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    Sistema Fecomércio RN lança Prêmio de Jornalismo 2022

    O Sistema Fecomércio Rio Grande do Norte lançou nessa terça-feira (26), o Prêmio Sistema Fecomércio de Jornalismo 2022. Com o tema, “Como o Sistema Fecomércio RN, Sesc e Senac contribui para a retomada da economia e o enfrentamento dos desafios sociais do Rio Grande do Norte no contexto pós-pandemia”, serão premiados jornalistas, fotógrafos, estudantes de comunicação social, autores de trabalhos veiculados em jornais, revistas, emissoras de rádio, TV e veículos on-line. 

    As categorias que concorrem a premiação são: Jornalismo Impresso, Jornalismo On-Line, Fotojornalismo, Radiojornalismo, Telejornalismo e Especial estudante. Os primeiros lugares de cada categoria serão premiados com R$ 6 mil e os segundos lugares das categorias com R$ 3 mil. O estudante vencedor ganhará R$ 2 mil. O vencedor geral, escolhido entre os ganhadores das seis categorias, ganhará um prêmio extra no valor de R$ 3 mil. No total, R$ 50 mil será destinado para a premiação. 

    As publicações devem ser veiculadas nos dias 11 de abril a 31 de outubro de 2022. As inscrições serão efetuadas e confirmadas pelo e-mail premiojornalismo@fecomerciorn.com.br, a partir do dia 22 de abril, às 11h, encerrando no dia 1º de novembro, às 17h. 

    A comissão julgadora será presidida pela Gerência de Inteligência e Mercado da Fecomércio RN, contando com a participação de membros da comunicação da Fecomércio, Sesc e Senac Rio Grande do Norte, do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Norte, da UFRN, UNP e UERN. 

    Inscrições 

    No momento da inscrição de trabalho com mais de um autor, deverá ser indicado, obrigatoriamente, um autor principal. Cada participante poderá se inscrever apenas em uma das categorias, com no máximo dois trabalhos. 

    No e-mail de inscrição, deve ser enviado o material jornalístico, e os seguintes dados: nome, RG, número de registro como jornalista profissional no Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) – obrigatório para participação, à exceção da categoria estudante, no qual é exigido o número de matrícula e atestado/declaração da instituição de ensino superior -, endereço completo, telefone, e-mail para contato e categoria na qual está se inscrevendo. 

    Em caso de trabalho sem assinatura ou assinado com pseudônimo, sua autoria deverá ser atestada em declaração, por escrito, da direção do veículo no qual a reportagem foi publicada. 

    Não serão aceitas inscrições entregues nas sedes das instituições envolvidas na realização do Prêmio. Saiba mais, acessando o edital aqui

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    Mulheres que fizeram história no Jornalismo são homenageadas em campanha nas redes sociais

    Em uma ação para marcar o Dia Internacional de Luta das Mulheres, a Comissão de Mulheres da Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) produziu uma campanha virtual para homenagear algumas profissionais da categoria que foram pioneiras no feminismo, no Jornalismo, no sindicalismo e na luta por direitos.

    Por meio de oito cards, que começaram a ser veiculados nessa terça-feira (8), a intenção da Comissão de Mulheres é demonstrar para a categoria e para a sociedade que a luta das jornalistas não é recente e só se tornou possível pela atuação individual de mulheres muitas vezes invisibilizadas nas narrativas predominantemente masculinas.

    “Além disso, é uma maneira de promover um resgate histórico dessas companheiras e celebrar a memória das que vieram antes de nós, ajudando a construir o Jornalismo e a luta por igualdade de direitos entre homens e mulheres”, afirma Samira de Castro, segunda vice-presidenta da FENAJ e integrante da Comissão de Mulheres.

    A biografia que acompanha cada um dos cards foi pesquisada pela jornalista Dulce Tupy, representante do Sindicato dos Jornalistas do Estado do Rio de Janeiro na Comissão de Mulheres da FENAJ. “Me dediquei a esse trabalho de pesquisa, que foi um desafio, porque algumas dessa mulheres, jornalistas, não têm muitos registros históricos. Fiz o trabalho como contribuição à Comissão de Mulheres que vem atuando com criatividade e competência na Fenaj, por sinal presidida por uma mulher”, manifesta Dulce.

    Conheça as homenageadas

    A primeira mulher a ilustrar a campanha é Nísia Floresta, que foi educadora, jornalista, escritora e poeta, além de defensora dos ideais abolicionistasrepublicanos e feministas. Pioneira do feminismo no Brasil, Nísia foi a primeira mulher a publicar textos em jornais no País.

    Josephina Álvares de Azevedo também foi jornalista, escritora, poeta e precursora do feminismo no Brasil. Em 1888 fundou o jornal A Família, um periódico que tinha como objetivo a educação e os direitos das mulheres, fazendo com que tivessem suas vozes representadas nas questões políticas.

    Júlia Medeiros lutou pela igualdade dos sexos, enfrentou barreiras  e, com uma longa carreira no magistério, Julia foi pioneira no  jornalismo, na educação e na política. Ela teve participação destacada na vida pública e na política do Rio Grande do Norte.

