Últimas histórias

  • Sobre ,

    Teatro Cego apresenta o espetáculo “Um outro olhar” de terça (24) a sexta (26) na Arena das Dunas

    O Teatro Cego vem pela primeira vez a Natal com a peça teatral “Um Outro Olhar”. A peça acontece completamente no escuro e o público fica no palco juntamente com os atores, colocados dentro do cenário. Ao abdicar da visão, o público compreende a trama através doa seus outros sentidos (olfato, paladar, tato e audição). A proposta é estabelecer uma linguagem inédita no teatro.

    Durante o espetáculo, sons, vozes e cheiros chegam aos espectadores vindos sempre de locais diferentes, dando a sensação de que eles estão realmente inseridos no ambiente cênico.

    A peça conta com atores com deficiência visual, que passam a ser peças de extrema importância quando o trabalho ocorre no completo escuro. Cumpre-se assim, também, um papel social, inserindo esses profissionais no mercado de trabalho e abrindo a possibilidade de uma forma de expressão artística que, até então, imaginava-se inviável para essas pessoas.

    O Espetáculo conta a história de uma empregada doméstica e sua patroa que passam, ao mesmo tempo, por um tratamento de câncer. As duas encontram-se em momentos diferentes da doença, com a empregada praticamente curada e a patroa iniciando a quimioterapia. A relação dessas duas mulheres mostra as diferentes posturas e dificuldades que pessoas de classes sociais distantes têm diante desse desafio, ao mesmo tempo em que a compreensão das condições de cada uma delas faz nascer uma amizade que se tornará a principal ferramenta de suas lutas. Apesar do tema delicado, a trama se desenvolve com muita leveza, bom humor e sensibilidade, levando o espectador a uma reflexão que aprofunda a discussão sobre aspectos emocionais, sociais e comportamentais da doença. A trama fala sobre generosidade, empatia, amor, medo, superação, respeito e autoestima. Por acontecer completamente no escuro, a peça se utiliza ainda mais da percepção do espectador, fazendo com que o tema proposto possa ser tratado com ainda mais sensibilidade e aprofundamento. 

    O projeto é uma parceria do Teatro Cego com a ONG Cabelegria que visa realizar 60 apresentações do espetáculo “Um Outro Olhar” em várias capitais do Brasil, com entrada gratuita.

     As apresentações já aconteceram nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Belo Horizonte e agora seguem para Natal e Belém, sempre em parceria com hospitais e entidades de cada local ligadas ao câncer.

    A partir de uma hora antes da primeira apresentação de cada dia, o público presente será convidado a conhecer a tenda da Cabelegria, junto ao local da apresentação, e poderá doar cabelo para a confecção de perucas.

    Haverá, também, várias opções de perucas prontas para serem doadas a pessoas que tiverem perdido o cabelo em consequência de quimioterapia (alguns documentos que comprovam o tratamento serão solicitados para a doação da peruca). Nessa tenda as pessoas contarão com o auxílio de cabeleireiros, podendo sair do local já usando a peruca escolhida.

    Um Outro Olhar – Teatro Cego é um projeto da C-Três Projetos Culturais em parceria com a ONG Cabelegria, com patrocínio da Teleperformance, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

    O que é o Teatro Cego?

    Desde 2012 a C-Três Projetos Culturais vem desenvolvendo o Teatro Cego, um formato teatral onde a peça acontece completamente no escuro, proporcionando, através da arte e do entretenimento, uma experiência única ao público, convidando-o a abdicar da visão e a compreender a trama através de seus outros sentidos (olfato, paladar, tato e audição), utilizando-se de aromas, música e sensações táteis.

    Saiba mais em:  www.teatrocego.com.br

    O que é a Cabelegria?

    Fundada em outubro de 2013, a Cabelegria é uma ONG que recebe doações de cabelo, transformando-o em perucas que são doadas, por meio de Bancos de Perucas (itinerantes e fixos), para pessoas que perderam seus cabelos devido ao tratamento quimioterápico ou a outras patologias. Todo o processo é gratuito.

    Já foram distribuídas mais de 10 mil perucas para crianças e mulheres de todo o Brasil.

    A Cabelegria acredita que a autoestima pode fazer toda a diferença durante um tratamento quimioterápico. Por isso, busca aumentar cada vez mais as doações de perucas para pacientes e expandir seu Banco de Perucas para os maiores centros de tratamento oncológico do Brasil.

