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    Teatro Cego apresenta o espetáculo “Um outro olhar” de terça (24) a sexta (26) na Arena das Dunas

    O Teatro Cego vem pela primeira vez a Natal com a peça teatral “Um Outro Olhar”. A peça acontece completamente no escuro e o público fica no palco juntamente com os atores, colocados dentro do cenário. Ao abdicar da visão, o público compreende a trama através doa seus outros sentidos (olfato, paladar, tato e audição). A proposta é estabelecer uma linguagem inédita no teatro.

    Durante o espetáculo, sons, vozes e cheiros chegam aos espectadores vindos sempre de locais diferentes, dando a sensação de que eles estão realmente inseridos no ambiente cênico.

    A peça conta com atores com deficiência visual, que passam a ser peças de extrema importância quando o trabalho ocorre no completo escuro. Cumpre-se assim, também, um papel social, inserindo esses profissionais no mercado de trabalho e abrindo a possibilidade de uma forma de expressão artística que, até então, imaginava-se inviável para essas pessoas.

    O Espetáculo conta a história de uma empregada doméstica e sua patroa que passam, ao mesmo tempo, por um tratamento de câncer. As duas encontram-se em momentos diferentes da doença, com a empregada praticamente curada e a patroa iniciando a quimioterapia. A relação dessas duas mulheres mostra as diferentes posturas e dificuldades que pessoas de classes sociais distantes têm diante desse desafio, ao mesmo tempo em que a compreensão das condições de cada uma delas faz nascer uma amizade que se tornará a principal ferramenta de suas lutas. Apesar do tema delicado, a trama se desenvolve com muita leveza, bom humor e sensibilidade, levando o espectador a uma reflexão que aprofunda a discussão sobre aspectos emocionais, sociais e comportamentais da doença. A trama fala sobre generosidade, empatia, amor, medo, superação, respeito e autoestima. Por acontecer completamente no escuro, a peça se utiliza ainda mais da percepção do espectador, fazendo com que o tema proposto possa ser tratado com ainda mais sensibilidade e aprofundamento. 

    O projeto é uma parceria do Teatro Cego com a ONG Cabelegria que visa realizar 60 apresentações do espetáculo “Um Outro Olhar” em várias capitais do Brasil, com entrada gratuita.

     As apresentações já aconteceram nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Belo Horizonte e agora seguem para Natal e Belém, sempre em parceria com hospitais e entidades de cada local ligadas ao câncer.

    A partir de uma hora antes da primeira apresentação de cada dia, o público presente será convidado a conhecer a tenda da Cabelegria, junto ao local da apresentação, e poderá doar cabelo para a confecção de perucas.

    Haverá, também, várias opções de perucas prontas para serem doadas a pessoas que tiverem perdido o cabelo em consequência de quimioterapia (alguns documentos que comprovam o tratamento serão solicitados para a doação da peruca). Nessa tenda as pessoas contarão com o auxílio de cabeleireiros, podendo sair do local já usando a peruca escolhida.

    Um Outro Olhar – Teatro Cego é um projeto da C-Três Projetos Culturais em parceria com a ONG Cabelegria, com patrocínio da Teleperformance, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

    O que é o Teatro Cego?

    Desde 2012 a C-Três Projetos Culturais vem desenvolvendo o Teatro Cego, um formato teatral onde a peça acontece completamente no escuro, proporcionando, através da arte e do entretenimento, uma experiência única ao público, convidando-o a abdicar da visão e a compreender a trama através de seus outros sentidos (olfato, paladar, tato e audição), utilizando-se de aromas, música e sensações táteis.

    Saiba mais em:  www.teatrocego.com.br

    O que é a Cabelegria?

    Fundada em outubro de 2013, a Cabelegria é uma ONG que recebe doações de cabelo, transformando-o em perucas que são doadas, por meio de Bancos de Perucas (itinerantes e fixos), para pessoas que perderam seus cabelos devido ao tratamento quimioterápico ou a outras patologias. Todo o processo é gratuito.

    Já foram distribuídas mais de 10 mil perucas para crianças e mulheres de todo o Brasil.

    A Cabelegria acredita que a autoestima pode fazer toda a diferença durante um tratamento quimioterápico. Por isso, busca aumentar cada vez mais as doações de perucas para pacientes e expandir seu Banco de Perucas para os maiores centros de tratamento oncológico do Brasil.

    Saiba mais em www.cabelegria.org

    SERVIÇO

    Teatro Cego – “Um Outro Olhar”

    De 24 a 26 de maio, às 18h30 e 20h30

    Local: Auditório da Arena das Dunas – Av. Prudente de Morais, 5121 – Lagoa Nova –  Natal 

     – Os ingressos para a peça teatral serão gratuitos e começam a ser distribuídos 1 hora antes de cada sessão do espetáculo. A distribuição será feita de acordo com a ordem de chegada, através de senhas. Só será distribuída uma senha por pessoa. Serão distribuídos 70 ingressos por espetáculo.

    – Além desses 70 ingressos, mais 30 ingressos serão distribuídos antecipadamente para instituições ligadas ao câncer e instituições ligadas a pessoas com deficiência visual.

    – A ONG Cabelegria estará com sua tenda ( das 17h30 às 21h) recebendo doação de cabelo e fazendo doação de perucas para pessoas que tenham perdido o cabelo por conta de quimioterapia.

