Filarmônica UFRN realiza II Concerto Oficial da Temporada 2024 neste sábado (06)

    A Filarmônica UFRN apresenta o II Concerto Oficial “Canções da minha terra” neste sábado (06), pela Temporada 2024. Com entrada gratuita, o espetáculo acontece em duas sessões, às 18h e às 20h, no Auditório Onofre Lopes (Escola de Música da UFRN). Para garantir acesso é necessário fazer a retirada dos ingressos uma hora antes de cada sessão.

    O concerto tem regência do maestro André Muniz, diretor artístico e regente da Filarmônica da UFRN. Doutor em Música pela Universidade de Montreal/Canadá na área de Regência Orquestral sob a orientação de Jean François Rivest, Muniz também estudou regência coral no Conservatório de Genebra sob a orientação de Michel Corboz. Como regente da Filarmônica, recebeu o Prêmio de Melhor Concerto na temporada 2019-2020 na XVI Edição do Troféu Cultura Potiguar e foi agraciado com o Título Honorífico de Cidadão Natalense em 2021 em reconhecimento ao conjunto de suas atividades educacionais e artísticas. “O concerto Canções da minha terra vai apresentar duas obras de compositores vivos e residentes em Natal, com um contraponto tendo uma obra que exalta as belezas e o transcurso do Rio Moldávia, na República Checa”, afirma o maestro André Muniz.

    Dividindo a noite, a Filarmônica também tem a honra de receber o solista (Trompa) Radegundis Feitosa que tem atuado principalmente como solista e camerista em eventos de destaque na América do Sul, EUA e Europa. Presidente fundador da Associação de Trompistas do Brasil, gravou três CDs solo e coordenou o primeiro Simpósio da International Horn Society na América Latina, a 49ª edição. Estreou, transcreveu e gravou diversas obras para variadas formações com destaque para composições virtuosísticas e música brasileira. Cursou Bacharelado, Mestrado e Doutorado na UFPB e teve como professor de trompa Cisneiro de Andrade e como orientador na pós-graduação Luis Ricardo Silva Queiroz. Radegundis desenvolve pesquisa relacionada à performance na trompa e é líder do Grupo de Pesquisa “Trompiguares”. Desde abril de 2008 é professor efetivo de trompa da Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN. Em agosto de 2021, foi eleito presidente da International Horn Society, primeiro brasileiro a ocupar essa posição.

    O “Canções da minha terra” apresenta também Dança Sinfônica N°1 – Vozes do Carnaval Brasileiro, do maestro, compositor e pianista potiguar, Eli Cavalcante. A primeira dança sinfônica nasceu do desejo de trazer o colorido e o carisma dos ritmos brasileiros carnavalescos para o ambiente da música de concerto. Neste momento, a orquestra se transforma em um grupo de festejo, onde já no primeiro tema é possível ouvir uma melodia vibrante que homenageia as tradicionais toadas de maracatu da nação Leão Coroado. Liderados pelos trompetes, a melodia principal aparece com muitas variações rítmicas e melódicas e os vários instrumentos da orquestra conduzem esse tema até depararmos com um outro ambiente: trata-se de um samba de avenida, lento e delicado, inspirado nos enredos do salgueiro e mangueira das décadas de 40 e 50. No fim da obra o compositor Eli Cavalcante vai unir música brasileira e contraponto imitativo, uma união incomum, mas que resulta em uma obra única que tanto desafia o ouvido quanto nos deixa com aquele tema brasileiro ecoando nos corações por muito tempo. As obras de Eli já figuram no repertório de importantes recitais e concertos, tendo sido escutada não somente em salas relevantes como o Teatro Alberto Maranhão, o Teatro Santa Isabel e o Teatro Riachuelo, como também sua música já foi estreada em salas de cinema nacional e internacional.
    Também presente no Concerto, obras de Bedrich Smetana. Poema Sinfônico é uma obra de caráter musical baseada em um poema o texto literário. Escrito em 1874 por Bedrich Smetana (1824-1884) Moldávia descreve o transcurso deste Rio da República Checa, que corta o país e sua capital. Flautas e clarinetas, no início, simulam o correr dos ribeirões que ao se unirem (toque do triângulo e entrada das cordas graves) dão forma ao rio. O Moldavia flui sereno por prados e matas, e sua melodia tipicamente tcheca se impõe. Caçadas nas florestas irrompem através das trompas.