    Saiba mais em www.cabelegria.org

    SERVIÇO

    Teatro Cego – “Um Outro Olhar”

    De 24 a 26 de maio, às 18h30 e 20h30

    Local: Auditório da Arena das Dunas – Av. Prudente de Morais, 5121 – Lagoa Nova –  Natal 

     – Os ingressos para a peça teatral serão gratuitos e começam a ser distribuídos 1 hora antes de cada sessão do espetáculo. A distribuição será feita de acordo com a ordem de chegada, através de senhas. Só será distribuída uma senha por pessoa. Serão distribuídos 70 ingressos por espetáculo.

    – Além desses 70 ingressos, mais 30 ingressos serão distribuídos antecipadamente para instituições ligadas ao câncer e instituições ligadas a pessoas com deficiência visual.

    – A ONG Cabelegria estará com sua tenda ( das 17h30 às 21h) recebendo doação de cabelo e fazendo doação de perucas para pessoas que tenham perdido o cabelo por conta de quimioterapia.

    Doação de Perucas

    • Para o Cadastro de recebimento de perucas todos os pacientes deverão ter em mãos os seguintes documentos: Laudo médico, comprovante de quimioterapia, RG e CPF.
    • A Cabelegria doa UMA peruca por paciente e se porventura o paciente já tiver recebido uma peruca da ONG pelos correios ou pelos Bancos de perucas existentes o paciente não poderá receber outra peruca, caso queira ele poderá efetuar a troca da peruca, porém precisará levar a peruca doada.
    • O cadastro é bem simples, será feito na parte externa da tenda e após o cadastro, solicitaremos que o paciente assine um documento (obrigatório) “Comprovante de entrega de peruca” também perguntamos se o paciente autoriza a imagem para que possamos utilizar em nossas redes sociais. Caso aceite, o paciente assina o documento “Termo de Autorização de uso de imagem”. Lembrando que a assinatura desse documento é opcional.
    • Após esse processo os pacientes serão direcionados para escolher sua peruca, assim que escolhida receberão um Kit com um álcool em gel, instruções de como cuidar de sua peruca e uma ecobag.
    • Todo o processo é gratuito.

    FICHA TÉCNICA

    Produção Executiva – Luiz Mel

    Texto e direção – Paulo Palado

    Produção – Lourdes Rocha

    Gerente de Produção Técnica – Carlos Righi

    Contrarregragem – Zan Martins e Rosana Antão

    Sonoplastia – Felipe Herculano

    Elenco – Ana Righi, Luma Sanches e Paulo Palado

    Fotos e filmagens – Ian Noppeney

    Companhia de Teatro Cego

    A Companhia de Teatro Cego surgiu no Brasil em 2012. O formato foi originalmente criado em Córdoba, na Argentina, em 1990. Em 2010, o ator e diretor Paulo Palado esteve em Buenos Aires para conhecer o formato e decidiu trazer a ideia para o Brasil. A C-Três – Projetos Culturais, do produtor executivo Luiz Mel, já trabalhava com projetos artísticos com cunho social como Os Sons da Paz e Os Novos Caminhos da Música e o Teatro Cego tornou-se o novo projeto da produtora. Porém, não existe nenhum vínculo – a não ser o de amizade – com o Teatro Ciego argentino. A ideia é fazer espetáculos teatrais completamente no escuro, convidando o público a abdicar da visão e a usar os seus outros quatro sentidos, além da intuição, para assistir à peça. Para isso, sons, vozes, aromas e sensações táteis são utilizados para colocar o público dentro da trama. O formato de apresentação também não é o tradicional. A plateia é distribuída em cadeiras que intercalam cenários e objetos de cena e o público tem uma proximidade muito grande com os atores, que circulam entre as cadeiras. Por acontecer completamente no escuro, a peça conta com alguns atores com deficiência visual. Porém, a ideia é que nenhum espetáculo aconteça somente com esses atores, mas sim, que haja sempre uma integração com atores videntes.