    Doação de Perucas

    • Para o Cadastro de recebimento de perucas todos os pacientes deverão ter em mãos os seguintes documentos: Laudo médico, comprovante de quimioterapia, RG e CPF.
    • A Cabelegria doa UMA peruca por paciente e se porventura o paciente já tiver recebido uma peruca da ONG pelos correios ou pelos Bancos de perucas existentes o paciente não poderá receber outra peruca, caso queira ele poderá efetuar a troca da peruca, porém precisará levar a peruca doada.
    • O cadastro é bem simples, será feito na parte externa da tenda e após o cadastro, solicitaremos que o paciente assine um documento (obrigatório) “Comprovante de entrega de peruca” também perguntamos se o paciente autoriza a imagem para que possamos utilizar em nossas redes sociais. Caso aceite, o paciente assina o documento “Termo de Autorização de uso de imagem”. Lembrando que a assinatura desse documento é opcional.
    • Após esse processo os pacientes serão direcionados para escolher sua peruca, assim que escolhida receberão um Kit com um álcool em gel, instruções de como cuidar de sua peruca e uma ecobag.
    • Todo o processo é gratuito.

    FICHA TÉCNICA

    Produção Executiva – Luiz Mel

    Texto e direção – Paulo Palado

    Produção – Lourdes Rocha

    Gerente de Produção Técnica – Carlos Righi

    Contrarregragem – Zan Martins e Rosana Antão

    Sonoplastia – Felipe Herculano

    Elenco – Ana Righi, Luma Sanches e Paulo Palado

    Fotos e filmagens – Ian Noppeney

    Companhia de Teatro Cego

    A Companhia de Teatro Cego surgiu no Brasil em 2012. O formato foi originalmente criado em Córdoba, na Argentina, em 1990. Em 2010, o ator e diretor Paulo Palado esteve em Buenos Aires para conhecer o formato e decidiu trazer a ideia para o Brasil. A C-Três – Projetos Culturais, do produtor executivo Luiz Mel, já trabalhava com projetos artísticos com cunho social como Os Sons da Paz e Os Novos Caminhos da Música e o Teatro Cego tornou-se o novo projeto da produtora. Porém, não existe nenhum vínculo – a não ser o de amizade – com o Teatro Ciego argentino. A ideia é fazer espetáculos teatrais completamente no escuro, convidando o público a abdicar da visão e a usar os seus outros quatro sentidos, além da intuição, para assistir à peça. Para isso, sons, vozes, aromas e sensações táteis são utilizados para colocar o público dentro da trama. O formato de apresentação também não é o tradicional. A plateia é distribuída em cadeiras que intercalam cenários e objetos de cena e o público tem uma proximidade muito grande com os atores, que circulam entre as cadeiras. Por acontecer completamente no escuro, a peça conta com alguns atores com deficiência visual. Porém, a ideia é que nenhum espetáculo aconteça somente com esses atores, mas sim, que haja sempre uma integração com atores videntes.

    Os Espetáculos do Teatro Cego

    O primeiro espetáculo da companhia, “O Grande Viúvo”, estreou no Teatro TucaArena em 2012, com texto de Paulo Palado, adaptando o conto homônimo de Nelson Rodrigues. Em 2014, a companhia estreou sua segunda peça, “Acorda, Amor!”. Esse espetáculo é costurado por canções de Chico Buarque executadas ao vivo pela banda Social Samba Fino, composta por sete músicos. Em 2016, a companhia estreou a peça “Clarear – Somos Todos Diferentes”, com texto de Sara Bentes, que também é atriz em todas as peças. O espetáculo fala sobre quatro jovens com diferentes características (uma garota com deficiência visual, um rapaz com deficiência auditiva, um argentino e uma torcedora fanática do Juventus da Moóca) que dividem a mesma república. Agora, a companhia está lançando seu novo espetáculo “Um Outro Olhar”, em parceria com a ONG Cabelegria. O Espetáculo conta a história de uma empregada doméstica e sua patroa que passam, ao mesmo tempo, por um tratamento de câncer. As duas encontram-se em momentos diferentes da doença, com a empregada praticamente curada e a patroa iniciando a quimioterapia. A relação dessas duas mulheres mostra as diferentes posturas e dificuldades que pessoas de classes sociais distantes têm diante desse desafio, ao mesmo tempo em que a compreensão das condições de cada uma delas faz nascer uma amizade que se tornará a principal ferramenta de suas lutas. Apesar do tema delicado, a trama se desenvolve com muita leveza, bom humor e sensibilidade, levando o espectador a uma reflexão que aprofunda a discussão sobre aspectos emocionais, sociais e comportamentais da doença. A trama fala sobre generosidade, empatia, amor, medo, superação, respeito e autoestima. Por acontecer completamente no escuro, a peça se utiliza ainda mais da percepção do espectador, fazendo com que o tema proposto possa ser tratado com ainda mais sensibilidade e aprofundamento. A tenda da Cabelegria acompanha a peça em todas as apresentações e, nele, é possível doar cabelo para confecção de perucas para mulheres que estejam fazendo tratamento quimioterápico. Perucas já prontas também podem ser retiradas na mesma tenda. Todas as peças da companhia são dirigidas por Paulo Palado e produzidas pela C-Três Projetos Culturais.

