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    Bailarinos do Giradança fazem residência para montagem de novo espetáculo

    Foto: André Rosa

    A companhia potiguar Giradança prepara novo espetáculo que será um despertar para a sensibilidade das possibilidades dos corpos em comunicação. “Por favor feche os olhos” está em fase de montagem, com residência/coreografia realizada em colaboração da companhia com os bailarinos Eduardo Fukushima e Bia Sano, e tem estreia marcada para o mês de outubro.

    A residência teve início no final de julho e segue em um ritmo intenso. Em média, os bailarinos têm dedicado 8 horas por dia na construção do espetáculo, participando de aulas, discussões e experimentos cênicos. Tudo isso realizado pelo Programa Funarte de Ações Continuadas 2023 com ações continuadas de pesquisa, produção e difusão dos trabalhos da companhia.

    Esta primeira etapa de montagem da obra está sendo conduzida pelo coreógrafo e dançarino paulista Eduardo Fukushima. O dançarino traz elementos da filosofia e práticas corporais chinesas e japonesas como Taoísmo, Seitai-ho e Zen Budismo que se entrelaçam com a dança.

    A segunda fase da preparação, que inicia no mês de setembro, conta com a presença da também coreógrafa e dançarina Bia Sano, que pratica no Brasil as técnicas seitai-ho e teatro nô, ligadas à cultura japonesa, desde o ano de 2011.

    O contato com estas técnicas, trazidas pelos coreógrafos, é algo novo para a companhia Giradança. Álvaro Dantas, que divide a direção artística da companhia com a bailarina Ana Vieira, afirma que todo o elenco está percebendo o corpo de outras maneiras e descobrindo outros modos de se mover, e acrescenta: “grandes surpresas estão por vir e estamos felizes e ansiosos para estrear ‘Por favor feche os olhos’ em Natal”.

    De acordo com a Companhia, ‘Por favor feche os olhos’, que tem temporada agendada para o mês de outubro, na Casa da Ribeira, será um convite para adentrar em um outro tempo, tempo de cada corpo, de cada gesto, de cada palavra: um “tempo bom”.

    O projeto “Por favor, feche os olhos” foi contemplado pela Lei Paulo Gustavo Rio Grande do Norte, com o apoio da Fundação José Augusto, Secretaria Extraordinária de Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Norte e o patrocínio do Ministério da Cultura e Governo Federal.

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    RN ganha Escola de Danças Populares

    Os potiguares ganharam um projeto de incentivo e valorização dos recursos humanos e preservação das danças culturais do Estado, como Caboclinho, Coco de Roda, Araruna, Boi, Pastoril, Baião e quadrilhas juninas, a Escola de Danças Populares do Rio Grande do Norte.

    Com a crescente necessidade de mão de obra especializada nessas tradições, a escola oferecerá um curso profissionalizante de danças regionais para alunos da rede pública de ensino fundamental e médio, garantindo alimentação, passagem e ajuda de custo.

    O curso contará com profissionais capacitados atuantes na área da dança e artes cênicas e será oferecido em duas turmas (manhã e tarde), com carga horária total de 160h, no período de agosto a dezembro, no espaço D’Praia, em Ponta Negra.

    Serão oferecidas 25 vagas para cada turma, totalizando 50 vagas disponibilizadas para o Curso de Formação em Danças Populares. Esse projeto inovador pretende não apenas formar talentos, mas também garantir a continuidade e o fortalecimento das danças populares do Rio Grande do Norte.

    Esse projeto inovador pretende não apenas formar talentos, mas também garantir a continuidade e o fortalecimento das danças populares do Rio Grande do Norte. A chegada da Escola de Danças Populares do Rio Grande do Norte representa um importante passo para a preservação cultural e o desenvolvimento socioeconômico do Estado.

    A Escola de Danças Populares do Rio Grande do Norte conta com patrocínio via incentivo fiscal da Lei Câmara Cascudo e Nordestão, do Governo do RN e Fundação José Augusto (Lei Câmara Cascudo) e está com edital aberto para novos projetos. Venha fazer parte desta história e contribuir para a preservação e divulgação das danças populares.

    Acesse o edital completo no www.escoladedancaspopularesdorn.com e saiba como participar. Mais informações: @escoladedancaspopularesrn.