    Os Espetáculos do Teatro Cego

    O primeiro espetáculo da companhia, “O Grande Viúvo”, estreou no Teatro TucaArena em 2012, com texto de Paulo Palado, adaptando o conto homônimo de Nelson Rodrigues. Em 2014, a companhia estreou sua segunda peça, “Acorda, Amor!”. Esse espetáculo é costurado por canções de Chico Buarque executadas ao vivo pela banda Social Samba Fino, composta por sete músicos. Em 2016, a companhia estreou a peça “Clarear – Somos Todos Diferentes”, com texto de Sara Bentes, que também é atriz em todas as peças. O espetáculo fala sobre quatro jovens com diferentes características (uma garota com deficiência visual, um rapaz com deficiência auditiva, um argentino e uma torcedora fanática do Juventus da Moóca) que dividem a mesma república. Agora, a companhia está lançando seu novo espetáculo “Um Outro Olhar”, em parceria com a ONG Cabelegria. O Espetáculo conta a história de uma empregada doméstica e sua patroa que passam, ao mesmo tempo, por um tratamento de câncer. As duas encontram-se em momentos diferentes da doença, com a empregada praticamente curada e a patroa iniciando a quimioterapia. A relação dessas duas mulheres mostra as diferentes posturas e dificuldades que pessoas de classes sociais distantes têm diante desse desafio, ao mesmo tempo em que a compreensão das condições de cada uma delas faz nascer uma amizade que se tornará a principal ferramenta de suas lutas. Apesar do tema delicado, a trama se desenvolve com muita leveza, bom humor e sensibilidade, levando o espectador a uma reflexão que aprofunda a discussão sobre aspectos emocionais, sociais e comportamentais da doença. A trama fala sobre generosidade, empatia, amor, medo, superação, respeito e autoestima. Por acontecer completamente no escuro, a peça se utiliza ainda mais da percepção do espectador, fazendo com que o tema proposto possa ser tratado com ainda mais sensibilidade e aprofundamento. A tenda da Cabelegria acompanha a peça em todas as apresentações e, nele, é possível doar cabelo para confecção de perucas para mulheres que estejam fazendo tratamento quimioterápico. Perucas já prontas também podem ser retiradas na mesma tenda. Todas as peças da companhia são dirigidas por Paulo Palado e produzidas pela C-Três Projetos Culturais.

    Parceiros

    Durante esses dez anos de atividades, a Companhia de Teatro Cego trabalhou em parceria com diversas instituições. Entre elas, o BOS – Banco de Olhos de Sorocaba, A Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo, a Laramara – Associação Brasileira de Assistência à Pessoa com Deficiência Visual e a Fundação Dorina Nowill para Cegos.

    O Processo de Criação

    O processo de criação da Companhia de Teatro Cego parte sempre do texto. Dos quatro textos montados até agora, três são de Paulo Palado e um de Sara Bentes e já são escritos pensando no Teatro Cego, pois as falas dão indicação de muitos elementos e situações que o espectador não conseguiria identificar sem a visão. O espaço para sons e aromas muito característicos também é priorizado para que a produção possa atuar de forma consistente durante o espetáculo. Porém, tudo isso é feito de maneira que não haja exagero. Não se pode permitir que os meios justifiquem os fins. A ocupação do espaço também é uma preocupação que vem logo no início do processo. A trama tem que ser encenada sempre no mesmo espaço, pois os espectadores estão sentados em suas cadeiras junto com os cenários. As mudanças de cenas são feitas através de músicas e ou aromas. Uma mesma música é repetida sempre que a cena volta para um mesmo cenário. O mesmo pode acontecer com um aroma. O cenário, apesar da escuridão, é de extrema importância para a compreensão do espaço. Portas, armários, mesas, cadeiras, escadas, louça, talheres, camas. Os objetos cenográficos se mostram presentes através de seus sons ou por simples citação dos personagens. Uma característica muito importante do espaço cênico é a forma da sua apresentação. Ao contrário de uma peça convencional, onde o espectador vê primeiro o cenário, que depois vai sendo preenchido por movimento e vida, no Teatro Cego tudo começa em uma escuridão profunda e total. Após a entrada dos atores, com a movimentação e utilização dos espaços, é que o cenário vai se revelando. Os espetáculos são sempre compostos por atores com deficiência visual e atores videntes. A ideia é integrar. Imagine ter que criar um acesso a cadeirantes para um andar acima do piso térreo. Não cadeirantes podem subir facilmente pela escada. Então cria-se um elevador para as pessoas com deficiência física. Isso é acessibilidade. Porém, uma rampa serviria muito bem aos dois públicos. Isso é integração. O processo de criação dos personagens começa com a leitura branca do texto em uma mesa, como em qualquer outra montagem convencional. Enquanto alguns atores se utilizam do tradicional texto no papel, riscado com lápis e grifado com marca-texto, outros leem em braile. Outros ainda contam com aplicativos leitores de tela em um celular ligado ao ouvido por um fone e falam por cima do que ouvem. É como um ponto. Entre essas leituras, os atores e o diretor praticam exercícios de cognição, criando conexões entre os personagens através de códigos inconscientes. Isso ajuda a desconstruir a comunicação rasa que utilizamos na maior parte do tempo e desfaz alguns vícios, tanto de expressão quanto de compreensão. Os ensaios vão então para um espaço demarcado, determinando os locais de cenografia e público. Algumas marcas são colocadas para guiar os atores. O cenário será uma das referências. Em alguns locais, o piso tátil é usado. Os atores com deficiência se locomovem, a princípio, com bengalas (guias) ou com a ajuda da produção. Quando o espaço é completamente dominado, apaga-se as luzes e retira-se as bengalas dos atores com deficiência. Enquanto isso, a produção está pesquisando aromas e sons. Quando os cenários são montados, junta-se tudo nos ensaios finais.

