Últimas histórias

  • Sobre ,

    Brasileiros passam 41 anos, 3 meses e 13 dias de suas vidas online

    Uma nova pesquisa conduzida pela companhia de cibersegurança NordVPN revelou que os brasileiros passam 41 anos, 3 meses e 13 dias de suas vidas online. Comparado com a média da expectativa de vida, que no Brasil é de 75,9 anos, isso equivale a mais de metade de suas vidas.

    Durante uma semana típica, os brasileiros passam mais de 91 horas usando a internet, o que resulta em quase quatro dias. Isso se traduz em 197 dias por ano, ou mais de 41 anos durante uma vida.

    Dessas 91 horas semanais, pouco mais de 19 horas são gastas trabalhando, enquanto as quase 72 horas restantes são para diversas atividades online.

    O horário médio em que os brasileiros começam a navegar na internet todos os dias é às 8h33 e só desconectam por volta das 22h13.

    Maior quantidade de tempo é gasto fazendo streaming de programas de TV e filmes

    A maior parte do tempo gasto pelos brasileiros por semana – 13 horas e 3 minutos – é usada para fazer streaming de programas de TV e filmes em plataformas como a Netflix. Apenas uma hora a menos – 12 horas e 18 minutos – é gasta para assistir a vídeos, por exemplo, no YouTube.

    As outras 11 horas e 19 minutos por semana são dedicadas a percorrer os canais das redes sociais, como Facebook, WhatsApp e Instagram, enquanto 6 horas e 13 minutos são gastas ouvindo música no Spotify, Deezer, Amazon music, etc.

    Além disso, durante 5 horas e 28 minutos semanais, os brasileiros seguem aulas/tutoriais online, e as outras 4 horas e 35 minutos são dedicadas à gestão da vida, como no uso de bancos online.

    Brasileiros estão ativamente dando suas informações pessoais

    A pesquisa mostra que 36% dos brasileiros não imaginam seu dia sem internet e 43,5% dependem da internet para a maioria de seus hobbies. Essa dependência os força a compartilhar muitas de suas informações confidenciais.

    Entre os detalhes mais divulgados publicamente estão nome e sobrenome (91,5%), data de nascimento (86,1%), endereço completo (81,4%), número de seguridade nacional (62,4%), status de relacionamento (43,9%), além de cargo (40,6%) e dados bancários (29%).

    Após serem questionados sobre o que abririam mão para que suas informações pessoais fossem excluídas permanentemente da internet, os brasileiros disseram beber álcool (30,5%), fumar maconha (27,8%) ou jogar videogame (20,3%).

    “Hoje, a maior parte de nossas vidas pode ser conduzida online, desde fazer pagamentos até obter entretenimento por conta própria com programas de TV e jogos. E é por isso que devemos prestar atenção especial às ameaças cibernéticas online. Mensagens personalizadas que criam um senso de urgência, remetentes suspeitos ou desconhecidos, linguagem pobre, anexos e links incertos, esses são os primeiros sinais de uma fraude a serem observados. Abra apenas anexos de pessoas em quem você confia e, se houver alguma dúvida, não hesite em discutir o caso com seus colegas e amigos”, alerta Daniel Markuson, especialista em privacidade digital da NordVPN.

    Metodologia: A pesquisa foi encomendada pela NordVPN e conduzida pela empresa externa Cint, de 3 a 4 de janeiro de 2022. O público-alvo da pesquisa foram residentes no Brasil com mais de 18 anos, e a amostra foi retirada de usuários nacionais da Internet. Cotas foram colocadas em idade, sexo e local de residência.