    Parceiros

    Durante esses dez anos de atividades, a Companhia de Teatro Cego trabalhou em parceria com diversas instituições. Entre elas, o BOS – Banco de Olhos de Sorocaba, A Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo, a Laramara – Associação Brasileira de Assistência à Pessoa com Deficiência Visual e a Fundação Dorina Nowill para Cegos.

    O Processo de Criação

    O processo de criação da Companhia de Teatro Cego parte sempre do texto. Dos quatro textos montados até agora, três são de Paulo Palado e um de Sara Bentes e já são escritos pensando no Teatro Cego, pois as falas dão indicação de muitos elementos e situações que o espectador não conseguiria identificar sem a visão. O espaço para sons e aromas muito característicos também é priorizado para que a produção possa atuar de forma consistente durante o espetáculo. Porém, tudo isso é feito de maneira que não haja exagero. Não se pode permitir que os meios justifiquem os fins. A ocupação do espaço também é uma preocupação que vem logo no início do processo. A trama tem que ser encenada sempre no mesmo espaço, pois os espectadores estão sentados em suas cadeiras junto com os cenários. As mudanças de cenas são feitas através de músicas e ou aromas. Uma mesma música é repetida sempre que a cena volta para um mesmo cenário. O mesmo pode acontecer com um aroma. O cenário, apesar da escuridão, é de extrema importância para a compreensão do espaço. Portas, armários, mesas, cadeiras, escadas, louça, talheres, camas. Os objetos cenográficos se mostram presentes através de seus sons ou por simples citação dos personagens. Uma característica muito importante do espaço cênico é a forma da sua apresentação. Ao contrário de uma peça convencional, onde o espectador vê primeiro o cenário, que depois vai sendo preenchido por movimento e vida, no Teatro Cego tudo começa em uma escuridão profunda e total. Após a entrada dos atores, com a movimentação e utilização dos espaços, é que o cenário vai se revelando. Os espetáculos são sempre compostos por atores com deficiência visual e atores videntes. A ideia é integrar. Imagine ter que criar um acesso a cadeirantes para um andar acima do piso térreo. Não cadeirantes podem subir facilmente pela escada. Então cria-se um elevador para as pessoas com deficiência física. Isso é acessibilidade. Porém, uma rampa serviria muito bem aos dois públicos. Isso é integração. O processo de criação dos personagens começa com a leitura branca do texto em uma mesa, como em qualquer outra montagem convencional. Enquanto alguns atores se utilizam do tradicional texto no papel, riscado com lápis e grifado com marca-texto, outros leem em braile. Outros ainda contam com aplicativos leitores de tela em um celular ligado ao ouvido por um fone e falam por cima do que ouvem. É como um ponto. Entre essas leituras, os atores e o diretor praticam exercícios de cognição, criando conexões entre os personagens através de códigos inconscientes. Isso ajuda a desconstruir a comunicação rasa que utilizamos na maior parte do tempo e desfaz alguns vícios, tanto de expressão quanto de compreensão. Os ensaios vão então para um espaço demarcado, determinando os locais de cenografia e público. Algumas marcas são colocadas para guiar os atores. O cenário será uma das referências. Em alguns locais, o piso tátil é usado. Os atores com deficiência se locomovem, a princípio, com bengalas (guias) ou com a ajuda da produção. Quando o espaço é completamente dominado, apaga-se as luzes e retira-se as bengalas dos atores com deficiência. Enquanto isso, a produção está pesquisando aromas e sons. Quando os cenários são montados, junta-se tudo nos ensaios finais.

    “No princípio era o caos”

    O processo de criação do Teatro Cego é todo baseado na desconstrução de personagens e espaços. E essa reconstrução é feita a cada espetáculo, diante do público. 

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    Casa de Zoé chega a Mossoró nesta sexta-feira (20) com o espetáculo “Sinapse Darwin”

    Inspirado na vida e na obra do pesquisador e naturalista Charles Robert Darwin, “Sinapse Darwin” é o mais recente trabalho da CASA DE ZOÉ, com direção geral e dramaturgia de César Ferrario e direção de arte de João Marcelino. O espetáculo, que teve estreia com ingressos esgotados e excelente retorno do público e da imprensa em 2021, chega pela primeira vez a Mossoró nesta sexta-feira (20) com o projeto Circuito Sinapse Darwin.

    Sinapse Darwin remonta a história do naturalista e pesquisador de forma inusitada e nos desperta por sua disposição as diferentes geografias, pelo respeito e admiração as diversidades étnicas e pela perspicácia em estabelecer os princípios científicos para sustentação de suas afirmações. A linha narrativa, desobediente ao tempo e a geografia, se faz livre nos caminhos imprevisíveis do pensamento. Nessa trajetória, fatos icônicos da vida como nascimento, formação e jornada, são espelhados e transfigurados pela memória. Requisitando a imaginação, elementos de teorias contidas em “A Origem das Espécies”, vão sendo gradualmente revelados a partir de um olhar sobre o cotidiano.

    Com trilha sonora ao vivo e direção musical de Caio Padilha, a obra é executada sobre uma estrutura autônoma de luz, som e palco, podendo ser montada em qualquer lugar, levando o teatro para rotas além das usuais. Uma estrutura que conclama as pessoas das grandes e pequenas cidades, para que juntas, mais uma vez, se disponham ao exercício de imaginar.