    “No princípio era o caos”

    O processo de criação do Teatro Cego é todo baseado na desconstrução de personagens e espaços. E essa reconstrução é feita a cada espetáculo, diante do público. 

  • Sobre

    Premiado solista Thomas Leleu é convidado do Projeto Movimento Sinfônico nesta quarta (27)

    Para o segundo concerto do ano, o projeto Movimento Sinfônico, da Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte – OSRN, tem a honra de convidar o solista Thomas Leleu (Tuba) para as ‘Quartas Clássicas’, que acontece na próxima quarta-feira, 27, às 20h, no Teatro Riachuelo, com entrada gratuita.

    Considerado uma ‘estrela mundial da tuba’, o francês, Thomas Leleu, é o primeiro tubista a ganhar o prêmio de “Solista Instrumental Revelação do Ano” no Grammy Francês, e um dos poucos solistas em Tuba do mundo da música. Seu estilo passeia entre clássicos, world music, música moderna e pop.

    Sob a regência do maestro Linus Lerner, Thomas traz todo o seu talento para o público potiguar, executando, dentre as obras, Jean-Philippe Vanbeselaere: Convergences (1969). “Thomas vai, com certeza, mostrar coisas inimagináveis no instrumento da tuba”, endossa o maestro. No repertório, ‘Abertura do Festival Acadêmico’, Op.80, composta durante o verão de 1880 e Danças Húngaras 5 e 6, de Johannes Brahms (1833-1897); Czarda, de Vittorio Monti (1898-1922), em homenagem aos 100 de morte do compositor, e outras.

    Os ingressos serão divididos em dois lotes: o primeiro, mediante cadastro no site da Orquestra (www.osrn.com.br), a partir do dia 25 (segunda-feira), às 9h, com troca obrigatória do voucher apartir das 14h do mesmo dia, até às 22h do dia 26, na Galeria Fernando Chiriboga (3º piso do Shopping Midway Mall). E, o segundo, estará disponibilizado, no dia do concerto, 27 de abril, a partir das 10h, também na Galeria Chiriboga.

    Além da apresentação em abril, a Orquestra ministra uma MasterClass (Série Formação), no dia 29, às 9h, em sua sede, localizada nas instalações do Papódromo – João Paulo II, que funciona no Centro Administrativo, em Natal. As inscrições podem ser realizadas através do site www.osrn.com.br e tem vagas limitadas.

    A Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte tem o Governo do Estado do RN como seu principal mantenedor, por meio da Fundação José Augusto. E a temporada 2022 é realizada através do projeto Movimento Sinfônico mediante iniciativa do Instituto Neoenergia, com patrocínio da Neoenergia Cosern e Lei Câmara Cascudo; o projeto também conta com o patrocínio da Unimed Natal e é uma realização da OSRN / Fundação José Augusto e da MAPA Realizações Culturais, com apoio G7 Comunicação.

    Serviço:

    Movimento Sinfônico 2022 – Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte

    Quartas Clássicas

    Quando: 27 de abril (quarta-feira)

    Onde: Teatro Riachuelo

    Horário: 20h

    Ingressos: Lote Internet – O público pode reservar ingresso gratuito mediante cadastro no site da Orquestra (www.osrn.com.br), a partir das 9h, do dia 25, com troca obrigatória do voucher apartir das 14h do dia 25, até às 22h do dia 26, na Galeria Fernando Chiriboga. Será permitido dois ingressos por CPF e o voucher deve apresentado, junto com o comprovante de vacinação, na entrada do Teatro. E, o segundo lote, estará disponibilizado no dia do concerto, 27 de abril, a partir das 10h, também na Galeria Chiriboga.

    Foto: Camille Charlier

    Facebook – @rnsinfonica

    Instagram – @osrn.oficial

    YouTube – YouTube/OSRN

  • Sobre ,

    Prefeitura de Mossoró credencia profissionais da arte e cultura para o MCJ e outros eventos

    A Secretaria Municipal de Cultura publicou, no Jornal Oficial de Mossoró (JOM) da última sexta-feira (1º), edital de credenciamento de artistas e outros profissionais da arte e cultura em todas as manifestações e linguagens para os eventos e manifestações culturais do Mossoró Cidade Junina (MCJ) 2022, bem como para outros eventos a serem realizados no município, no período de um ano.  

