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    Com três potiguares, Seleção Brasileira estreia hoje (29) na Copa do Mundo de Halterofilismo paralímpico

    Etapa obrigatória para os halterofilistas que buscam garantir vaga nos Jogos Paralímpicos de Paris em setembro deste ano, a Copa do Mundo da modalidade começa nesta quinta, 29, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. A delegação brasileira conta com 13 atletas – 2 deles potiguares. Os paratletas da Sadef, Júnior França e Maria Rizonaide, viajaram acompanhados do técnico Carlos Williams, que também integra a seleção.

    “Essa Copa é muito importante, pois concentra as melhores equipes do mundo. Eu estou em uma nova categoria, mais pesada, e preciso bater a marca necessária para ficar entre os 8 melhores do ranking e ficar mais perto de Paris. Vim com essa meta”, diz Júnior França, estreante na categoria 59kg, com disputas marcadas para o sábado, dia 2. Estão em Dubai os halterofilistas que disputaram as demais competições obrigatórias para qualificação aos Jogos de Paris, definidas pela Organização Mundial de Halterofilismo Paralímpico. Além dos atletas que alcançaram um índice definido pelo Comitê Brasileiro em competições nacionais ou internacionais.

    A outra potiguar na Copa do Mundo, Maria Rizonaide, disputa a categoria 50kg nesta sexta (01). A Copa do Mundo em Dubai será a penúltima competição internacional da Seleção Brasileira antes dos Jogos Paralímpicos de Paris. Em junho acontece uma etapa da Copa do Mundo em Tbilisi, na Geórgia.

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    Potiguares medalham em Regional e conquistam vaga para Brasileiro de bocha paralímpica

    “Uma campanha surpreendente”. Foi assim que o técnico Alexsandro Silva definiu a participação dos atletas da Sadef/RN no Campeonato Regional Nordeste de Bocha Paralímpica, realizado em João Pessoa. Três potiguares subiram ao pódio da competição: Josivan Peixoto foi bronze na classe BC1; Jean Carlos, bronze na BC3; e José Antônio conquistou a prata na classe BC4. Jean e José ainda garantiram vaga no Brasileiro da modalidade, que vai acontecer em setembro, em Fortaleza.

    Com apenas 16 anos, José Antônio foi aclamado pelos participantes como a revelação do campeonato. “Ele disputou com atletas muito experientes, inclusive da seleção brasileira. Foi o que teve o caminho mais difícil até a final, e surpreendeu com a prata”, diz o técnico. José Antônio tem distrofia de Duchenne, uma doença neuromuscular genética. Ela é caracterizada por fraqueza e perda de massa muscular progressiva, devido a degeneração dos músculos esquelético, liso e cardíaco.

    Os atletas da Sadef já voltaram para casa e nesta quarta-feira retomam os treinamentos, agora com foco no Brasileiro.

    BOCHA

    A bocha paralímpica chegou ao Brasil na década de 1970. O objetivo da modalidade é lançar bolas coloridas o mais perto possível de uma bola branca. Pra isso, os atletas podem usar as mãos, pés, e instrumentos de auxílio. Aos atletas com maior comprometimento dos membros, é permitida ainda a ajuda de calheiros. A bocha é muito praticada por atletas com elevado grau de paralisia cerebral ou deficiências severas.

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    Potiguares da Sadef conquistam ouros e bronze em Copa do Mundo

    Enquanto os olhos do mundo estavam voltados para o Qatar, sede da disputa da Copa do Mundo de futebol, uma outra Copa consagrava potiguares. A Copa do Mundo de Halterofilismo Paralímpico, realizada até ontem nos Emirados Árabes Unidos, também na Ásia, encerrou o calendário da modalidade em 2022. E dos quatro atletas da Sadef (Sociedade Amigos do Deficiente Físico) convocados para a competição, três subiram ao pódio.

    Já no primeiro dia de disputas, o pódio dourado. Maria Rizonaide, da categoria até 50kg, levantou quase o dobro do próprio peso (95kg) e festejou: “Medalha de ouro, e minha melhor marca pessoal. Agradecer primeiro a Deus por mais essa conquista, ao meu técnico, fisioterapeutas, médicos, ao meu clube Sadef e a todos que torceram por mim. Essa medalha é de todos”, afirmou Rizonaide. Na mesma prova, a potiguar Maria Luzineide foi quinta colocada.

    Na categoria até 61kg, mais um ouro pro Brasil e pra Sadef. Depois de duas tentativas invalidadas, Naira Cruz, estreante em Copa do Mundo, levantou 93kg na terceira e última tentativa, mais que suficiente para o ouro. A segunda colocada, uma taiwanesa, levantou 10kg a menos. No mesmo dia, na categoria masculina até 54kg, a dobradinha brasileira no pódio teve a presença de um potiguar. Júnior França faturou o bronze, com 159kg levantados, apenas 6 a menos que o compatriota Bruno Carra, que ficou com a prata.

    O Brasil terminou a competição com 12 pódios: seis ouros, três de prata e três de bronze. Para a disputa em Dubai, foram convocados apenas atletas que disputaram competições obrigatórias para os Jogos Paralímpicos de Paris 2024, definidas pela WPPO (Organização Mundial de Halterofilismo Paralímpico, na sigla em inglês). Além disso, os atletas convocados necessitavam, com suas marcas no ranking nacional de halterofilismo, no período de 22/11/2021 a 08/10/2022, estarem também no TOP 10 do ranking internacional.

    O técnico da Sadef, Carlos Williams, foi um dos técnicos da Seleção Brasileira em Dubai. Já a atleta Alane Dantas chegou a ser convocada para a seleção, mas às vésperas da viagem, testou positivo para Covid e acabou não viajando.