    E, fechando o programa das obras, Concerto para Trompa de Fernando Deddos, escrito sob encomenda do presidente da International Horn Society Prof. Radegundis Feitosa (UFRN) e do Congresso Internacional de Trompas Guadassuar, na Espanha, onde estreou em dezembro de 2022. A obra está dividida em três movimentos, em estrutura tradicional. A obra foi escrita originalmente para orquestra de sopros com contrabaixo e percussão, e agora terá sua versão para orquestra sinfônica estreada no Nordeste pela Orquestra Filarmônica da UFRN.
    Fernando Deddos é professor da Escola de Música da Universidade Federal do Rio Grande do Norte e coordenador da Roda de Choro da UFRN e da Banda Sinfônica da UFRN. Deddos é graduado em Composição e Regência pela UNESPAR, mestre em performance pela Duquesne University, e doutor em música pela University of Georgia (EUA), onde atuou como pesquisador do departamento interdisciplinar ICE – Ideas for Creative Exploration. É presidente da ETB – Associação de Eufônios e Tubas do Brasil e Adams Instruments Performing Artist desde 2010 (Holanda).

    Mais uma vez a Filarmônica UFRN promete uma noite memorável por meio das obras clássicas. Os interessados em prestigiar, fiquem atentos ao horário das retiradas dos ingressos. A Filarmônica UFRN conta com o patrocínio da CAURN – Caixa Assistencial Universitária do Rio Grande do Norte.

    Serviço:

    Temporada 2024 – II Concerto Oficial da Filarmônica UFRN
    Quando: 06/04/2024 (sábado)
    Onde: Auditório Onofre Lopes (Escola de Música da UFRN)
    Horário: 1ª Sessão: 18h | 2ª Sessão: 20h
    Entrada: Gratuita | Retirada de ingressos 1h antes de cada sessão.

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    Filarmônica UFRN reúne Itália e Polônia na abertura do 3º Festival Szymanowski no Brasil

    A Filarmônica UFRN abre a Temporada 2024 com o concerto “As Quatro Estações, uma canção e um Vocalise”, que também marca a abertura do 3º Festival Szymanowski no Brasil. O concerto acontece em Natal, no dia 02 de março, às 18h, na Igreja Nossa Senhora da Apresentação – com entrada livre e lotação conforme a capacidade do local.

    O programa reúne obras dos compositores italianos Giovanni Gabrieli (1557-1612), Antonio Vivaldi (1678-1741) e o polonês Wojciech Kilar (1932-2023). A apresentação conta com a presença de dois solistas, a soprano Alzeny Nelo e o violinista polonês Mariusz Monczak, que também é o diretor artístico do 3o Festival Szymanowski no Brasil.

    Neste ano, a 3a edição do Festival tem concertos programados para a Pinacoteca Potiguar, Auditório Onofre Lopes da Escola de Música da UFRN, Igreja Nossa Senhora da Apresentação e na Igreja do Galo, além de concertos em Tibau do Sul e no “Habitat Marte”, em Caiçara do Rio do Vento. O evento também contará com palestra da musicóloga Ewa Monczak e diversas masterclasses e atividades educacionais. A programação completa pode ser conferida nas redes sociais da Escola de Música da UFRN.

    O maestro da Filarmônica UFRN, André Muniz, escolheu, para abrir a temporada, a Canzon Pian’ e Forte, peça escrita em 1618 por Gabrieli apenas para o naipe dos metais. O compositor escreveu a obra para dois “corais”: um coral formado por 3 trompetes e 1 trombone e o segundo formado por 1 trombone, 2 trompas e 1 tuba. A peça é conhecida por contrastar sons em dinâmica “piano” – ou seja, suaves – com aqueles em dinâmica “forte”, como diz o próprio título, tendo sido uma das primeiras obras na história da música a usar essa notação nas partituras impressas.

    Em seguida, a obra principal da noite é “As Quatro Estações”, de Vivaldi, concertos para violino e orquestra de Vivaldi que retratam musicalmente paisagens e sensações de cada uma das estações do ano. Compostas entre 1718 e 1720, foi utilizada em As Quatro Estações, um procedimento incomum na época: o compositor inseriu poemas na própria partitura que descrevem cada um dos momentos, criando pinturas musicais de riachos, de pássaros, de um pastor e seu cão, de moscas zumbindo, tempestades, dançarinos bêbados, paisagens congeladas e fogueiras de inverno, entre muitas outras descrições textuais e musicais. 

    Para finalizar este importante concerto, a soprano Alzeny Nelo apresenta o delicado e hipnótico “Vocalise de Kilar”, obra composta em 1999 para o filme “O Último Portal”, e que será apresentada em Natal pela primeira vez. Wojciech Kilar foi um dos maiores compositores poloneses do século XX, tendo atingido grande renome tanto por suas obras de concerto como por suas colaborações com o cinema.