    As inscrições começaram na última segunda-feira (4) e seguem até 4 de abril de 2023. Porém, para os interessados em participar do Mossoró Cidade Junina, o prazo do credenciamento é de 30 dias, contando a partir da publicação do edital. Os interessados devem se dirigir à Sala de Licitações da Diretoria-Executiva de Licitações, Contratos e Compras, situada na rua Idalino de Oliveira, nº 106, 1º andar, Centro, Mossoró/RN.

    As avaliações serão realizadas pela Comissão Julgadora de Mérito Artístico-Cultural e pela Comissão Permanente de Licitação. O resultado será publicado no Jornal Oficial de Mossoró (http//www.prefeiturademossoro.com.br/jom/), após análise das documentações.

    Os interessados podem obter mais informações através do e-mail: cpl2@prefeiturademossoro.com.br (e-mail da Comissão Permanente de Licitação). O edital vai estar disponível na página eletrônica da Prefeitura de Mossoró (www.prefeiturademossoró.com.br), clicando na aba “serviços” e, na sequência, na aba “licitações”. O edital também pode ser solicitado na Sala de Licitações da Diretoria-Executiva de Licitações, Contrato e Compras, com os representantes da Comissão Permanente de Licitação do Município.

  • Sobre

    Programa Jornada no Bosque promove ciclo de oficinas artístico sensoriais

    Tem início no dia 2 de abril a primeira atividade do ciclo de oficinas “Aproximações artístico sensoriais com a natureza”, promovida pelo Programa Museal Jornada no Bosque. Ao todo, serão quatro oficinas gratuitas realizadas entre abril e maio, na Oficina de Artes, no Parque das Dunas (Bosque dos Namorados). Inscrições em ajornada.org

    A ação tem como objetivo proporcionar uma experiência perceptiva poética dos participantes, explorando o potencial criativo, através de diversas linguagens da arte, utilizando os elementos da natureza presentes no Parque das Dunas. A atividade será facilitada por Estrela Santos, artista, professora e doutoranda no Centro de Educação da UFRN.

    Durante a primeira oficina, intitulada “As Cores e Formas da Natureza I”, os participantes terão a oportunidade de ampliar o conhecimento sobre diversos elementos presentes no bioma do Parque das Dunas de Natal. Na sequência, novas oficinas devem acontecer nos dias 9, 23 de abril e 07 de maio com as temáticas “Cores e Formas da Natureza II (Landart)”, “Grafias na natureza” e “Natureza ao redor e em movimento”. 

    As inscrições para a primeira oficina já estão abertas. Basta preencher um formulário eletrônico disponível no site ajornada.org. Para as demais atividades, as inscrições serão abertas na semana de cada oficina, com divulgação através do instagram.com/jornadanobosque. 

    O Programa Jornada no Bosque foi aprovado na 3ª edição na Lei Municipal de Incentivo à` Cultura Djalma Maranhão, tem patrocínio da Prefeitura do Natal e conta com o incentivo do Colégio Cei, Arena das Dunas e Sicoob. Conta também com o patrocínio da Lei Estadual Câmara Cascudo, Governo do Estado do RN, Fundação José Augusto e com o incentivo do Café Santa Clara. Apoio do Idema, Parque das Dunas e Sebrae-RN. Uma realização do Instituto e Estúdio Casadágua.

    SERVIÇO:

    Oficina “As Cores e Formas da Natureza I”
    Data: 02/04/22 (Sábado)
    Hora: 14h30
    Público: Livre
    Espaço: Oficina das artes – Bosque dos Namorados

    Inscrições em ajornada.org

  • Sobre ,

    Grêmio da Rampa inaugura espaço com programação cultural

    A partir do próximo sábado, 2 de abril, o antigo Grêmio Beneficente dos Pescadores de Natal, em Santos Reis, abre espaço para a arte, cultura e educação com a inauguração do Grêmio da Rampa. A iniciativa visa integrar o projeto de ocupação artística do Complexo Cultural Rampa com os moradores dos bairros do entorno.

    A programação do evento inicia às 15h, com a concentração do Grupo Folia de Rua Potiguar na praça da igreja de Santos Reis. A partir das 16h, o grupo percorre em cortejo as ruas do bairro até o Grêmio da Rampa. Em seguida, haverá apresentação da Bateria “Verde e Rosa” da Escola de Samba Balanço do Morro. Às 19h30 tem início a apresentação do Grupo D’Mestre com samba de mesa. 