    Almerinda Farias Gama, jornalista e sindicalista, foi uma das primeiras mulheres negras a atuar no sindicalismo e na política, numa época em que o machismo e o racismo eram ainda mais gritantes na sociedade brasileira do que hoje. Ela também foi a única mulher a votar na eleição que escolheu deputados oriundos de sindicatos e associações profissionais para a Assembleia Constituinte de 1934.

    Antonieta de Barros, professora, jornalista e política, destacou-se pela coragem de expressar suas ideias em uma época que as mulheres não tinham liberdade de expressão. Ela foi a primeira deputada estadual negra eleita no Brasil e também, a primeira deputada mulher em Santa Catarina.

    Eneida de Moraes liderou greves e manifestações contra o capitalismo e as opressões do governo brasileiro. Jornalista profissional, atuou como repórter e cronista, e publicou 11 livros. Um deles, “História do carnaval carioca”, foi a primeira grande obra sobre o assunto – o que lhe rendeu homenagens de mais de uma escola de samba.

    Patrícia Galvão, a Pagu, além de musa do Modernismo, foi jornalista, romancista, poetisa, desenhista, militante política e produtora cultural. Uma mulher à frente do seu tempo, reconhecida por quebrar padrões, participou de greves e foi presa  por 23 vezes.

    Beatriz Nascimento, mulher negra, atuou na imprensa e no movimento negro, mas teve sua trajetória pessoal e profissional interrompida por um feminicídio. Divorciada e mãe de uma filha, colaborou com revistas e jornais, mas o seu trabalho de maior reconhecimento foi o documentário Ori, sobre movimentos negros no Brasil.

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    A importância do passaporte vacinal e o aumento de 347% na busca pela D1 contra a Covid-19

    A exigência do passaporte vacinal para ingresso em shoppings, bares, restaurantes e locais fechados no Rio Grande do Norte fez a procura pela primeira dose da vacina contra a covid-19 disparar. Segundo dados obtidos pela TRIBUNA DO NORTE junto ao RN + Vacina, a procura pela D1 uma semana após o anúncio do passaporte vacinal aumentou 347%. Em números absolutos, 19.005 D1s foram aplicadas a partir do dia 18 de janeiro, data em que o Governo do Estado publicou o decreto com a norma. Uma semana antes, do dia 11 ao dia 17, a soma tinha sido de 4.247 doses.

    De acordo com a matéria do repórter Ícaro Carvalho, nos postos de saúde de Natal, são vários os relatos de profissionais de saúde sobre pessoas procurando a primeira dose da vacina. Na maioria dos casos, os usuários alegam a exigência do passaporte vacinal como justificativa para a acessar o imunizante.

    Diante desses números, e ninguém venha falara em ‘coincidência’, ser contra a apresentação de passaporte vacinal é ser contra o bem comum, é ser contra a ciência, ser contra a comprovada eficácia das vacinas, ser contra a saúde pública, ser contra o pacto coletivo que é viver em sociedade e todos os deveres que dele incorre.

    Só vamos sair dessa pandemia cuidando uns dos outros e cuidando todos de cada um. Vacinas salvam vidas.

    Leia a matéria completa da Tribuna do Norte AQUI.

    * A “foto” usada à exaustão no blog quando o assunto é passaporte vacinal é só para não deixar dúvidas de que aqui discurso e prática seguem juntos. É o meu comprovante de vacinação. Tomei as 03 doses recomendadas e tomarei quantas mais forem necessárias. Continuo usando máscara, álcool 70% e evitando ao máximo aglomerações e ambientes fechados.

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    Jornalistas ganham Nobel da Paz por defesa da liberdade de expressão

    Coisa boa é acordar com notícia boa.

    “O jornalismo gratuito, independente e baseado em fatos serve para proteger contra o abuso de poder, mentiras e propaganda de guerra. O comitê norueguês do Nobel está convencido de que a liberdade de expressão e a liberdade de informação ajudam a garantir um público informado”.  Dessa forma, a Academia Real das Ciências da Suécia anunciou nesta sexta-feira, 08, os nomes dos jornalistas Maria Ressa, das Filipinas, e Dmitry Muratov, da Rússia, como ganhadores do prêmio Nobel da Paz de 2021 por seus esforços para defender a liberdade de expressão.

    A academia afirmou que Ressa e Muratov receberam o Nobel da Paz “pela corajosa luta” nas Filipinas e na Rússia e que a liberdade de expressão “é uma pré-condição para a democracia e para uma paz duradoura”.

    “[Os laureados] são representantes de todos os jornalistas que defendem este ideal em um mundo em que a democracia e a liberdade de imprensa enfrentam condições cada vez mais adversas”, afirmou Berit Reiss-Anderson, presidente do conselho do Nobel.

    A academia sueca disse também que “esses direitos são pré-requisitos essenciais para a democracia e protegem contra guerras e conflitos” e que o prêmio para os jornalistas “visa salientar a importância de proteger e defender esses direitos fundamentais [as liberdades de expressão e informação]”.