    “Projetar a montagem e circulação de SINAPSE DARWIN, ainda no momento auge da pandemia, foi um grande desafio em todas as suas dimensões. Naquele instante não tínhamos a certeza da obra e suas proporções. Ter agora a oportunidade de iniciar essa circulação por outras cidades do nosso estado, especialmente Mossoró, terra do nosso diretor e dramaturgo César Ferrario, é um presente para toda a equipe. Aqui fomos abraçados e tivemos a parceria do Colégio Diocesano, que cedeu suas instalações para realizarmos duas apresentações”. Fala Arlindo Bezerra, Coordenador de Produção.

    O projeto Circuito Darwin é uma realização da Casa de Zoé, produção da Bobox Produções e Tayó Produções, com patrocínio do Governo do estado do Rio Grande do Norte, Fundação José Augusto, Lei Câmara Cascudo, NEOENERGIA COSERN e Instituto NEOENERGIA.

    SERVIÇO

    CIRCUITO SINAPSE DARWIN

    MOSSORÓ – 20/05 (sexta-feira) – Sessões às 17h30 (aberta para os alunos da escola) e 20h – Local: Colégio Diocesano – Ginásio Carecão

    ACESSO GRATUITO!

    Patrocínio: Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Fundação José Augusto, Lei Câmara Cascudo, NEOENERGIA COSERN e Instituto Neoenergia.

    Realização: CASA DE ZOÉ

    Produção: BOBOX Produções e TAYÓ Produções

    Siga: @casadezoe

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    Musical ‘As Cangaceiras, Guerreiras do Sertão’ continua até domingo (15) no Teatro Alberto Maranhão

    O musical “As Cangaceiras, Guerreiras do Sertão”, aporta em Natal para temporada de três dias no Teatro Alberto Maranhão, de sexta (13) a domingo (15). O espetáculo estreou em 2019 no Teatro do Sesi, em São Paulo, e é uma fábula inspirada nas mulheres que seguiam os bandos nordestinos atuantes contra a desigualdade social da região.

    De acordo com a produção, a trama narra a história de um grupo de mulheres que se rebela contra mecanismos de opressão encontrados dentro do próprio cangaço e encontram, umas nas outras, a força para seguir.

    O musical tem texto e letras de Newton Moreno, direção de Sergio Módena, direção musical de Fernanda Maia e elenco formado pelo potiguar Marco França, Vera Zimmermann, Luciana Ramanzini, Luciana Lyra, Rebeca Jamir, Jessé Scarpellini, Marcello Boffat, Milton Filho, Pedro Arrais, Lola Fanucchi, Nábia Villela, Carol Bezerra e Eduardo Leão.

    Além dos atores, que cantam em cena, o espetáculo traz cinco músicos para completar a parte musical: Pedro Macedo (contrabaixo), Bruna Duarte (contrabaixo), Daniel Warschauer (acordeon), Carlos Augusto (violão), Abner Paul (bateria), Felipe Parisi (violoncelo).

    A trama

    O enredo começa quando Serena descobre que seu filho, que ela acreditava ter sido morto a mando do marido, Taturano, está vivo. Ela, então, larga seu grupo do cangaço, chefiado por Taturano, para partir em busca de seu bebê.

    Neste momento ela não tem a dimensão de que sua luta para encontrar o filho se tornará uma luta coletiva, maior que seu problema pessoal. Outras mulheres que formavam o bando se engajam nessa batalha, além de futuras companheiras que cruzam seu caminho.

    Serviço

    Peça “As Cangaceiras, Guerreiras do Sertão”

    Sexta (13) e sábado (14), às 20h; domingo (15), às 19h

    Teatro Alberto Maranhão – Praça Augusto Severo, s/n – Ribeira, Natal – RN, 59012-380

    Plateia, Frisa e Camarote – R$ 100 e R$ 50 (meia) / Galeria: R$ 50 e R$ 25 (meia), à venda na bilheteria do teatro ou Outgo.com.br

    Classificação: 12 anos
    Fotos e vídeos:  https://www.dropbox.com/sh/84z88lhqab7uigd/AAC9Nl6rZwnaMKEZrq5AyHDha?dl=0

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    Circuito Sinapse Darwin começa nesta sexta-feira (13) em Caicó

    Inspirado na vida e na obra do pesquisador e naturalista Charles Robert Darwin, “Sinapse Darwin” é o mais recente trabalho da CASA DE ZOÉ, com direção geral e dramaturgia de César Ferrario e direção de arte de João Marcelino. 

    O espetáculo, que teve estreia com ingressos esgotados e excelente retorno do público e da imprensa em 2021, inicia neste mês de maio o projeto Circuito Sinapse Darwin, uma turnê do espetáculo pelas cidades de Caicó, Assu, Mossoró, Natal (Zona Norte) e Parnamirim. Todas as apresentações serão gratuitas e em espaços de fácil acesso. Apenas as cidades de Caicó e Mossoró terão controle de ingressos que serão distribuídos no local uma hora antes de cada apresentação.

    Além da apresentação do espetáculo,o projeto ainda contempla a realização das oficinas “Jornada Pedagógica-Teatral Sinapse Darwin” direcionada a estudantes de produção cultural; e o lançamento do livro “Sinapse Darwin” de César Ferrario com ilustrações de FilipeAnjo, ambos com datas ainda a serem divulgadas. 