    “Dentro do conceito museu-paisagem, precisamos considerar todo o território. E isso deve acontecer antes mesmo da inauguração do espaço, com intuito de envolver os moradores do entorno e também despertar neles o sentimento de pertencimento. Além disso, há a possibilidade da produção de artesanato, mobiliário e artefatos que poderão ser vendidos no Complexo, gerando renda para as comunidades”, explica Gustavo Wanderley, um dos curadores do projeto Rampa – arte museu paisagem.

    Durante o evento de abertura, o espaço do Grêmio vai contar também com a vernissage da exposição Ribeilinhas (Ribeira em Linhas), do fotógrafo Henrique José, do Mercado da Foto. O ensaio reúne imagens sobre Natal e a Ribeira, registradas ao longo de 10 anos pelo artista e transitam entre a fotografia de rua e a fotografia contemplativa.

    “Com esse fazer, entendi que a riqueza mora nos detalhes. Por isso, considerei a inclusão das cores e suas combinações tonais. Na composição, trabalhei as linhas e formas geométricas como elementos de uma brincadeira visual,  que provoca uma parada para perceber a realidade recortada, fragmentada, um clique no tempo e no espaço da cidade, capturado em seu tecido arquitetônico. Outro aspecto que realço nas imagens é o registro e a passagem do tempo, inerente ao fazer fotográfico. Busco nas imagens trazer estas marcas deixadas na arquitetura da Ribeira, remetendo à constante mudança e à luta permanente entre a memória e o esquecimento”, conta Henrique. 

    A exposição Ribeilinhas fica em cartaz no espaço até o dia 22 de abril, com visitação das 14h às 17h.Toda a programação é gratuita e o Grêmio da Rampa fica localizado na Rua João Carlos, 312, Santos Reis. 

    OFICINA GRATUITA DE FOTOGRAFIA

    Entre os dias 11 e 27 de abril, o Grêmio da Rampa recebe sua primeira atividade educativa,  a oficina “Fotografia com o celular”, que será ministrada pelo professor e fotógrafo Henrique José. O curso tem duração de 30 horas e é voltado para pessoas a partir dos 12 anos, moradores dos bairros de Santos Reis, Rocas e Ribeira.

    Para além do compartilhamento de conteúdo e técnicas afins à fotografia, a ideia é trabalhar com metodologias participativas num viés freiriano, que possa trazer um diagnóstico socioterritorial dos participantes a partir de duas provocações: “Que lugar lhe faz sorrir?” e “Que lugar lhe faz sonhar”. 

    O período de inscrição para a oficina de fotografia será de 04 à 08 de abril, das 14h às 17h, presencialmente no Grêmio da Rampa. A oficina é gratuita.

    COMPLEXO CULTURAL RAMPA

    O Complexo Cultural Rampa é um equipamento do Governo do Estado do RN. O projeto de ocupação artística do espaço, Rampa – arte museu paisagem está sob responsabilidade da Casa da Ribeira. A produção executiva é da House Cultura, com benefícios da Lei Câmara Cascudo de Incentivo à Cultura, Fundação José Augusto e Governo do RN.

    SERVIÇO

    INAUGURAÇÃO DO GRÊMIO DA RAMPA
    Sábado, 2 de abril. Rua João Carlos, 312, Santos Reis. Entrada gratuita.

    Programação

    15h – Concentração do Grupo Folia de Rua Potiguar na praça da igreja de Santos Reis
    16h – Cortejo do Grupo Folia de Rua Potiguar pelas ruas do bairro de Santos Reis, até o Grêmio da Rampa
    17h30 – Apresentação da Bateria “Verde e Rosa” da Escola de Samba Balanço do Morro
    19h30 – Apresentação do Grupo D” Mestre – mesa de samba

    OFICINA “FOTOGRAFIA COM O CELULAR”
    De  11 e 22 de abril. Inscrições gratuitas de 04 à 8 de abril, das 14h às 17h, presencialmente no Grêmio da Rampa. 

  • Sobre ,

    Departamento de Filosofia da UFRN promove curso sobre a cultura tradicional potiguar

    Pensamento brincante: sobre viver a cultura é um curso que tem o objetivo de convidar a pensar, de forma filosófica, a cultura popular através de estudos e do compartilhamento de vivências e experiências. Promovido pelo Departamento de Filosofia da UFRN (DEFIL), dois grupos tradicionais estarão presentes na ação: Congo de Calçolas Bambelô Cajueiro Abalô. As inscrições podem ser feitas pelo link. Os encontros acontecerão uma vez por semana durante 8 semanas entre abril e maio de 2022.