    Tempo gasto online durante uma semana típica:

    Compras online shopping – 3 horas 40 minutos

    Streaming de programas de TV shows/filmes – 13 horas 3 minutos

    Redes sociais – 11 horas 19 minutos

    Ouvir música – 6 horas 13 minutos

    Assistir a vídeos – 12 horas 18 minutos

    Gestão da vida – 4 horas 35 minutos

    Pesquisas – 3 horas 14 minutos

    Chamadas de vídeo – 3 horas 11 minutos

    Jogos – 4 horas 20 minutos

    Seguir aulas/tutoriais – 5 horas 28 minutos

    Procurar receitas – 3 horas 20 minutos

    Trabalho – 19 horas 34 minutos

    = 91 horas 24 minutos  

    Sobre a NordVPN 

    A NordVPN é o provedor de serviços VPN mais avançado do mundo, usado por milhões de usuários da Internet em todo o mundo. A NordVPN fornece criptografia de VPN dupla, Onion Over VPN, e garante privacidade com rastreamento zero. Um dos principais recursos do produto é a Proteção contra Vírus e Ameaças, que bloqueia sites maliciosos, malware, rastreadores e anúncios.

  • Sobre ,

    Grupo de Pesquisa da UFRN lança coleção sobre direito das mulheres

    O Grupo de Pesquisa Direito, Estado e Feminismos (Defem), vinculado ao Departamento de Direito Público (Dipub) do Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA) da UFRN, lançou os volumes I e II da coletânea “Direito, Estado e Feminismos”. As obras, organizadas pela professora do Dipub, Mariana de Siqueira, foram lançadas na primeira quinzena deste mês, e podem ser adquiridas na versão digital ou impressa no site da Amazon.

    O objetivo da coletânea publicada pela Editora Porta, é promover os principais debates sobre os direitos das mulheres, correlacionando Direito, Estado e Feminismos, levando em consideração as questões de desigualdade de gênero que têm sido destacadas como tema de pesquisa no mundo inteiro. Reflexo disso é a repercussão dos livros, que em poucos dias obtiveram mais de 500 downloads. “Quando um livro desse vai para um site como o da Amazon e os seus dois volumes são classificados como primeiro e segundo volumes mais baixados da área jurídica, eu acho que isso mostra a importância desse tipo de pesquisa e a demanda por leituras desta ordem”, registra a professora Mariana de Siqueira.

    Os livros foram desenvolvidos a partir da publicação de um edital divulgado pela página no Instagram do Defem e pesquisadores do mundo todo enviaram trabalhos. Professoras que constam na obra como Conselho de Revisão dos Artigos, fizeram a revisão às cegas dos trabalhos submetidos para aferir a qualidade dos mesmos e selecioná-los às publicações. Os volumes I e II são compostos por pesquisas de autores e autoras do Brasil inteiro. 

    Para a professora Mariana de Siqueira, os livros tratam-se de uma importante contribuição para os estudos feministas do país e do mundo “por estarmos diante de múltiplos olhares, com lentes jurídicas, que investigam problemáticas contextualizadas neste período histórico”. O lançamento presencial das obras ocorrerá na cidade de Natal/RN, em um local a definir, até a primeira semana de abril de 2022.

    DEFEM

    O grupo foi criado no ano de 2019 e é a primeira iniciativa da instituição a se dedicar especificamente a pesquisar o Direito e suas relações com os feminismos. Na primeira edição do grupo, apenas estudantes mulheres se candidataram às vagas de pesquisa, hoje o professor Leonardo Freire, é o único homem vinculado ao Defem no momento, mas o grupo é aberto a mulheres e homens.

  • Sobre ,

    Inscrições para o ciclo de debates em Economia Política do Audiovisual vão até dia 12

    Estão abertas até 12 de janeiro de 2022 as inscrições para a 3ª edição do Ciclo de Debates em Economia Política do Audiovisual, realizado pelo Departamento de Comunicação Social da UFRN (Decom). O evento de extensão acontece respectivamente nos dias 13, 20 e 27 de janeiro de 2022, remotamente, pela plataforma Google Meet. As inscrições podem ser realizadas no Sigaa.

    Trata-se de uma atividade gratuita e aberta ao público mediante prévia inscrição. Ao todo, serão ofertadas 60 vagas, sendo 45 para estudantes do curso de Comunicação Social – Audiovisual e 15 para demais interessados.

    Nesta edição, o ciclo reunirá pesquisadoras de diferentes instituições brasileiras que apresentarão resultados de investigações científicas sobre políticas públicas para o audiovisual, contemplando os projetos da Ancinav, experiências nacionais e estrangeiras de fomento às políticas de exibição cinematográficas e a diversidade cultural no cinema brasileiro.