    A Filarmônica conta com o apoio da UFRN, da Escola de Música da UFRN, da PROEX/UFRN e do patrocínio da CAURN – Caixa Assistencial Universitária do Rio Grande do Norte. 

    Sobre Festival Szymanowski no Brasil

    O Festival Szymanowski no Brasil é um evento organizado em parceria com a Escola de Música da UFRN e pela Fundacja Ars Activa, da Polônia. O nome do festival refere-se a Karol Szymanowski (1882-1937), renomado compositor polonês (pronuncia-se “ximanóvski”) cujas obras serão tocadas em algumas das apresentações. O compositor não foi escolhido por acaso. Como explica o Prof. Durval Cesetti, organizador do evento, “tanto eu como Mariusz, fizemos nossos doutorados em Montreal a respeito deste compositor – eu sobre suas obras de piano e ele sobre as peças para violino –, então o nome do festival foi certamente uma escolha natural. Esperamos que possa atiçar a curiosidade do público sobre ele e também sobre a cultura polonesa em geral.” Porém, o festival também inclui em sua programação obras de outros compositores – da Polônia, do Brasil e de diversos outros países.

    Serviço:

    Temporada 2024- Filarmônica UFRN | Concerto Especial

    (3º Festival Szymanowski no Brasil)

    Quando: 02 de março (sábado)

    Horário: 18h

    Onde: Igreja Matriz Nossa Senhora da Apresentação (Praça André de Albuquerque, s/n – Cidade Alta)

    Entrada: Gratuita

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    Filarmônica UFRN realiza “Festival Beethoven” neste sábado (25)

    Uma noite inteiramente dedicada a um dos grandes gênios da música clássica, o alemão Ludwig van Beethoven. No próximo sábado, dia 25 de novembro, às 20h, a Filarmônica UFRN apresenta o “Festival Beethoven”, no Auditório Onofre Lopes, na Escola de Música da UFRN – EMUFRN e oferece ao público um programa forte e emocionante. O concerto é gratuito, livre para todas as idades e os ingressos estão disponíveis no Sympla https://www.sympla.com.br/evento/concerto-filarmonica-festival-beethoven/2257918 

    Para o Festival que homenageia Beethoven, autor de um imenso legado na história da música clássica e que influencia diversos compositores nos mais variados estilos musicais pelo mundo, o diretor artístico e regente da Filarmônica UFRN, André Muniz, tem a honra de convidar o renomado maestro titular e diretor artístico da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, Cláudio Cohen e o solista internacional, o pianista Enrique Graf. 

    Claudio Cohen é Cidadão Honorário de Brasília, tem participado de forma ativa no cenário musical do país e no exterior como maestro, bem como artista convidado dos principais festivais de música e temporadas de orquestras. Tem uma intensa agenda nacional e internacional como maestro atuando com orquestras, em países como: EUA, México, Áustria, Alemanha, Hungria, Sérvia, Polônia, Portugal, Bulgária, Finlândia, Itália, Argentina, Chile, Equador, Catar, República Tcheca, Espanha, Israel, Romenia e Brasil. Cohen é membro da Academia Brasileira de Letras e Música – ALMUB da Academia Brasileira de Ciencias, Artes. História e Literatura. É detentor da Ordem do Mérito de Brasília, Ordem do Mérito Cultural do Distrito Federal no Grau de Comendador e Também da Ordem do Mérito Judiciário do Trabalho em Grau de Comendador.Em 2022 recebeu a Comenda Cruz de Ouro da Ciência e da Arte da República da Áustria.

    O outro convidado da noite é o pianista uruguaio Enrique Graf, que nasceu em Montevidéu em uma família na qual a música era muito importante, sendo sua mãe, a primeira professora. Graf foi o vencedor do Primeiro Prêmio na categoria Piano Internacional Concurso “William Kapell”, “USA National Ensemble Competition” e “East and West International Auditions” em Nova York, logo após concluir os primeiros estudos. Desde então tem se apresentado em recitais, música de câmara e com orquestras importantes em várias partes do mundo. Fez turnês com grupos de câmara ilustres como Cuarteto Latinoamericano, Ives Quarteto, Baltimore Wind Ensemble, American Chamber Players, Apollo String Quarteto e o Quinteto de Sopros de Praga. Em 2020, a Beethoven Piano Society of Europe o convidou para tocar em Londres no 250º aniversário de nascimento de Beethoven. Logo depois, Graf recebeu o Prêmio Imigrante da American Immigration Lawyers Foundation, sendo junto com Midori e Plácido Domingo os únicos músicos homenageados com esta distinção até o momento. Enrique Graf é um dos mais renomados professores de piano da atualidade.