    Com a finalidade de incentivar um pensamento filosófico e singular, o curso visa alimentar a diversificação de propostas didáticas e metodológicas da filosofia, promovendo mudanças e enfatizando a importância de reflexões e tradições oriundas dos povos afrodescendentes e indígenas, os quais são pouco lembrados na prática acadêmica e nos currículos das disciplinas.

    Segundo os organizadores da ação, o Referencial Curricular do Ensino Médio Potiguar apresenta mais avanços no sentido de diversificar sobre esse pensamento. É esperado que o curso impacte positivamente a elaboração de pesquisas e interesses dos discentes ー de modo que possa influenciá-los a mergulhar na riqueza da cultura regionalー ao contemplar a pluralidade das tradições originadas das matrizes afrodescendentes e indígenas.

    Em conjunto com a Escola Popular Vir-a-Vila, o curso convida os mestres Pedro Correia e Pedro de Lima, participantes, respectivamente, dos dois grupos tradicionais: Congo de Calçolas e Bambelô Cajueiro Abalô para divulgar uma visão ampla acerca de suas manifestações culturais e de sua comunidade.

    De um ponto de vista teórico, a ação de extensão coordenada por Federico Sanguinetti, pretende dialogar sobre uma série de temas, dentre eles: a questão das identidades em suas declinações, principalmente comunitária, urbana, regional, nacional e cultura; a importância da memória e da ancestralidade; pensamentos ligados à estética, à filosofia da arte e suas conexões com o meio político e educacional, tudo isso com foco nas artes populares e outros assuntos.

    Os organizadores e pensadores do curso almejam que a ação exerça influência não somente na área da filosofia, mas também na história, na comunicação, nas artes e na literatura. Para isso, eles pretendem usar uma abordagem tanto teórica quanto prática, interligando esses campos do conhecimento, de modo a envolver o público por meio de oficinas e materiais didáticos.

    O curso de Extensão contará com três tipos de atividades: os grupos de estudos, os encontros de formação e rodas de conversa com os mestres dos dois grupos tradicionais e as oficinas práticas que trarão a oportunidade de divulgar os ensinamentos de atividades associadas aos grupos, como cantigas, danças e construção de instrumentos. 

    Mais informações sobre horários da programação estão disponíveis no link da ação de extensão.

    Foto: Cícero Oliveira – Agecom/UFRN

  • Sobre

    Fiart segue no Centro de Convenções até domingo (06)

    A produção do artesanato e a variedade dos produtos estão surpreendendo os visitantes da 27ª edição da Feira Internacional de Artesanato – FIART. Durante o fim de semana, o Centro de Convenções de Natal recebeu um bom público, que prestigiou a feira visitando os 210 estandes, além de se divertirem com as apresentações do Festival de Cultura.  A Fiart segue até domingo, dia 6 de fevereiro, das 16h às 22h.

    Seguindo todos os protocolos, a Fiart está cumprindo as medidas de prevenção exigindo o uso de máscara e a comprovação da vacinação. Além disso, na própria feira existe um posto de vacinação para aquelas pessoas que desejem colocar a vacina em dia.

    A FIART é uma realização do Governo do Estado do Rio Grande do Norte, com o patrocínio e apoio do Sebrae/RN e Prefeitura de Natal; organização da Espacial Eventos. Toda a programação cultural tem o incentivo da Lei Municipal Djalma Maranhão, com patrocínio da Prefeitura do Natal e Unimed Natal.

    Programação Cultural

    Terça – Dia 1º/02

    17h00 Cortejo Percussivo – Banda de Música de Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil 17h30 Mostra de Cultura – Cordelista Rosa Régis

    19h00 Mostra de Folclore – Coco De Calemba

    20h30 Show – Zé Caxangá

    Quarta – Dia 02/02

    17h30 Mostra de Cultura – Cordelista Célia Bombom

    18h00 ás 20h00 Grupos de Parafolclore

    20h30 Show – Samara Alves

    Quinta – Dia 03/02

    17h00 Mostra de Cultura – Banda de Música Municipal Tem. Djalma Ribeiro da Silva 17h30 Mostra de Cultura – Grupo Artsent