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    Quadrilha junina é reconhecida como manifestação da cultura nacional

    Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

    Nessa segunda-feira (24), Dia de São João, a quadrilha junina foi reconhecida como manifestação da cultura nacional. A Lei Nº 14.900/2024, que torna oficial a decisão, foi assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pela ministra da Cultura, Margareth Menezes, e publicada no Diário Oficial da União (DOU).

    Com a sanção presidencial, o estilo de dança passa a integrar o grupo que inclui também as escolas de samba, o forró e as festas juninas.

    “O reconhecimento contribui para o fortalecimento da nossa identidade cultural, além de valorizar essa dança tradicional presente nas festas juninas promovidas no país”, comentou a ministra Margareth Menezes.

    O diretor de Promoção das Culturas Populares da Secretaria de Cidadania e Diversidade Cultural (SCDC) do Ministério da Cultura (MinC), Tião Soares, destaca o papel do bailado. “As quadrilhas juninas são importantes manifestações das culturas populares e tradicionais do Brasil, elas representam alta relevância de nosso patrimônio cultural nacional, pois resgatam tradições, reconhecem, valorizam e fortalecem identidades regionais, nacionais e promovem a inclusão social através da participação coletiva, característica peculiar das festas populares do Brasil”.

    Para o vice-presidente da Federação de Quadrilhas Juninas de Pernambuco (Fequajupe), Jadenilson Gomes, a sanção da Lei é uma grande conquista. “Esse reconhecimento pelo poder público abre portas para a gente, que vive na batalha”, comemorou ele, que integra a quadrilha Mandacaru, do município de Limoeiro.

    Origem

    A quadrilha junina desembarcou no país com a corte portuguesa, no começo do século 19. Tem origem no quadrille, dança de salão composta por quatro casais, nascida na Paris do século 18 e pertencente a integrantes da elite. No Brasil, tornou-se popular junto aos aristocratas.

    Na sequência conquistou a população e passou a incluir elementos culturais, religiosos e folclóricos nacionais. Durante este processo, o número de pares cresceu. Além disso, os passos e ritmos franceses foram postos de lado, e as músicas e o casamento caipira, que precede a dança, foram incorporadas.

    Desde então, as quadrilhas adquiriram importância social, econômica e turística para vários municípios, sobretudo no Nordeste.

    Este ano, em Campina Grande, na Paraíba, cidade famosa por promover uma das maiores festas de São João do Brasil, foi estabelecido, novamente, um recorde. A dança reuniu 1.280 pares, obtendo o 10º título consecutivo de maior quadrilha junina do país.

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    Coletivo CIDA celebra  Dia Internacional da Dança com apresentações no TAM

    Depois do sucesso no Mercado das Indústrias Culturais do Sul (MICSUR 2024), realizado em Santiago (Chile), o Coletivo CIDA (RN) retorna ao Brasil para celebrar o Dia Internacional da Dança com apresentações gratuitas nos dias 28 e 29 de abril no Teatro Alberto Maranhão. Serão apresentadas, pela primeira vez, as três peças da Trilogia em Dança-Tragédia.
    A trilogia é assinada pelo coreógrafo René Loui, com a interlocução coreográfica e dramatúrgica de Jussara Belchior (SC), renomada pesquisadora da dança. O trabalho teve seu início concebido em 2019 e desde então já percorreu cidades como Natal, Recife, Fortaleza, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e também foi apresentado na França. O elenco é formado por nomes que são referências para as artes cênicas norte-rio-grandense: Ana Cláudia Viana, Jânia Santos, Marconi Araujo, Pablo Vieira, René Loui e Rozeane Oliveira.