    Sinapse Darwin remonta a história do naturalista e pesquisador de forma inusitada. A linha narrativa, desobediente ao tempo e a geografia, se faz livre nos caminhos imprevisíveis do pensamento. Nessa trajetória, fatos icônicos da vida como nascimento, formação e jornada, são espelhados e transfigurados pela memória daquele que pertencem. Requisitando a imaginação, elementos de teorias contidas em “A Origem das Espécies”, vão sendo gradualmente revelados a partir de um olhar sobre o próprio cotidiano.

    Com trilha sonora ao vivo – com direção musical de Caio Padilha – Sinapse Darwin é executado sobre uma estrutura autônoma de luz, som e palco totalmente pertencente a CASA DE ZOÉ, podendo ser armado em qualquer lugar, levando o teatro para outras rotas, além das previsíveis e usuais. Uma estrutura que conclama as pessoas, das grandes e pequenas cidades, para que juntas, mais uma vez, se disponham ao exercício de imaginar.

    A história de Darwin nos desperta por sua disposição as diferentes geografias, pelo respeito e admiração as diversidades étnicas e pela perspicácia em estabelecer os princípios científicos para sustentação de suas afirmações. Chegar com o espetáculo em cidades do interior do estado e zona norte de Natal é motivo de alegria para a Casa de Zoé, pois acreditamos que o acesso ao teatro e à ciência são de extrema importância para nossa evolução humana. 

    “Projetar a montagem deste espetáculo e sua circulação, ainda no momento auge da pandemia, foi um grande desafio, em todas as suas dimensões produtivas, naquele instante ainda não tínhamos as certezas do tamanho que a obra seria. Ter a oportunidade de iniciar a circulação de SINAPSE DARWIN pelo interior do nosso estado do RN e na Zona Norte de Natal, é um presente pra toda a equipe do projeto, e em especial para o público potiguar. A Casa de Zoé tem como propósito promover a interiorização do teatro, e alcançar as praças. Somos muito gratos aos patrocinadores que credenciaram que esta jornada fosse possível ”. Arlindo Bezerra (Coordenador de Produção).

    O projeto Circuito Darwin é uma realização da Casa de Zoé, produção da Bobox Produções e Tayó Produções, com patrocínio do Governo do estado do Rio Grande do Norte, Fundação José Augusto, Lei Câmara Cascudo, NEOENERGIA COSERN e Instituto NEOENERGIA. 

    SERVIÇO

    CIRCUITO SINAPSE DARWIN

    PROGRAMAÇÃO:

    CAICÓ – 13/05 (sexta-feira) – Sessões às 17h30 e 20h – Local: SESC CAICÓ.

    ASSU – 17/05 (terça-feira)  –  19h – Local: Praça de Eventos Radialista Jota Keully.

    MOSSORÓ – 20/05 (sexta-feira) – Sessões às 17h30 e 20h – Local: Área de Eventos do Hotel Villa Oeste. 

    NATAL – 27/05 (sexta-feira) às 19h – Local: Estacionamento da UERN Zona Norte.

    PARNAMIRIM – 01/06 (quarta-feira) –  Sessões às 17h30 e 20h – Local: Área Externa do Cine Teatro Parnamirim

    ACESSO GRATUITO

    Patrocínio: Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Fundação José Augusto, Lei Câmara Cascudo, NEOENERGIA COSERN e Instituto Neoenergia.

    Realização: CASA DE ZOÉ.

    Produção: BOBOX Produções e TAYÓ Produções 

    Foto: Brunno Martins

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    “Meu Seridó” chega ao Teatro Riachuelo no mês de julho

    Você conhece o Seridó? O espetáculo teatral “Meu Seridó” resolveu trazer o sertão do Rio Grande do Norte até você, em uma crônica leve e divertida. Com produção da Jorge Elali Produções, o consagrado espetáculo da produtora Casa de Zoé chega ao palco do Teatro Riachuelo no dia 01 de julho.

    “Meu Seridó” nasceu do desejo da atriz Titina Medeiros de investigar e versar seu lugar de origem, a região do Seridó, no sertão do Rio Grande do Norte. No início era um espetáculo solo, possível de caber numa mala e se apresentar em alpendres e terreiros de comunidades rurais. Com a chegada do dramaturgo Filipe Miguez e do diretor César Ferrário o espetáculo foi mudando de proposta e o que era solo passou a ser um espetáculo de 05 atores. Foram 09 meses de montagem, 36 profissionais envolvidos e mais de 70 apresentações, desde a estreia em 2017.

    O espetáculo vai lhe proporcionar um passeio imaginário e delirante por este lugar arcaico e mítico. Um território nostálgico de arengas e amores. Em apenas uma hora, dez mil anos passarão diante de seus olhos. Universal ao falar da própria aldeia, Meu Seridó versa, acima de tudo, sobre o mais atual (e eterno) dos temas. Trata da relação do Homem com a Terra – que neste começo de milênio chega a um grave impasse. Tudo, é claro, com muito humor, música e boas doses de reflexão.

    O projeto Palco Natal, tem o patrocínio da Prefeitura do Natal, através da Lei Djalma Maranhão, e conta com o incentivo da Arena das Dunas.