    A atividade é uma iniciativa do Grupo de Pesquisa em Economia Política do Audiovisual (EPA!) e integra o conteúdo programático da disciplina de mesmo nome do curso de Comunicação Social – Audiovisual. Mais informações no site do evento ou no Instagram @epaufrn.

    Programação

    13 de janeiro de 2022, às 19h

    Políticas Públicas para o Audiovisual: o caso Ancinav

    Marina Rossato

    Mestre no Programa de Pós-Graduação em Imagem e Som na linha de História e Políticas do Audiovisual pela Universidade Federal de São Carlos. Graduada no curso de Imagem e Som pela Universidade Federal de São Carlos. É autora do livro Políticas Públicas para o Audiovisual: o caso Ancinav (2016).

    20 de janeiro de 2022, às 19h

    Políticas de Exibição Cinematográfica

    Gabriela Andrieta

    Doutoranda em Artes pela Unesp, mestra em Estudos Culturais pela USP e graduada em Relações Internacionais pela Facamp.

    27 de janeiro de 2022, às 19h

    Diversidade Cultural no Cinema Brasileiro

    Vivianne Lindsay

    Doutora em Comunicação na Unesp. Graduada em Comunicação Social – Jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Integra o Lecotec – Laboratório de Estudos em Comunicação, Tecnologia e Educação Cidadã/Unesp.

  • Sobre , ,

    Pesquisa da UFRN sobre autoeficácia em tempos de pandemia busca voluntários

    O Programa de Pós-Graduação em Psicobiologia do Departamento de Biociências (CB/UFRN) realiza pesquisa sobre autoeficácia em tempos de pandemia e busca voluntários. O levantamento de dados é feito por meio de um formulário online, e as responsáveis são as pesquisadoras Daniella Bezerra dos Santos e Fívia de Araújo Lopes. O estudo tem o objetivo de investigar os níveis de autoeficácia observados por pessoas que vivenciam o momento atual de pandemia em decorrência da covid-19.

    O avanço da pandemia trouxe também muitas mudanças no dia a dia de toda a população, com isso, esta pesquisa busca avaliar como as pessoas têm se sentido com relação à própria eficácia neste cenário inédito em nossa história recente. Ao participar do estudo, o voluntário tem a oportunidade de fazer uma autoavaliação a respeito de diversas de suas características pessoais.

    A pesquisa em questão não é apenas uma avaliação de autoeficácia focada no indivíduo, ela é também voltada ao estudo dessa autoeficácia em conexão com relações interpessoais mais próximas, pois, segundo Daniella Bezerra, “a autoeficácia diz respeito a como enxergamos nossas próprias habilidades para lidar com os mais diversos desafios e, dessa forma, o que acreditamos que somos capazes de realizar e conquistar”.

    Interessados em participar da pesquisa têm até o final do mês de janeiro para responder ao questionário. Ao final do estudo, por meio da análise dos dados obtidos, as pesquisadoras terão as condições para fazer uma breve leitura da sociedade e de como ela se enxerga, identificando interessantes padrões de comportamento e necessidades, de forma a contribuir para um melhor conhecimento na qualidade de espécie e desenvolver meios de viver melhor e de maneira mais saudável.

  • Sobre

    IBGE abre seleção com 3,4 mil vagas para Censo 2022 no RN

    O IBGE abriu processo seletivo com 3.403 vagas temporárias, no Rio Grande do Norte, para trabalhar no Censo Demográfico 2022. Todos os municípios potiguares terão postos de trabalho. No Brasil, são 208.073 vagas no total. 

    As inscrições para a seleção de recenseador, agente censitário municipal e agente censitário supervisor podem ser feitas, até 29 de dezembro de 2021, no site da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

    Para recenseador (a), serão 2.931 vagas no Rio Grande do Norte. Os ocupantes do cargo coletarão as informações da população de casa em casa. Os candidatos devem ter completado pelo menos o ensino fundamental. As inscrições custam R$ 57,50, mas quem está inscrito em programas sociais do governo Federal pode pedir a isenção da taxa.