    A primeira obra da trilogia, “Corpos Turvos” é uma chamada à consciência sobre a visibilidade e valorização de todos os corpos, principalmente aqueles frequentemente marginalizados. Em “Reino dos Bichos e dos Animais, Esse é o Meu Nome”, aborda-se a arte como um espaço de liberdade e questionamento, inspirados pelas poesias de Stella do Patrocínio. E para fechar, “Insanos e Beija-Flores a Dois Metros do Chão” traz a reflexão sobre os limítrofes entre arte e insanidade na sociedade.
    Para o produtor do CIDA, Arthur Moura, há muito entusiasmo nessa primeira apresentação completa da trilogia em Natal: “Estamos extremamente empolgados e ansiosos pela primeira apresentação completa de nossa Trilogia em Dança-Tragédia aqui em Natal.”
    “Cada uma dessas peças é muito especial para nós, problematizando por meio da dança temas que vão desde a sobrevivência e empatia até os limites entre a insanidade e a arte. Para nós, essas apresentações são uma oportunidade de dialogar intensamente com o público e proporcionar uma experiência artística completa e coesa. É também uma chance de demonstrar a potência da dança como meio de expressão e crítica social, algo que sempre buscamos em nossos trabalhos”, completa Arthur.
    Todos os trabalhos são acessíveis por meio de Interpretação para LIBRAS e Audiodescrição. O acesso é gratuito. Os ingressos para as apresentações deverão ser retirados na bilheteria do teatro uma hora antes.

    MICSUR

    O MICSUR 2024 reuniu delegações da Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Uruguai, Peru e Paraguai, com o objetivo de estabelecer uma agenda colaborativa para o desenvolvimento de ecossistemas criativos na região da América Latina e Caribe.
    Sobre a experiência no evento, René Loui comentou que foi enriquecedora. “Nossa participação no MICSUR 2024 foi uma experiência verdadeiramente marcante e enriquecedora. Estar lá, integrando a delegação brasileira a convite da OEI – Organização dos Estados Ibero-americanos, foi um privilégio que nos encheu de orgulho e entusiasmo. Absorvemos um pouco mais sobre as práticas artísticas e os modelos de gestão cultural de nossos colegas sul-americanos”, completa René.”
    Sobre o CIDA

    O Coletivo Independente Dependente de Artistas (CIDA ) é um núcleo artístico de dança contemporânea, fundado no ano de 2016 por artistas emergentes, pluriétnicos, com e sem deficiências, oriundos das mais diversas regiões do Brasil e radicados na cidade de Natal, no Rio Grande do Norte. O CIDA se destaca no cenário cultural por sua produção experimental e inclusiva.

    Todas as informações sobre o CIDA podem ser acompanhadas através dos canais de comunicação do coletivo. acompanhe o Coletivo no Instagram em: @coletivocida ou acesse: www.coletivocida.com.br

    SERVIÇO:

    COLETIVO CIDA APRESENTA TRILOGIA EM DANÇA-TRAGÉDIA
    Dias da semana: domingo (28) e segunda (29)
    Horário: 19h
    Local: Teatro Alberto Maranhão
    Endereço: Praça Augusto Severo, s/n – Ribeira
    Ingressos: Retirada gratuita na bilheteria do teatro uma hora antes.
    Informações: @coletivocida
    Classificação indicativa: 14 anos
    Lotação: 582
    Gênero: Teatro

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    Coletivo CIDA leva a arte potiguar para o Chile 

    O Coletivo CIDA, do Rio Grande do Norte, está participando do Mercado das Indústrias Culturais do Sul (MICSUR 2024), realizado em Santiago, Chile. Representados por dois de seus fundadores, Arthur Moura e René Loui, o coletivo tem se envolvido em diversas rodadas de negócios e atividades de networking durante o evento.

    O MICSUR 2024 reúne delegações da Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Uruguai, Peru e Paraguai, com o objetivo de estabelecer uma agenda colaborativa para o desenvolvimento de ecossistemas criativos na região da América Latina e Caribe.

    René Loui, comentou sobre a experiência: “Nossa participação no MICSUR 2024 tem sido uma experiência verdadeiramente marcante e enriquecedora. Estar aqui, integrando a delegação brasileira a convite da OEI – Organização dos Estados Ibero-americanos, é um privilégio que nos enche de orgulho e entusiasmo.”

    Arthur Moura acrescentou: “Cada momento aqui reafirma nossa missão de crescer como artistas e como coletivo, inspirando e contribuindo significativamente para a diversidade cultural tanto do Brasil quanto além de suas fronteiras. Estamos gratos por cada conversa, cada novo conhecimento adquirido e por cada oportunidade de mostrar ao mundo nossas pesquisas artísticas e o que temos trabalhado ao longo desses últimos anos. Esperamos que nossa passagem pelo evento continue a abrir novos caminhos e trazer novas possibilidades para o Coletivo CIDA e principalmente para a dança brasileira”.”