    Obras presentes no programa do Festival Beethoven

    Para o programa da noite, a Filarmônica UFRN juntamente com os convidados, preparam um concerto com as obras: Abertura Egmont, uma introdução orquestral que Beethoven compôs para uma representação de uma peça teatral e que consiste em um verdadeiro hino de luta pela liberdade,  carregado de força, nobreza e carisma triunfante. 

    Entra também na programação, a Sinfonia n.° 2, a segunda sinfonia composta por Beethoven escrita entre os anos de 1801 e 1802, com dedicatória ao príncipe Karl Lichnowsky. Parte dessa obra foi escrita durante a estadia de Beethoven em Heiligenstadt, onde estava sob indicação médica, pois neste período, o compositor começava a perceber os primeiros sinais de surdez. 

    E, completando o programa, Concerto para piano nº 4. Beethoven iniciou a composição em 1805 e terminou no início de 1806, estreando em 1807, em Viena durante concerto privado na casa do seu patrono, o Príncipe Franz Joseph von Lobkowitz. Já a primeira performance pública do Concerto nº 4 só aconteceu, também em Viena, em 1808. Embora com sua surdez avançada, Beethoven a executou com extrema habilidade, segundo o seu aluno Carl Czerny. Nesta obra, o compositor colocou as possibilidades expressivas do piano e o deixou em igualdade com a força da orquestra, o piano ganhou protagonismo na cena.

    Portanto, agora é só garantir o seu lugar na plateia. Como sempre acontece, a proposta da Filarmônica é oferecer, gratuitamente, um concerto memorável ao público potiguar, primando pela alta qualidade musical. A Filarmônica UFRN conta com o patrocínio da CAURN – Caixa Assistencial Universitária do Rio Grande do Norte.

    Serviço:

    Festival Beethoven – Regência Cláudio Cohen & Solista Enrique Graf

    Quando: 25/11 (sábado)

    Onde: Auditório Onofre Lopes (Escola de Música da UFRN)

    Horário: Sessão única às 20h

    Entrada: Gratuita | Reserva pelo Sympla – https://www.sympla.com.br/evento/concerto-filarmonica-festival-beethoven/2257918 

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    Filarmônica UFRN realiza “Concerto Didático” nesta quarta-feira (20) na Escola de Música

    Promover acesso a músicas de concerto, de forma lúdica e descontraída. Esse é um dos principais objetivos do “Concerto Didático”, promovido pela Filarmônica UFRN, no próximo dia 20 de setembro, às 10h, no Auditório Onofre Lopes (Escola de Música da UFRN). O evento tem como público-alvo estudantes de escolas públicas e privadas, projetos sociais e escolas de música, e é gratuito. Interessados podem se inscrever através da plataforma Google Formulários: https://forms.gle/yBCyWTFS8D2yDycL8. As pessoas que têm interesse apenas em assistir, não necessita fazer inscrição, basta chegar no local, no dia e hora marcada. 

    O concerto tem regência do maestro Eli Cavalcante, do Coral Canto do Povo, o coro profissional mais antigo em atividade no estado do RN. Pianista, regente, compositor e maestro potiguar, Eli Cavalcante é técnico e bacharel no instrumento e tem vasta experiência não só como solista, mas também como pianista correpetidor. Em seu currículo, consta concertos solo com a Filarmônica da UFRN e apresentação como camerista na Basílica de São Pedro, no Vaticano. Celebrado também como compositor, suas músicas têm sido protagonistas em diferentes recitais, alguns dedicados inteiramente a elas. Além disso, suas melodias já foram ouvidas nas telas de cinema ao redor do país e também no exterior. 

    Como regente, Eli já regeu concertos com grupos renomados, como o Coral Madrigal da UFRN, a Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte (OSRN) e o Coral Canto do Povo. Sua direção deu vida a importantes e inéditos projetos, dentre eles destacam-se o ‘Com amor, Mozart’, concerto que celebra o compositor austríaco no dia de seu aniversário, e o ‘Salve Tico’, concerto que traz ao mundo coral as melodias e ritmos populares de Tico da Costa, com arranjos todos inéditos feitos pelo maestro. Atualmente, Eli Cavalcante é maestro do Coral Canto do Povo.

    A Temporada 2023.2 da Filarmônica UFRN conta com o patrocínio da CAURN – Caixa Assistencial Universitária do Rio Grande do Norte.