    Em média, o recenseador trabalha durante três meses, mas esse prazo pode ser ampliado conforme a necessidade do trabalho. A remuneração é calculada por produção e depende de fatores como número de casas visitadas, tipo de questionário preenchido, dificuldade de acesso à região de trabalho etc. O IBGE preparou um simulador para os candidatos terem uma estimativa de quanto poderão receber.

    Agentes censitários

    Com salário de R$ 2.100, o agente censitário municipal coordena a operação do Censo em um município inteiro – ou mais de um em casos de municípios muito pequenos. Para esse cargo, é necessário ensino médio completo. A taxa de inscrição é de R$ 60,50. Os beneficiários de programas sociais do governo Federal também podem ser isentos. No estado, serão 151 vagas.

    Quem não for aprovado como agente censitário municipal concorre as 284 vagas de agente censitário supervisor, responsável por orientar diretamente o recenseador.  O salário é de R$ 1.700. Em média, o trabalho dos agentes censitários dura cinco meses.

    Novo cargo

    O processo seletivo para o Censo 2022 foi lançado com um cargo que não existia nos processos seletivos anteriores: agente censitário de administração e informática. No Rio Grande do Norte, serão 37 vagas para auxiliar na administração de postos de coleta, instalação e manutenção da infraestrutura de informática e outras atividades relacionadas.

    Para esse cargo, o prazo para inscrição vai até 10 de janeiro de 2022 no site do Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC). A taxa de inscrição é de R$ 44 com possibilidade de isenção. A remuneração é de R$ 1.700.

    Isenção de taxa

    Os processos seletivos para o Censo 2022 permitem a solicitação da isenção da taxa de inscrição para pessoas inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). Os candidatos poderão solicitar o benefício dentro do prazo de inscrição de cada seleção: recenseador e agentes censitários até 29 de dezembro deste ano e agente censitário de administração e informática até 10 de janeiro de 2022. Conforme a legislação vigente, o candidato doador de medula óssea também tem direito à isenção.

    Depois  do envio dos dados e documentação necessária, a solicitação passará por uma análise da organizadora. Também há reserva de vagas para pessoas com deficiência e pessoas pretas e pardas em todos os cargos.

    Seleções anteriores canceladas

    Em 2020, o Censo foi adiado em razão da pandemia. Em 2021, o Congresso Nacional aprovou o Orçamento Geral da União sem recursos suficientes para a operação. Por esses motivos, o IBGE cancelou os processos seletivos anteriores. Quem ainda não recebeu a taxa de inscrição pode acessar o site do IBGE com informações sobre como conseguir seu reembolso.

    Decisão do STF

    Diante do adiamento em 2021, uma ação judicial, movida pelo Estado do Maranhão, no Supremo Tribunal Federal (STF), pediu a realização do Censo para evitar prejuízos decorrentes da falta de dados precisos sobre a população brasileira.

    Como consequência, a suprema corte determinou “a adoção das medidas administrativas e legislativas necessárias à realização do Censo Demográfico do IBGE […], devendo a União adotar todas as medidas legais necessárias para viabilizar a pesquisa censitária, inclusive no que se refere à previsão de créditos orçamentários para a realização das despesas públicas”. O IBGE calcula o valor para a realização do Censo 2022 em R$ 2.292.907.087,00.

    Importância do Censo

    O Censo Demográfico é a única pesquisa que vai à casa de todos os brasileiros. O objetivo não é apenas a contagem da população, mas coletar dados essenciais sobre educação, condições de moradia, cor ou raça, trabalho e renda e outros temas. Dessa forma, é possível observar como o perfil da população e as suas necessidades mudam no decorrer do tempo. 

    Os resultados podem orientar gestores de políticas públicas, guiar a tomada de decisão em negócios e servir de instrumento para o exercício da cidadania por qualquer brasileiro. Além disso, o Censo é fundamental para calibrar as amostras das demais pesquisas domiciliares do IBGE e fornecer insumos a institutos de pesquisa independentes e a acadêmicos.     

    Quadros de vagas

    Recenseador

    Vagas no RN: 2.931.