    “A cada dia, absorvemos um pouco mais sobre as práticas artísticas e os modelos de gestão cultural de nossos colegas sul-americanos. Esses aprendizados são vitais, não só para a nossa evolução pessoal como artistas, mas também para a sustentabilidade e inovação do nosso coletivo. O intercâmbio de experiências e a exposição a diferentes formas de expressão cultural têm reforçado nosso compromisso com a produção de uma arte que é tanto local quanto universalmente relevante”, completa René.


    Temporada da trilogia em dança-tragédia em Natal

    Após o evento no Chile, o Coletivo CIDA retorna ao Brasil para apresentar, pela primeira vez, as três peças da Trilogia em Dança-Tragédia no Teatro Alberto Maranhão, dentro da programação do Abril das Artes. As apresentações ocorrem nos dias 28 e 29 de abril, sempre às 19h, em comemoração ao Dia Internacional da Dança, com entrada gratuita.

    Arthur Moura também expressou entusiasmo sobre a primeira apresentação completa da trilogia em Natal: “Estamos extremamente empolgados e ansiosos pela primeira apresentação completa de nossa Trilogia em Dança-Tragédia aqui em Natal.”

    A primeira obra da trilogia, “Corpos Turvos” é uma chamada à consciência sobre a visibilidade e valorização de todos os corpos, principalmente aqueles frequentemente marginalizados. Em “Reino dos Bichos e dos Animais, Esse é o Meu Nome”, aborda-se a arte como um espaço de liberdade e questionamento, inspirados pelas poesias de Stella do Patrocínio. E para fechar, “Insanos e Beija-Flores a Dois Metros do Chão” traz a reflexão sobre os limítrofes entre arte e insanidade na sociedade.

    Todos os trabalhos são acessíveis por meio de Interpretação para LIBRAS e Audiodescrição. O acesso é gratuito. Os ingressos para as apresentações deverão ser retirados na bilheteria do teatro uma hora antes. 

    Sobre o CIDA
     

    O Coletivo Independente Dependente de Artistas (CIDA ) é um núcleo artístico de dança contemporânea, fundado no ano de 2016 por artistas emergentes, pluriétnicos, com e sem deficiências, oriundos das mais diversas regiões do Brasil e radicados na cidade de Natal, no Rio Grande do Norte. O CIDA se destaca no cenário cultural por sua produção experimental e inclusiva.

    Todas as informações sobre o CIDA podem ser acompanhadas através dos canais de comunicação do coletivo. acompanhe o Coletivo no Instagram em: @coletivocida ou acesse: www.coletivocida.com.br

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    RN sediará etapa do “Cena Nordeste Festival” no mês de setembro

    O Rio Grande do Norte sediará em setembro uma das etapas do Cena Nordeste Festival, iniciativa artístico-cultural promovida pelo Consórcio Nordeste, que mobilizará ao longo do ano os nove estados da região com eventos em todas as capitais nordestinas.

    O festival será realizado em Natal entre 21 e 22 de setembro com grade de programação e locais a serem definidos e com atrações definidas por curadores locais nos estados.

    A atual presidenta do Consórcio Nordeste, a governadora do Rio Grande do Norte Fátima Bezerra, ressalta a importância do projeto e comemora o início de uma iniciativa promissora para as trabalhadoras e os trabalhadores de cultura da região. “Mais do que apenas uma celebração da arte e da cultura nordestina. O Festival Cena Nordeste simboliza o compromisso do Consórcio Nordeste em promover o intercâmbio cultural entre os estados da nossa região, fortalecer nossa identidade regional e impulsionar o desenvolvimento econômico por meio do turismo cultural. É um movimento que busca democratizar o acesso à cultura, proporcionando ao país a oportunidade de vivenciar e apreciar as riquezas da nossa arte e tradição”.

    Intercâmbio entre estados

    O Cena Nordeste Festival é uma iniciativa do Consórcio Nordeste que começou a ser gestado em 2023 pela Câmara Temática da Cultura da entidade. E que agora em 2024 começa a ser executado a partir do esforço conjunto de todos os nove estados. Em cada um dos encontros a serem realizados, haverá um intercâmbio nas linguagens de audiovisual, grafite, teatro, dança, circo, forró, cultura popular e música.
    Serão nove finais de semana de festival em estados diferentes entre junho e dezembro de 2024. Da mesma forma, a cada novo final de semana os estados visitantes ficam responsáveis por uma linguagem cultural diferente.