    SERVIÇO

    Projeto Palco Natal – Meu Seridó

    Sexta, 01 julho, às 21h

    Teatro Riachuelo (Av. Bernardo Vieira, 3775 / Natal – RN)www.teatroriachuelonatal.com.br

    Duração:  70 minutos

    Classificação: 12 anos

    CANAIS DE VENDAS OFICIAIS:
    Bilheteria do Teatro: Shopping Midway Mall – Av. Bernardo Vieira 3775 – piso L3 (terça a sábado, das 14h às 20h).

    Ingressos a partir de R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia-entrada)

    Realização: Jorge Elali Produções

    Ficha Técnica – Meu Seridó

    Direção: César Ferrario
    Dramaturgia: Filipe Miguez
    Elenco: Titina Medeiros, Nara Kelly, Caio Padilha, Marcílio Amorim e Igor Fortunato
    Direção de arte: João Marcelino
    Direção musical: Caio Padilha
    Pesquisadora: Leusa Araújo
    Design de luz: Ronaldo Costa
    Cenotécnico: Rogério Ferraz
    Produção executiva: Arlindo Bezerra
    Operação de luz: Janielson Silva e Ronaldo Costa
    Operação de som: César Ferrario
    Técnico de montagem: Sandro Paixão

    Foto: Brunno Martins

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    Mossoró realiza chamamento de artistas profissionais para o espetáculo “Chuva de Bala”

    A Prefeitura de Mossoró, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, realiza chamamento de artistas profissionais da cidade que atuam como atores, bailarinos e artistas de circo e que queiram participar do elenco do espetáculo “Chuva de Bala no País de Mossoró 2022”.

    As inscrições começaram nesta segunda-feira (18) e seguem até quinta-feira (20). Os interessados podem enviar o portfólio para o e-mail   chuvadebalanopaisdemossoro@gmail.com. Após o envio, a direção fará a análise e escolherá os candidatos que se encaixarem no perfil da montagem do espetáculo deste ano.

    “Este ano, de forma democrática, já fizemos a seleção de novos talentos, oportunidade na qual ficamos bastante surpresos com a qualidade de jovens iniciantes na área da cultura do município. Agora, fazemos esse chamamento para os artistas profissionais que desejam participar do espetáculo ‘Chuva de Bala no País de Mossoró’”, declarou o diretor do Departamento de Gestão Cultural, Thiago Bento.

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    Temporada do espetáculo “Sinapse Darwin” é cancelada

    Devido às chuvas que caíram na última madrugada as apresentações do espetáculo Sinapse Darwin, que ocorreriam hoje (19) e amanhã (20), no TECESOL, estão canceladas. Por conta do alagamento, a parte elétrica do cenário está temporariamente comprometida e o bem-estar e a segurança do público e da equipe são inegociáveis.

    Aos que já compraram ingressos, o retorno será feito diretamente pelo Sympla (plataforma de venda).

    Para esclarecer qualquer dúvida o público pode entrar em contato através do email contatocasadezoe@gmail.com ou através do inbox do Instagram da @casadezoe

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    Casa de Zoé apresenta o espetáculo “Sinapse Darwin” no TECESOL nos dias 19 e 20 de março

    Inspirado na vida e na obra do pesquisador e naturalista Charles Robert Darwin, Sinapse Darwin é o mais recente espetáculo da CASA DE ZOÉ, com direção geral e dramaturgia de César Ferrario e direção de arte de João Marcelino. O espetáculo, que teve estreia com ingressos esgotados e excelente retorno do público e da imprensa em 2021, retorna ao TECESOL nesta semana em curta temporada de quatro apresentações, nos dias 19 e 20 de março.

    O espetáculo remonta a história de Darwin de forma inusitada. A linha narrativa, desobediente ao tempo e a geografia, se faz livre nos caminhos imprevisíveis do pensamento. Nessa trajetória, fatos icônicos da vida como nascimento, formação e jornada, são espelhados e transfigurados pela memória daquele que pertencem. Requisitando a imaginação, elementos de teorias contidas em “A Origem das Espécies”, vão sendo gradualmente revelados a partir de um olhar sobre o próprio cotidiano.

    No entanto, Darwin não foi o primeiro a dizer que a vida na terra é derivada de uma longa e diversa cadeia evolutiva. O filósofo mulçumano Al-Jahiz, por exemplo, escreveu mil anos antes um livro sobre como os animais mudam através do que chamou de seleção natural. Seu próprio avô, Erasmus Darwin, também já alertava sobre esse processo. Mas a história de Charles nos desperta por sua disposição as diferentes geografias, pelo respeito e admiração as diversidades étnicas e pela perspicácia em estabelecer os princípios científicos para sustentação de suas afirmações.

    Com trilha sonora ao vivo – com direção musical de Caio Padilha – Sinapse Darwin é executado sobre uma estrutura autônoma de luz, som e palco totalmente pertencente a CASA DE ZOÉ, podendo ser armado em qualquer lugar, levando o teatro para outras rotas, além das previsíveis e usuais. Uma estrutura que conclama as pessoas, das grandes e pequenas cidades, para que juntas, mais uma vez, se disponham ao exercício de imaginar.

    Sinapse Darwin é uma realização da Casa de Zoé, produção da Bobox Produções e Tayó Produções, com apoio da Prefeitura do Natal.

