Miséria

“Desculpe interromper, mas eu estou passando por dificuldades…”. Essa foi a frase (com pequenas variações) mais ouvida nos últimos dias. A visita de familiares que moram em Santa Catarina nos fez passar a semana como ‘guias’ turísticos em Natal. Praias, feirinhas de artesanato, forte dos Reis Magos, bares e restaurantes, centro histórico, igrejas, pinacoteca.

Apesar da beleza natural de Natal e do excelente atendimento em todos os locais, impressiona o número de pedintes em todos – TODOS – os recantos da cidade. Sem contar os que tentam vender balinhas, panos de prato, trufas e qualquer coisa que possa dar uns trocados. É de partir o coração.

A limpeza no Centro também deixa a desejar, assim como o policiamento. Muita gente dormindo nas calçadas e bancos de praça. A falta de sinalização turística em igrejas, museus, monumentos e pontos de visitação é outro fator negativo para quem visita Natal. Vimos pequenos grupos com agências de turismo. Mas, se você for o anfitrião e guia, tem que se virar para dar informações sobre os locais.

Como cantariam os Titãs: “Miséria é miséria em qualquer canto
Riquezas são diferentes…”.

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