    Em cada evento serão programadas exibições de curtas-metragens, espetáculos de teatro, circo e de cultura popular, além de apresentações de forró, dança música e produção de grafites.

    Datas dos encontros

    Depois do lançamento desta quinta-feira (18), os encontros do Cena Nordeste se iniciam dias 10 e 11 de maio, em João Pessoa, seguida por Maceió (7 e 8 de junho), São Luís (5 e 6 de julho), Teresina (2 e 3 de agosto), Recife (31 de agosto e 1º de setembro), Natal (21 e 22 de setembro), Aracaju (11 e 12 de outubro), Fortaleza (16 e 17 de novembro) e Salvador (7 e 8 de dezembro).

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     Companhia Giradança apresenta espetáculo “Sem conservantes” dia 26

    Trabalhar fragmentos de memória revelados através de fotos, em uma relação de desapego, é o que move o espetáculo coreográfico “Sem conservantes”, da companhia potiguar Giradança, que tem apresentação gratuita neste mês de abril, dia 26, no Espaço Cultural Gira Dança, às 20h. Os ingressos serão distribuídos gratuitamente, através do Sympla, a partir das 14h desta sexta-feira (19) . O público vai contar com intérprete de libras durante o espetáculo.

    A dramaturgia foi desenvolvida pelos coreógrafos Ângelo Madureira e Ana Catarina Vieira, referência na cena artística da dança brasileira, e nasceu de fragmentos de memórias de seus corpos a partir de análise e pesquisa em fotos e vídeos de espetáculos anteriores. A coreografia ganha vida então nas “relações” destes materiais recolhidos pelos dois e metamorfoseados por eles e pelos bailarinos Marconi Araújo, Álvaro Dantas, Ana Vieira, Jânia Santos e Wilson Macário que colaboram em cena. Álvaro Dantas também assina a direção artística da peça. 

    “Refletimos sobre a conserva na dança, sobre como tornar vivo o que está conservado há muitos anos, como atualizar. Entre muitos processos, um deles foi o de registrar em nossos corpos da Giradança as fotografias dos espetáculos da companhia Ana e Ângelo e, assim, trouxemos à vida o que estava congelado no tempo”, define Álvaro Dantas.

    A construção da linguagem para este espetáculo passa também pelo entendimento de como o outro bailarino se conecta com as suas memórias e seus processos individuais para a elaboração da coreografia. 

    O espetáculo Sem Conservantes foi criado em 2015 dentro das comemoração dos 10 anos da Giradança – companhia de dança contemporânea formada por bailarinos com e sem deficiência que usa uma linguagem voltada para o conceito do corpo como ferramenta de experiências, e que agora completa 19 anos. A peça já foi apresentada na Alemanha e nas cidades de São Paulo, Recife, Petrolina, Rio de Janeiro, Salvador, Santos, Ponta Grossa, Curitiba, Paranaguá e Goiânia. 

    Além da apresentação para o grande público neste mês de abril, a companhia também vai realizar apresentação do “Sem Conservantes”, e mais uma vivência em dança, na Escola Estadual Peregrino Júnior, no conjunto Santa Catarina, em Natal, no dia 24. O espetáculo está na programação da Semana de Conscientização da Pessoa com Deficiência da escola. Para a apresentação no Peregrino Júnior, Sem Conservantes conta com patrocínio da Lei de incentivo à cultura, Banco Itaú, Ministério da Cultura e Governo Federal.

    A breve temporada de Sem Conservantes faz parte do projeto do Giradança fomentado pelo Programa Funarte de Ações Continuadas 2023 com ações continuadas de pesquisa, produção e difusão dos trabalhos da companhia.