    SERVIÇO

    SINAPSE DARWIN

    Dias 19 e 20 de março, às 17h30 e 20h

    Local: Tecesol – R. Gov. Valadares, S/N – Neópolis, Natal – RN

    Ingressos: R$40,00 Inteira e R$20,00 meia-entrada

    Vendas: https://www.sympla.com.br/sinapse-darwin—temporada-marco__1509691

    Foto: Brunno Martins/Divulgação

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    “O Encontro dos Três Reis Magos Na Curva do Sol” será encenado hoje (17) à tarde no Centro

    Nesta sexta-feira, você tem um encontro com “Os Três Reis Magos na Curva do
    Sol”. A peça apresenta o encontro imaginário e interplanetário de três reis magos que se
    reúnem na Curva do Sol, um oásis na esquina do continente em algum lugar do planeta
    terra.

    Os três Reis desafiam tempo e espaço para contar ao público histórias de
    personagens que trouxeram esperança ao mundo. Os magos peregrinos anunciam os
    renascimentos: da vida e da fé. O encontro mostra que, em meio aos tempos de
    adversidade, sempre nascerá um amanhecer repleto de esperança.

    O espetáculo integra a programação do Natal em Natal, sendo uma das ações
    teatrais selecionadas para ocupação de espaços públicos promovida pela Prefeitura do
    Natal. Acontece na Rua João Pessoa na Cidade Alta – Polo Centro Histórico.

    A direção do espetáculo é coletiva. No elenco estão: Liliane Bezerra, Nelson Jr.
    e Nick Oliver.

    O espetáculo é gratuito e livre para todos os públicos.

    FICHA TÉCNICA:
    Espetáculo O Encontro dos Três Reis Magos na Curva do Sol
    Direção: Coletiva
    Elenco: Liliane Bezerra, Nelson Jr e Nick Oliver
    Dramaturgia: Nelson Jr.
    Cenografia e maquiagem: Nick Oliver
    Sonoplastia: Brendon
    Fotografia: Vanusa Maria e Renan Carlos

    SERVIÇO:
    Espetáculo Teatral O Encontro dos Três Reis Magos na Curva do Sol
    DATA: sexta-feira, 17 de dezembro.
    HORÁRIO: 16h30h
    LOCAL: Rua João Pessoa – Cidade Alta – Centro. (Polo Centro Histórico)
    Classificação Indicativa: Livre
    Apoio: Prefeitura do Natal / NATAL EM NATAL 2021, IFRN Campus Natal Cidade
    Alta/Rocas
    Maiores informações / Contato: Nick Oliver (84) 99950-9494

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    “Um Presente de Natal” celebra 24 anos com espetáculo presencial

    Depois de uma edição totalmente online por conta da pandemia, em 2021, o auto natalino mais tradicional da cidade, “Um Presente de Natal” completa 24 anos de existência com o retorno aos palcos de forma presencial. A pré-estreia do espetáculo acontece domingo, dia 19 de dezembro, às 19h, no estacionamento do Natal Shopping, com ingressos gratuitos distribuídos pelo app do estabelecimento. A obra também integra os festejos do Natal em Natal e tem apresentações previstas para o dia 23, às 19h, e dias 24 e 25, às 20h, na Árvore de Mirassol.

    Dirigido por Diana Fontes e com texto de Racine Santos e Danilo Guanais, que também é responsável pela direção musical, a montagem deste ano aposta na valorização da cidade para celebrar a fundação de Natal e contar a história do menino Jesus. Belas canções, folguedos populares natalinos e elementos lúdicos completam a obra que conta com 50 intérpretes em cena.

    “Estamos muito felizes e na expectativa para reencontrar nosso público, voltar ao olho no olho, marca dessa obra que nasceu para acontecer ao ar livre. O momento, assim como o espetáculo, nos inspiram a renovar a fé e ter esperança por dias melhores”, conta Diana Fontes.

    O espetáculo é uma realização de Diana Fontes Direção e Produção Cultural com patrocínio do Governo do RN, Lei Câmara Cascudo, Fundação José Augusto, Agaé, Natal em Natal, Prefeitura do Natal, Programa Djalma Maranhão, Colégio CEI, Unimed Natal, parceria cultural do Natal Shopping e apoio da Escola Estadual Professor Luís Antônio.

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    Feira feminista reúne agricultoras, artesãs e artistas nesta quinta-feira (16) em Mossoró

    O Centro Feminista 8 de Março realiza nesta quinta-feira, 16 de dezembro, a partir das 17h, mais uma edição da Caravana Feminista da Economia Solidária, uma iniciativa que prevê a realização de feiras itinerantes com a participação de mulheres agricultoras e artesãs dos grupos acompanhados pelo CF8, de diversos municípios potiguares, como forma de incentivar a produção e comercialização de seus produtos. E a próxima parada será em Mossoró. 

    A feira será realizada na sede do Centro Feminista 8 de Março, no cruzamento da Rua Dionísio Filgueira com a Quintino Bocaiúva, no Centro, e terá produtos agroecológicos, artesanato, comidas, bijuterias, plantas, roupas e serviços, ilustrando a diversidade e a beleza da produção das mulheres. 

    A programação terá, além da feira, uma cultural com a participação de várias artistas mossoroenses, com show da banda Coisa Luz; uma performance cênica com Odara Inaê, Dayanne Léo e Lenilda; e um show produzido especialmente para a ocasião, intitulado “Mulheres em Movimento”, com a participação de Caroline Melo, Marilia Kardenally, Roberta Lúcida, Cabocla de Jurema, Roberta Costa, Thayny Dayany e Lucimeire Bal. 