    Serviço:

    Concerto Didático da Filarmônica UFRN

    Quando: 20 de setembro (quarta-feira)

    Onde: Auditório Onofre Lopes (Escola de Música da UFRN)

    Horário: 10h 

    Inscrição: Gratuita | Inscrição pelo Google Formulários – https://forms.gle/yBCyWTFS8D2yDycL8

    Siga: @filarmonicaufrn

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    Filarmônica da UFRN apresenta Recital Dana Ciocarlie & Juan Braceras e Segundo Concerto Oficial no auditório da EMUFRN

    Maio começa com uma boa notícia da Filarmônica UFRN, que realiza dois grandes momentos durante o mês. O primeiro é o Recital Dana Ciocarlie & Juan Braceras, dia 09 de maio, a partir das 19h. A Filarmônica também prepara o Segundo Concerto Oficial da Temporada 2023, no dia 13 de maio, em duas sessões, às 18h e às 20h. O Concerto e o Recital são gratuitos, e irão acontecer no auditório Onofre Lopes, da Escola de Música da UFRN. Para garantir os ingressos, basta acessar a plataforma Sympla. 

    O “Recital Dana Ciocarlie & Juan Braceras”, de piano e violino, tem em seu programa obras de Maurice Ravel (1875-1937), Robert Schumann (1810-1856) e Cesar Franck (1822-1890). 

    Já o “Segundo Concerto Oficial” traz obras de W. A. Mozart e Fernando Emboaba, tendo como solista do “Concerto 25 para Piano e Orquestra”, Dana Ciocarlie; e como solista do “Concerto 1 para Violino e Orquestra”, Juan Braceras, sob regência do Maestro André Muniz.

    Os ingressos para o Recital Dana Ciocarlie & Juan Braceras já estão disponíveis na plataforma Sympla. Já os ingressos para o Segundo Concerto Oficial da Filarmônica UFRN estarão disponíveis a partir do dia 10 de maio. 

    As duas ações da Filarmônica UFRN contam com o apoio da UFRN, Escola de Música da UFRN, Proex e CAURN.

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    Orquestra Filarmônica da UFRN realiza apresentações em São Paulo

    Depois que precisou trocar os palcos por apresentações virtuais durante o período mais crítico da pandemia de covid-19, a Orquestra Filarmônica da UFRN (FIL) retornou aos poucos suas apresentações presenciais desde a flexibilização das restrições, sempre arrastando público considerável. Para marcar esse retorno também fora do RN, a FIL se prepara para duas apresentações de grande relevância. Nos dias 23 e 24 de julho, será recebida, respectivamente, na Sala São Paulo e no Festival de Campos do Jordão. 

    “O convite para o evento em Campos veio do diretor artístico do Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão, o violonista Fábio Zanon, que no ano passado atuou como nosso solista e ficou bem impactado com a qualidade da Filarmônica UFRN”, diz André Muniz, professor e maestro da orquestra. Um dos maiores violonistas brasileiros de todos os tempos e um dos mais influentes da atualidade, continua Muniz, Fábio Zanon representa para os violonistas clássicos brasileiros a epítome da música erudita de corda.

    Buscando enfatizar a produção erudita da região Nordeste, a Filarmônica vai explorar produções regionais em ambas as apresentações. De acordo com André Muniz, serão duas apresentações e ambas têm um repertório focado em compositores nordestinos ou que contribuíram para a edificação de composições nessa região, como é o caso de Guerra-Peixe. O maestro também destaca a première de uma obra especialmente composta pelo professor Caio Facó para ser estreada na Sala São Paulo.

    Foto: Anastácia Vaz – Agecom/UFRN

    A Sala São Paulo é o berço da música clássica no Brasil, inaugurada no dia 9 de julho de 1999, foi a primeira sala de concertos do Brasil, considerada uma das melhores do mundo desde a sua concepção. O Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão é reconhecido como o maior evento de música clássica da América Latina. 

    Com 12 anos em atividade, a Filarmônica UFRN é formada exclusivamente por alunos da Universidade e tem sido um laboratório orquestral de projeção de músicos para o mercado nacional e internacional. Em sua história, a Filarmônica coleciona prêmios e participações em grandes eventos. Foi o primeiro conjunto orquestral do Rio Grande do Norte a realizar uma turnê pela Alemanha, em projeto de parceria entre a UFRN e o Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico (DAAD). Outro momento auge foi o concerto, em 2019, para o Papa Francisco, no Vaticano, com apresentação de obras inéditas de compositores potiguares.