    SERVIÇO:

    Sem Conservantes

    (Classificação Livre)
    Dia: 26/04 (Sexta-feira)
    Horário: 20h
    Onde: Espaço Cultural Gira Dança (R. Frei Miguelinho, 100 – Ribeira, Natal)
    Entrada gratuita – retirada no Sympla
    Com Intérprete de libras

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    Festival Nacional de Dança chega a Natal de 11 a 14 de abril no TAM

    O Fendatal, aguardado evento organizado pelos mesmos responsáveis pelo Fendafor, anuncia sua chegada à cidade de Natal, de 11 a 14 de abril, no Teatro Alberto Maranhão. O festival integra o circuito nacional e internacional de dança, contando ainda com o valioso apoio da Fundação José Augusto, do Governo do Estado do Rio Grande do Norte, da Escola do Teatro Alberto Maranhão e da Loja Devant Acessórios para Dança.

    Com uma proposta audaciosa, o Fendatal promete ser um marco para a dança no estado, oferecendo oportunidades únicas para centenas de bailarinos, grupos e escolas. Janne Ruth e Atenita Kaira, idealizadoras do evento, destacam a importância desse momento: “Nosso intuito é fazer a cidade respirar dança, ocupando não apenas o Teatro Alberto Maranhão, mas também outros locais e pontos turísticos com intervenções de dança, proporcionando uma experiência enriquecedora para todos os envolvidos.”

    Além das apresentações e competições, o festival também se compromete com políticas afirmativas, destinando 10% das vagas para grupos e escolas que comprovem a presença de 60% de pessoas negras e/ou LGBTQIA+ e outros 10% para projetos sociais e escolas das periferias da cidade e arredores. Essa abordagem inclusiva visa não apenas celebrar a diversidade, mas também garantir oportunidades equitativas para todos os participantes.

    Uma das grandes atrações do Fendatal é sua programação pedagógica, que oferecerá cursos ministrados por renomados mestres e professores de dança, incluindo nomes como Adriana Assaf de São Paulo, Jéssica Ferreira de Recife, Denízio Júnior de Fortaleza, Alex Lima de Campinas-SP, além de representantes do Festival de Livorno, na Itália: Lizandra Paz e Felipe Souza de Fortaleza. Esses cursos não apenas aprimoram habilidades técnicas, mas também estimulam a troca de conhecimento e experiências entre os participantes.

    Outro destaque do Fendatal são as premiações em dinheiro, bolsas e isenções para festivais nacionais e internacionais, oferecendo aos talentos destacados oportunidades de reconhecimento e projeção em âmbito nacional e global. Além disso, os grupos premiados com desempenho elevado em seus respectivos FENDAS fora de Fortaleza serão exclusivamente considerados para o SUPER PRÊMIO FENDAFOR, durante o Festival em Fortaleza que acontecerá de 28 de junho a 7 de julho, com um prêmio no valor de R$ 12.000,00.

    O Fendatal não se limita apenas ao palco do Teatro Alberto Maranhão. O evento oferece um ambiente de intercâmbio cultural e artístico, promovendo conversas online com jurados para feedback imediato e estabelecendo conexões valiosas entre os participantes, diretores de escolas e grupos.

    O Fendatal é uma extensão do consagrado Fendafor de Fortaleza, um evento que há 23 anos vem sendo referência em dança, arte e cultura no Brasil e no mundo. Reconhecido pela UNESCO como o segundo maior festival de dança do Brasil e o maior em ação social, o Fendafor tem transformado o cenário da dança no Ceará e se tornou uma plataforma essencial para o reconhecimento e valorização dos talentos locais e internacionais.

    Serviço

    O público interessado em participar do Fendatal pode adquirir ingressos antecipadamente pelo Sympla, com valores de meia entrada a R$ 40,00 e inteira a R$ 80,00. Na bilheteria do evento, os valores serão de R$ 50,00 (meia) e R$ 100,00 (inteira). Todos os artistas participantes têm acesso livre a todas as sessões do evento, promovendo uma experiência imersiva e enriquecedora para os amantes da dança e das artes em geral.

    Para mais informações sobre inscrições, programação e detalhes sobre o Fendatal, acesse o site oficial do evento em www.fendafor.com.br.

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    Abertas inscrições para primeiros cursos da Escola de Criação


    Estão abertas as inscrições para os dois primeiros cursos livres da Escola de Criação da Casa da Ribeira. Um núcleo educativo para artistas e não-artistas criadores, com garantia de acesso de 50% das vagas para a população negra/parda, pessoas LGBTQIAPN+, estudantes da rede pública de ensino e egressos. 