    Taxa de inscrição: R$ 57,50.

    Nível de escolaridade: ensino fundamental completo.

    Salário: por produção (o IBGE preparou um simulador online com estimativas de remuneração para recenseador).

    Prazo para inscrição: 29/12/21.

    Site para inscrição: https://conhecimento.fgv.br/concursos

    Aplicação das provas: 27/03/22.

    Agente censitário municipal e agente censitário supervisor

    Vagas no RN

    – Agente censitário municipal (ACM): 151.

    – Agente censitário supervisor (ACS): 284.

    Valor da inscrição: R$ 60,50.

    Nível de escolaridade: ensino médio completo.

    Remuneração

    ACM: R$ 2.100.

    ACS: R$ 1.700.

    Prazo para inscrição: 29/12/21.

    Site para inscrição: https://conhecimento.fgv.br/concursos .

    Aplicação das provas: 27/03/22.

    Agente censitário de administração e informática

    Vagas no RN: 37.

    Valor da inscrição: R$ 44.

    Nível de escolaridade: ensino médio completo.

    Remuneração: R$ 1.700.

    Prazo para inscrição: 10/01/22.

    Site para inscrição: https://www.ibfc.org.br/

    Aplicação das provas: 20/02/22.

  • Sobre ,

    Biblioteca Câmara Cascudo será reaberta nesta terça-feira (14)

    Um dos mais importantes equipamentos educativos e culturais da história do Rio Grande do Norte retorna para a população potiguar após nove anos.  Administrada pelo Governo do Estado, através da Fundação José Augusto (FJA), a Biblioteca Estadual Câmara Cascudo (BECC), fechada desde 2012, reabre as portas para oferecer serviços nas áreas da educação e cultura.

    A solenidade oficial de reabertura será realizada nesta terça-feira (14/12) a partir das 17h com a presença da governadora Fátima Bezerra, secretários, autoridades e convidados em um evento que terá literatura, teatro e música.

    Programação

    Na programação haverá participações artísticas do Coletivo Sociedade dos Poetas Vivos e Afins (SPVA), da União Brasileira de Escritores/RN, a performance cênica do ator Rodrigo Bico, o concerto musical do duo Sérgio Farias e Alzeny Nelo, uma cantoria literária dos violeiros potiguares Felipe e Helânio e uma apresentação do Coral Canto do Povo.

    Na oportunidade também será inaugurado o auditório Zila Mamede em homenagem a primeira diretora da biblioteca. Na galeria de artes da Biblioteca será aberta a mostra “Naifs da Pinacoteca”, coletiva com obra dos artistas visuais Iaperi Araújo, Fé Córdula, Djalma Paixão, Ivanice, Nivaldo e Arruda Sales, entre outros.

    Para a reabertura da BECC estarão expostos um total de cem livros premiados no Edital Aquisição de Publicações de Livros, Revistas e Reportagens Culturais da Lei Aldir Blanc RN.

    Investimento

    O investimento total da obra foi de R$ 2,5 milhões com recursos do Governo Cidadão/Banco Mundial, Secretária Estadual de Turismo (SETUR) e do Ministério do Turismo (MTur).

    Com um acervo estimado em cerca de cem mil títulos, entre livros, revistas e publicações, além de vídeos, CDs, fitas VHS e uma hemeroteca direcionados para as áreas de literatura, romance, poesia, história, sociologia, geografia e biografia, o equipamento retorna repaginado e integrado às novas tecnologias. Estudantes e pesquisadores irão dispor agora de acesso a consultas digitais e uma rede de internet para consultas.

    SERVIÇO:

    O QUE: Reabertura da Biblioteca Estadual Câmara Cascudo

    QUANDO: terça-feira (13/12), 17h.

    ONDE: Rua Potengi, 535, Petrópolis, Natal

  • Sobre ,

    Livro “Escravidão no Rio Grande do Norte” já está disponível para download

    A Editora da UFRN (EDUFRN) lança o livro Escravidão no Rio Grande do Norte, que conta com a organização de Juliana Teixeira Souza e Margarida Maria Dias de Oliveira, ambas professoras do Departamento de História da UFRN (Dehis). A obra está disponível gratuitamente para download no Repositório Institucional da Universidade e é voltada para o ensino básico em História. 