    Ainda durante a feira será possível conferir a exposição fotográfica “Mulheres redesenhando a vida no semiárido”, que tem o objetivo de destacar as belezas do território potiguar, a auto organização das mulheres e a multiplicidade de suas atividades, trazendo um olhar para um semiárido vivo, onde a vida pulsa e onde as mulheres resistem e se reinventam todos os dias. 

    O evento faz parte da programação de encerramento das atividades do ano de 2021 do Centro Feminista 8 de Março, intitulada também de “Mulheres em Movimento”, que terá início às 8h da manhã, com a realização do semiário “Mulheres redesenhando a vida: as lutas necessárias e desafios pra enfrentar”, com a participação de Nalu Faria, da Sempreviva Organização Feminista (SOF); Neneide Lima, da Rede Xique-Xique; e Vanessa Fialho, subsecretária de políticas para as mulheres (SEMJIDH). Essa atividade marca o encerramento do projeto “Mulheres redesenhando a vida”, co-financiado pela União Europeia. 

    Ainda dentro dessa programação, será lançado o novo projeto que o Centro Feminista irá executar. O projeto “Água viva na escola: transformando o semiárido”, em parceria com a Fundação Banco do Brasil (FBB), que prevê a reaplicação da tecnologia social “água viva”, que visa o tratamento e a reutilização da água cinza no cultivo de hortaliças, pequenas frutíferas e arbóreas, em 20 escolas de 3 municípios potiguares.

    A programação é uma iniciativa do Centro Feminista 8 de Março, com o União Europeia e a Fundação Banco do Brasil, e em parceria com a Rede Xique-Xique e o Grupo Mulheres em Ação.

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    Casa de Zoé apresenta “Sinapse Darwin” de 17 a 19 de dezembro em Ponta Negra

    Inspirado na vida e na obra do pesquisador e naturalista Charles Robert Darwin, Sinapse Darwin é o mais recente espetáculo da CASA DE ZOÉ, com direção geral e dramaturgia de César Ferrario e direção de arte de João Marcelino. O espetáculo que teve estreia de sucesso, com ingressos esgotados em novembro no TECESOL, retorna esta semana em temporada de seis apresentações gratuitas, de 17 a 19/12, dentro do calendário do “Natal em Natal”.

    O espetáculo remonta a história de Darwin de forma inusitada. A linha narrativa, desobediente ao tempo e a geografia, se faz livre nos caminhos imprevisíveis do pensamento. Nessa trajetória, fatos icônicos da vida como nascimento, formação e jornada, são espelhados e transfigurados pela memória daquele que pertencem. Requisitando a imaginação, elementos de teorias contidas em “A Origem das Espécies”, vão sendo gradualmente revelados a partir de um olhar sobre o próprio cotidiano.

    No entanto, Darwin não foi o primeiro a dizer que a vida na terra é derivada de uma longa e diversa cadeia evolutiva. O filósofo mulçumano Al-Jahiz, por exemplo, escreveu mil anos antes um livro sobre como os animais mudam através do que chamou de seleção natural. Seu próprio avô, Erasmus Darwin, também já alertava sobre esse processo. Mas a história de Charles nos desperta por sua disposição as diferentes geografias, pelo respeito e admiração as diversidades étnicas e pela perspicácia em estabelecer os princípios científicos para sustentação de suas afirmações.

    Com trilha sonora ao vivo – com direção musical de Caio Padilha – Sinapse Darwin é executado sobre uma estrutura autônoma de luz, som e palco totalmente pertencente a CASA DE ZOÉ, podendo ser armado em qualquer lugar, levando o teatro para outras rotas, além das previsíveis e usuais. Uma estrutura que conclama as pessoas, das grandes e pequenas cidades, para que juntas, mais uma vez, se disponham ao exercício de imaginar.

    A atriz Titina Medeiros fala sobre a ideia do espetáculo e sobre a experiência de voltar aos palcos: “Em março de 2020, quando veio a pandemia e começaram também as ideias negacionistas, a gente pensou, temos que montar alguma coisa que fale de ciência, e a gente já tinha desejo, sobretudo César, de montar uma peça sobre Darwin, sobre a teoria da evolução… Darwin fala de esperança, de renascimento, de evolução, e acho que o espetáculo significa isso pra gente, superação. É uma alegria muito grande poder voltar aos palcos, encontrar nosso público, e ter os nossos ingressos da temporada de estreia esgotados em minutos é muito significativo pra nós, isso mostra que o teatro está vivo! Isso é oxigênio para seguirmos firmes em nosso propósito de fazer arte através dessa linguagem milenar, única e potente. Que as artes, a sensibilidade, a ciência e a educação tenham o valor que merecem em nosso país.”

    Sinapse Darwin é uma realização da Casa de Zoé, produção da Bobox Produções e Tayó Produções, com patrocínio do Natal em Natal, Prefeitura do Natal, Programa Djalma Maranhão, Colégio CEI, Arena das Dunas, Hospital do Coração e Veneza e apoio do SEBRAE RN, Gratiare, Complexo Cultural Rampa, Casa da Ribeira e Governo do estado do Rio Grande do Norte.

    SERVIÇO

    SINAPSE DARWIN

    TEMPORADA NATAL EM NATAL

    De 17 a 19 de dezembro, às 17h30 e às 20h

    Local: Praça do Gringos – Ponta Negra

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