    “Um lugar de partida – Dança Contemporânea e Processos Criativos” vai acontecer de 01 a 05 abril, aulas presenciais, de segunda a sexta, das 14h às 18h. “Você ainda lembra? Oficina de Escrita Poética”,  de 22 a 26 de abril, também de segunda a sexta, das 14h às 18h. Ambos serão realizados na Casa da Ribeira. Requisitos para participar: pessoas de baixa renda; estudantes de escolas públicas (e quem estudou o ensino médio em escolas públicas); moradores de bairros periféricos do entorno da Casa da Ribeira e cidades vizinhas; pessoas negras e ou indígenas; pessoas trans, travestis e não-binárias – faixa etária a partir dos 16 anos. 

    As inscrições para os primeiros cursos seguem abertas até o dia 25 de março. Os interessados podem acessar o link a seguir e seguir o passo a passo https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf5vhjCJcThjPBUGN_2WE2A9dM2oEs2mhbnle2bwPLvVjR5Nw/viewform  

    Escola de Criação Casa da Ribeira

    A Escola vai disponibilizar, neste ano, um total de 07 cursos de formação (4 breves e 3 aprofundados). Serão mais de 160 horas para o fomento à criatividade e o desenvolvimento humano através das artes para um grupo diversificado de 130 pessoas inscritas e, também, com a realização de aulões abertos. 

    Dentre os cursos estão: Um Lugar de Partida – Dança Contemporânea e Processos Criativos com Ana Cláudia Viana – 20h; Você Ainda Lembra? (Oficina de Escrita Poética com Thiago Medeiros – 20h); Iniciação à Percussão e Sonorização (Alessandro Saraiva e Nando Galdino – 20h); Narrativas Afirmativas no Audiovisual (com Di Gatti – 20h); O Moinho de Ideias (com Clotilde Tavares – 12h); Dramaturgias Clássicas e Documental (com Henrique Fontes – 44h) e, Ancestralidade como Potência (com Alessandra Augusta – 26h). 

    A Escola de Criação é uma realização da Casa da Ribeira, Casa +Negra Diversidade e conta com patrocínio da vereadora Brisa Bracchi (emenda parlamentar), da Prefeitura do Natal, da Fundação Nacional de Artes e do Ministério da Cultura – Governo Federal. 

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    Fundação José Augusto abre inscrições para seleção de instrutores de dança

    Estão abertas as inscrições para credenciamento e seleção de instrutores de dança, que atuarão em cursos livres realizadas pelo Governo do RN, por meio da Fundação José Augusto (FJA).

    Serão selecionados instrutores(as) de dança, pessoas físicas ou microempreendedores individuais (MEI), residentes e domiciliados no Rio Grande do Norte.

    Pré-requisitos necessários:

    • Ter idade igual ou maior de 18 (dezoito) anos;
    • Ser profissional de dança com atuação profissional na área da há, pelo menos, 02 (dois) anos, consecutivos ou não.

    Plantão de dúvidas virtual: 26/02 (segunda-feira) – às 17h, pelo Google Meet. O link será disponibilizado meia hora antes da reunião. Telefone para contato – Wanie Rose – (84) 99409-6655.

    Para baixar o edital, a ficha de inscrição e todos os anexos, acesse o link: https://shar.es/agri9p.

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    “dança que ninguém quer ver”: Giradança apresenta espetáculo gratuito no final de semana

    A companhia de dança contemporânea Giradança apresenta nos dias 23 e 24 de fevereiro o espetáculo “Bando: dança que ninguém quer ver”, uma experiência estética que pode ser vista no Espaço Cultural Gira Dança. As sessões contam com intérpretes de Libras e acontecem às 20h. Com distribuição gratuita, os ingressos podem ser reservados através da plataforma Sympla (https://www.sympla.com.br/produtor/giradanca) a partir desta segunda-feira, 19/2.

    O espetáculo traz um elenco formado pelos bailarinos, com e sem deficiência, Álvaro Dantas, Jânia Santos, Joselma Soar, Ana Vieira, Marconi Araújo, Wilson Macário e Francisca Angélica, e tem como linguagem cênica a improvisação. 