    O livro é uma das primeiras produções da editora dedicadas à produção de obras didáticas para o ensino de História, sendo realizada tanto por professores como por alunos do curso na UFRN. A realização do projeto procura trazer debates sobre o ensino de história e de cultura afrodescendente, tendo como fundamento referencial a pesquisa histórica.

    A publicação conta com sete propostas de sequências e recursos didáticos, incluindo textos sobre o ensino-aprendizagem da história da escravidão negra no Rio Grande do Norte, cuja abordagem foca na população, trabalho e formas de resistência à servidão forçada. 

    Mão na massa

    O processo de produção de Escravidão no Rio Grande do Norte foi baseado na bibliografia acerca da escravidão no Brasil Império. Também serviram de referência textos legais sobre   políticas públicas educacionais relacionadas ao combate à desigualdade racial e de gênero no ambiente de ensino. 

    A partir disso, professores e alunos envolvidos com a realização do livro discutiram como as experiências em sala de aula envolvem os temas tratados na obra. Os estudantes, por sua vez, relembraram a vivência de ex-alunos do ensino básico ao serem ensinados sobre os assuntos que estão presentes na publicação. Os discentes também refletiram como esses tópicos foram abordados durante seus estágios como professores, bolsistas de projetos de iniciação científica e assistentes de professores.

  • Sobre

    Censo da População em Situação de Rua começa a aplicação de questionários

    O Censo Estadual da População em Situação de Rua, do Governo do Estado, inicia hoje (29/11) e amanhã (30/11), a fase de aplicação em campo dos questionários da pesquisa no município de São Gonçalo do Amarante, Região Metropolitana de Natal.

    A fase de aplicação do questionário da pesquisa “Promoção dos Direitos da População em Situação de Rua no RN: Diagnóstico e Intervenção nos Caminhos de Inovação no Sistema Único de Assistência Social (SUAS) vai continuar nesta quarta-feira (1º/12) em Macaíba.

    A pesquisa conta com três modelos de questionário: o básico, aplicado a todas as pessoas em situação de rua; o da amostra, aplicado a uma a cada dez pessoas; e o das famílias, aplicado a pessoas responsáveis por menores de idade também em situação de rua.
     
    Pesquisa

    O Censo da População em Situação de Rua é realizado pela SETHAS  em parceria com a Fundação de Apoio à Pesquisa do Rio Grande do Norte (FAPERN) e o Instituto de Educação Superior Presidente Kennedy – Centro de Formação de Profissionais de Educação (IFESP).

    A pesquisa, segundo a coordenadora Edvânia Lima, faz parte do compromisso social  do Governo do Estado para efetuar um diagnóstico sobre a população em situação de rua para aperfeiçoar a gestão de programas e projetos do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) no Rio Grande do Norte.

    O projeto tem duração de doze meses a partir da assinatura do termo de cooperação e a previsão é finalizar em agosto de 2022. A estimativa é que o relatório parcial seja divulgado em janeiro do ano que vem.

  • Sobre

    Perda de qualidade de vida no RN é maior que média nacional, aponta IBGE

    O Rio Grande do Norte teve desempenho inferior à média nacional no que se refere ao índice de perda de qualidade de vida, IPQV, divulgada pela Pesquisa de Orçamentos Familiares do IBGE 2017-2018. Os resultados são representados por um número entre 0 e 1, com números mais próximos de 1 indicando que a pessoa ou a família sofreu maior perda de qualidade de vida.

    Enquanto o Brasil registrou o valor de 0,158, o índice potiguar foi de 0,205. Essa diferença em relação a média foi seguida pelos demais estados nordestinos, com o melhor desempenho em Sergipe (0,187) e o pior no Maranhão (0,260). Este último teve o pior índice geral entre as unidades da federação, enquanto a menor perda de qualidade de vida foi observada em Santa Catarina (0,100).

