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    Minicurso “Como Saber se o Meu Cão Tem Dor? será dia 27 em Natal

    O minicurso “Como Saber se o Meu Cão Tem Dor?” é uma oportunidade valiosa para tutores de cães aprofundarem seus conhecimentos sobre o bem-estar e a saúde de seus pets. Projetado por três comportamentalistas, do SER Coletivo Multiespécie, o curso oferecerá aos participantes ferramentas práticas para melhorar a qualidade de vida de seus companheiros caninos.  

    Este minicurso é uma ferramenta indispensável para qualquer tutor que deseja entender melhor a saúde e o bem-estar de seu cão, fornecendo insights essenciais sobre como identificar e gerenciar a dor, garantindo assim uma melhor qualidade de vida para seu amigo de quatro patas.

    Os temas serão abordados em 3 módulos:

    Módulo 1: Entendendo a Dor em Cães

    • Introdução à percepção da dor em cães: Diferenças entre dor aguda e crônica.
    • Como os cães expressam dor: Aprendendo a ler sinais não verbais de dor, incluindo linguagem corporal e mudanças comportamentais.

    Módulo 2: Sinais Comportamentais de Dor

    • Alterações no comportamento diário: Mudanças na atividade, apetite, e interações sociais.
    • Sinais específicos de dor: Reconhecendo sinais sutis e óbvios, como gemidos, mancar, e mudanças na postura.
    • Análise de vídeos e relatos de casos para identificar sinais de dor.

    Módulo 3: Fatores Contribuintes para a Dor em Cães

    • Condições comuns que causam dor: Artrite, doenças dentárias, infecções de ouvido, entre outras. Compensação.
    • Impacto do comportamento e do ambiente: Como o estresse e a ansiedade podem agravar a percepção da dor.

    Além da parte expositiva o curso oferecerá ainda a oportunidade de  uma sessão interativa com as comportamentalistas para esclarecer dúvidas e discutir preocupações específicas.

    SERVIÇO

    CURSO “COMO SABER SE O MEU CÃO TEM DOR?” –  PARA TUTORES

    Dia 27 de abril, sábado, das 9h às 12h

    Local: L’Auto Cargo  – R. Aldo de Melo Freire, 1675 – Capim Macio

    Mais informações: https://www.instagram.com/ser.coletivomultiespecie/

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    Fevereiro é o mês da prevenção de doenças em animais idosos e doenças neurodegenerativas

    No mundo animal, o mês de Fevereiro é dedicado à prevenção das doenças em animais idosos e doenças neurodegenerativas – patologias que não têm cura e afetam o sistema nervoso central dos pets, em especial os cães e gatos, causando problemas como perda de memória, movimentos involuntários, convulsões, alteração de sono, vocalização, dor crônica, entre outros.

    A campanha Fevereiro Roxo tem o objetivo de compartilhar conhecimento, informando sobre as principais patologias,  tratamentos disponíveis, e também a importância do diagnóstico precoce para uma melhor qualidade de vida do pet.

    O cuidado com a saúde deve ser constante e realizado ao longo de toda a vida do pet, focando especialmente na terceira idade, onde surgem as patologias crônicas como cardiopatias, nefropatias, endocrinopatias e principalmente as neuropatias como disfunções cognitivas.  Apesar de não existir nenhuma garantia de que o pet não sofrerá com patologias ao envelhecer, é importante que o tutor tenha conhecimento sobre as principais doenças que podem acometê-lo, independentemente da raça ou idade para saber como agir. A veterinária e nutróloga pet Karla Danielle ressalta que a partir dos 6  anos de idade, o tutor já pode trabalhar a frente preventiva. Iniciando junto ao veterinário, terapias com antioxidantes, fitoterápicos e suporte alimentar, voltado a p para proteção do sistema nervoso e funções neuromotoras.

    Segundo a veterinária, as síndromes cognitivas são as que mais chamam a atenção do tutor. Observe sinais como ataques súbitos de raiva ou inquietação, sono alterado e latidos constantes. Podem ser os primeiros sintomas de que algo está errado.

    Karla Danielle destaca que o avanço da idade do pet vai trazer a degeneração natural do organismo, assim precisamos pensar em tratamento, suplementos e medicamentos capazes de retardar todo esse processo.

    Então, se um animal idoso ou em qualquer outra fase da vida apresentar sinais de problemas neurológicos e/ou for diagnosticado com uma doença neurodegenerativa, a família deve buscar o acompanhamento de um profissional que possa oferecer a este pet uma melhor qualidade de vida, e claro! acolhê-lo com muito amor.