    A sua primeira montagem foi em 2015, com remontagem no ano de 2019, sempre trabalhando a atualização da coreografia de acordo com perspectivas do dia a dia dos bailarinos, sem ter como objetivo a representação na dança. Assim, de acordo com o diretor de coreografia, Alexandre Américo, a peça questiona como esses corpos se organizam em bando para dar conta da vida cotidiana.

    “Em Bando, o público vai encontrar uma peça de improvisação, a partir de situações coreográficas, com a pretensão de se distanciar da ideia de que a dança é movida por passos de dança e que tende a ser um acontecimento cênico. Então, o que a gente está em busca são corpos atentos, vivos e que se relacionam”, explica Alexandre Américo.

    Com direção coreográfica de Alexandre Américo e direção artística de Álvaro Dantas e Ana Vieira, a apresentação de “Bando” é uma das primeiras atividades do ano do projeto do Giradança fomentado pelo Programa Funarte de Ações Continuadas 2023 com ações continuadas de pesquisa, produção e difusão dos trabalhos da companhia. O projeto “Giradança 2024” será executado em três etapas: manutenção da estrutura artística, remontagem de espetáculos e pesquisa, intercâmbio e criação interna e para o público externo. 

    O espetáculo “Bando: dança que ninguém quer ver” está sendo realizado com patrocínio da Lei de incentivo à cultura, Banco Itaú, Ministério da Cultura e Governo Federal.

    GIRADANÇA  Giradança é uma companhia de dança contemporânea formada por bailarinos com e sem deficiência que tem como proposta artística ampliar o universo da dança através de uma linguagem própria, voltada para o conceito do corpo como ferramenta de experiências. Em 19 anos de atuação, a Companhia Potiguar Giradança já criou cerca de 15 espetáculos, pôde apresentar em mais de 60 municípios brasileiros, em 15 estados, e também realizou apresentações/temporadas em Berlim, Bremerhaven e Karlshure na Alemanha, Coimbra em Portugal – dentro da programação do Ano Brasil em Portugal, San José na Costa Rica e Assunção no Paraguai. 

    SERVIÇO

    Bando: dança que ninguém quer ver

    (Classificação 14 anos)
    Dias: 23 e 24 de fevereiro
    Horário: 20h
    Onde: Espaço Cultural Gira Dança (R. Frei Miguelinho, 100 – Ribeira, Natal)
    Entrada gratuita – Para retirar os ingressos acesse: https://www.sympla.com.br/produtor/giradanca

    Com Intérprete de libras nos dois dias

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    Balé do Sesc segue com turmas abertas para fevereiro

    Em fevereiro, tem início as aulas do Balé do Serviço Social do Comércio do Rio Grande do Norte (Sesc RN), instituição do Sistema Fecomércio, que segue com vagas nas turmas das unidades Cidade Alta e Zona Norte. As inscrições são presenciais na Central de Relacionamento com valores a partir de R$ 35,00 mensais. 

    As turmas variam de acordo com a faixa etária e experiência dos participantes, ou seja, a partir dos 4 anos e com avaliação dos professores nas duas unidades do Sesc. No ato da matrícula, o inscrito terá uma aula nivelamento, que definirá o conhecimento prático. 

    O Balé do Sesc tem mais de 30 anos de desenvolvimento, fomento e incentivo no segmento da dança no estado. As salas de aula são climatizadas e contam com estrutura exigida para a prática, com piso, linóleo, barras e espelhamento. Os valores variam de acordo com a categoria da credencial Sesc do aluno, entre R$ 35,00 e R$ 57,00. 

    Para os alunos do Balé do Sesc, um dos momentos mais esperados é a apresentação de fim de ano, que envolve todos os alunos e bailarinos convidados. Em 2023, o tema do espetáculo aconteceu dentro da programação oficial do Brilha Natal da Fecomércio, com o nome “Prince: Em Busca do Tesouro”. 

    Serviço

    O que? Balé do Sesc segue com turmas abertas para fevereiro

    Quando? 

    Inscrições: Enquanto houver vagas. 

    Início das aulas: 05 de fevereiro de 2024. 

    Onde? Centrais de Relacionamento do Sesc Cidade Alta e Zona Norte, segunda a quinta-feira, das 7h às 18h. 

    Valores: 

    • Trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo – R$ 35,00  
    • Empreendedor – R$ 42,00 
    • Conveniado – R$ 49,00 
    • Público em Geral – R$ 57,00
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