    Essas perdas ocorrem porque as famílias têm dificuldades em transformar integralmente todos os seus recursos em qualidade de vida, gerando privações para acessar condições mais confortáveis e dignas no que diz respeito à moradia, serviços públicos, alimentação e saúde, posse de bens duráveis e acesso a serviços financeiros, lazer e transporte.

  • Sobre

    Mulheres comandam 32% das empresas no Rio Grande do Norte

    De cada dez empresas em funcionamento no Rio Grande do Norte, pelo menos três têm mulheres como proprietárias do negócio. Um levantamento elaborado pelo Sebrae mostra que as mulheres lideram 32% das empresas potiguares, o que representa um universo de 115.709 empresas sob o comando feminino. Elas são responsáveis por 8,6 milhões de negócios no Brasil. As informações se referem ao terceiro trimestre do ano passado e foram processadas tendo como base os microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE).

    O estudo do Sebrae apresenta dados que mostram que ainda há muitas barreiras a superar para a valorização do empreendedorismo feminino. No geral, as mulheres donas de negócio quando comparadas aos homens têm maior grau de escolaridade, são mais jovens, ganham menos, trabalham mais sozinhas (Conta Própria) e em menos horas no negócio, estão há menos tempo na atividade atual e quase a metade é chefe de domicílio. Elas ainda têm estruturas de negócio mais simples, sobretudo no segmento de serviços e contribuem mais à previdência na atividade atual.

    Em relação à escolaridade, 27% das empreendedoras potiguares possuem nível superior completo. 58% dessas mulheres são da cor branca e 53% têm idade até 44 anos. A rotina de dividir as responsabilidades entre o negócio e o lar é uma realidade para 48% das empreendedoras do Rio Grande do Norte. O pior: 78% delas ganham no máximo um salário mínimo.

    Quando o assunto é empreendedorismo, as mulheres ainda atuam em um universo de atividades mais restrito que os homens. De acordo com o relatório da Global Entrepreneurship Monitor (GEM) de 2020, produzido pelo Sebrae em parceria com o Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBPQ) e considerada a maior pesquisa de empreendedorismo do mundo, mais da metade das empreendedoras iniciais, aquelas com empreendimento de no máximo 3,5 anos, ou seja, quase 60%, atuam em apenas seis atividades. Já entre os homens, o número das principais atividades sobe para 14, mais do que o dobro.

  • Sobre

    Pesquisa do IFRN busca conhecer necessidades dos bairros Ribeira, Cidade Alta, Passo da Pátria, Rocas e Mãe Luíza

    O projeto de Extensão “Laboratório de Planejamento 1.0”, ligado ao Núcleo de Extensão e Prática Profissional (Nepp) do Campus Natal – Cidade Alta (CAL), está aplicando uma pesquisa de opinião, a fim de detectar os comportamentos das populações dos bairros Ribeira, Cidade Alta, Passo da Pátria, Rocas e Mãe Luíza, localizados na Zona Leste de Natal. A pesquisa tem o objetivo de conhecer as demandas e as necessidades dessas comunidades, de forma a melhor orientar e conduzir atividades extensionistas propostas pela unidade de ensino.

    Com a pesquisa, espera-se receber o retorno de, ao menos, mil residentes dos bairros até o dia 3 de dezembro deste ano. Os resultados da pesquisa serão utilizados para oferecer às comunidades o que elas desejam ou precisam, em termos de serviços, formação e assistência.

    Conhecendo os bairros

    O coordenador do projeto e produtor cultural, Giovanny Gerolla, declara que, com o questionário, “queremos que as comunidades das Rocas, de Mãe Luíza, da Ribeira, de Passo da Pátria e da Cidade Alta identifiquem aquilo que precisam ou gostariam de ter: atividades de esportes? Lazer, cultura, visitações, festas? Cursos de formação, apoio à colocação no mercado de trabalho? Empreendedorismo? Entre tantas outras atividades assistenciais que podem ser oferecidas, inclusive, a doação de alimentos”, declarou.

    pesquisa de acesso às comunidades também estudará o perfil social e comportamental dos moradores dos cinco bairros, principalmente o comportamento digital, tendo a finalidade de comunicar, de forma eficaz, as atividades de Extensão do Campus promovidas para o benefício direto das comunidades próximas ao CAL.

    Núcleos de Extensão e Prática Profissional

    Para o desenvolvimento de suas atividades, a Pró-Reitoria de Extensão do IFRN (Proex) está pautada em duas áreas estruturantes: relações com o Mundo do Trabalho e interação com a sociedade. É nesta última que estão incluídos os Núcleos de Extensão e Prática Profissional (Nepp). Como explica a pró-reitora de Extensão, professora Denise Cristina Momo, os Nepps “são a ligação entre o Ensino, isto é, o que o estudante aprende dentro da sala de aula, e a prática profissional”.

    Momo segue explicando que, por meio dos Núcleos, são desenvolvidas atividades, como consultorias gratuitas junto às comunidades. As ações realizadas objetivam que os estudantes “aprendam praticando; é o ‘aprender fazendo’”, concluiu a professora.

    Acesse

    Pesquisa de acesso às comunidades –  Laboratório de Planejamento 1.0

  • Sobre ,

    Pesquisa inédita traça perfil do empreendedorismo nas favelas de Natal

    O empreendedor que vive nas favelas de Natal é, de modo geral, negro, de baixa renda, chefe de família, mais maduro e com menor escolaridade. Isso é o que mostra o novo levantamento feito pelo Data Favela, instituto de pesquisa formado pela união entre o Instituto Locomotiva e a CUFA (Central Única das Favelas), em parceria com o Sebrae no Rio Grande do Norte e divulgado nessa segunda-feira (15), durante o Fórum de Empreendedorismo Social e Negócios de Impacto, no espaço Agência Sebrae Festa do Boi, em Parnamirim, região metropolitana de Natal.

    Entre os entrevistados, 57% são homens, 67% são negros e com média de 42 anos de idade. Mais da metade deles, 54%, estudou até o ensino fundamental, e 91% estão nas classes C, D e E. Quando perguntado sobre os motivos que os fizeram empreender, 58% responderam que foi por necessidade.

    Embora 63% dos empreendedores estejam dentro da informalidade, 59% deles gostariam de ter CNPJ. Esses trabalhadores são, em maioria, comerciantes: 55% trabalham em comércios de produtos fabricados por terceiros, 45% atuam no ramo de alimentação e bebidas e metade tem um ponto próprio, sendo que outros 34% trabalham de casa.

    “A gente percebe que, mesmo com todos os problemas econômicos que afetam as populações mais pobres, as pessoas nas favelas estão correndo atrás de seus sonhos, de suas ambições, e usando a criatividade para driblar o desemprego”, afirma Preto Zezé, presidente da CUFA, que também participou do evento de forma virtual.

    São poucos os empreendedores que atuam em sociedade. Apenas 8% declararam ter sócios e 14% disseram ter funcionários. Destes, a maioria costuma construir esse vínculo com familiares, sendo 84% entre os que têm sociedade e 68% entre os que contratam.

    Ao todo, 80% dos empreendedores das favelas de Natal contam com acesso à internet no trabalho, mas apenas 36% fazem atendimento online. A pesquisa também demonstrou que muitos dos entrevistados ainda carecem de uma maior organização financeira. Isso porque somente 32% conseguem separar o dinheiro do negócio das finanças domésticas e 67% são bancarizados.

    Data Favela

    A pesquisa foi realizada nas comunidades de Natal. A amostra é composta de 459 entrevistas realizadas entre 19 de agosto e 3 de setembro de 2021, com homens e mulheres a partir de 18 anos.

    Primeiro instituto de pesquisa especializado em favelas, o Data Favela atua com o objetivo de dar voz à sua população, combinando a expertise de pesquisa do Instituto Locomotiva ao conhecimento e proximidade das favelas da CUFA. Atua nesses territórios de forma fluida e profissional, seja entrevistando seus moradores, seja treinando-os para atuarem nos estudos realizados. É um processo socialmente responsável, que coleta informações confiáveis ao mesmo tempo em que fornece qualificação profissional e geração de renda para os moradores das favelas.

Carregar...
Congratulations. You've reached the end of the internet.