    18h00 às 20h00 Grupos de Parafolclore

    20h30 Show – Rauzito

    Sexta – Dia 04/02

    17h30 Mostra de Cultura – Cordelista Jussiara Soares

    18h00 ás 20h00 Grupos de Parafolclore

    20h30 Show – Carlos Zens

    Sábado – Dia 05/02

    17h30 Mostra de Cultura – Cordelista Erivaldo Leite De Lima

    17h30 Mostra de Cultura – Shaman Tribal

    18h00 ás 20h00 Grupos de Parafolclore

    20h30 Show – Banda Anos 60

    Domingo – Dia 06/02

    17h45 Cordelista Geralda Efigênia Macêdo

    18h00 Show – Sérgio Luís

    20h00 Show – Ju Santos 

  • Sobre ,

    27ª FIART é lançada oficialmente; evento começa dia 28

    O melhor do artesanato e da cultura potiguar chega até você, ao alcance das suas mãos, no final do mês.  A Feira Internacional de Artesanato – FIART realiza sua 27ª edição de 28 de janeiro a 06 de fevereiro de 2022, sempre das 16h às 22h, no Centro de Convenções de Natal, com participação de 800 artesãos de diversos lugares nacionais e internacionais, distribuídos em 210 estandes. Toda a programação do evento promete surpreender os visitantes, trazendo diversidade de produtos e uma programação cultural especial.

    Durante o lançamento, nesta quinta-feira, no Espaço Neuma Leão, autoridades, patrocinadores, artesãos e imprensa ficaram por dentro da programação e das novidades da 27ª edição. Além das falas das autoridades presentes, a do artesão Igor chamou atenção: “Tenho certeza que a Fiart é a feira que mais dá visibilidade ao artesão. Sou de Brasília, mas morando em Natal participo da Fiart há sete anos, mas eu colho os frutos dessa feira o ano inteiro. Não posso deixar de ressaltar a importância do evento para os artesãos. Só tenho a agradecer”, declarou Igor, que trabalha com pirografia (Arte de decorar madeira e outros materiais).

    Importante vitrine da arte e da cultura seja local, estadual, nacional e internacional, o diferencial da FIART está em sua essência de aproximar, valorizar e dar espaço para as manifestações tradicionais, produções artesanais das tribos indígenas, mostra de grupos folclóricos, mostra de cultura popular, entre outros aspectos. Para além dos estandes, a feira é uma grande ferramenta da promoção da brasilidade. É um espaço fértil à propagação da economia criativa.

    Para garantir a sua segurança, a Fiart está tomando diversas medidas de prevenção relativas ao coronavírus. O evento segue as orientações da Organização Mundial de Saúde, com uso obrigatório de máscara; higienize as mãos com álcool 70; orientando para manter distanciamento, conforme decreto nº 31.265 do dia 17/01/2022, obrigando que todos os expositores, equipe e visitantes que apresentem no credenciamento o comprovante de vacina seguindo o Plano Nacional de Imunização (PNI).

    A FIART é uma realização do Governo do Estado do Rio Grande do Norte, com o patrocínio e apoio do Sebrae/RN e Prefeitura de Natal; organização da Espacial Eventos. Toda a programação cultural tem o incentivo da Lei Municipal Djalma Maranhão, com patrocínio da Prefeitura do Natal e Unimed Natal.

    Programação Cultural

    A Programação Cultural da FIART é um atrativo extra e que encanta os visitantes e este ano terá participação de mais de 1.400 pessoas distribuídas em nove tipos de apresentações culturais. Durante todos os dias da feira, várias atrações estarão se apresentando a partir das 17h, como Cortejo de abertura com trios de Forró e grupos percussivos (como Folia de Rua, Pau e Lata e Nação Zamberacatu). Às 18h temos a Literatura de Cordel, com recitação de diversos poetas sob a coordenação de Leidson Felix e Casa do Cordel. A programação segue às 19h com a Mostra de Cultura: palco aberto para a Palhaçaria com apresentações de palhaças do RN e de diversos locais do Brasil. A dança grupos como a Shaman Tribal, manifestações Folclóricas, João Redondo, rabequeiro Caio Padilha) também fazem parte. Às 20h tem início o Show (artistas confirmados: Deusa do Forró, Lene Macedo, Samara Alves, Frevo do Chico). Além disso, haverá o Festival Parafolclore, de 02 a 05 de fevereiro, sempre das 18h às 20h30.

  • Sobre ,

    Companhia Giradança estreia filme “Economia da Encarnação” e lança o livro “Zona Dissoluta”

    O filmedança Economia da Encarnação retrata a dança de corpos mitológicos, criando lendas e referências sobre si mesmos, e é a mais nova estreia da Companhia Giradança que acontece no dia 13 de janeiro. Já o lançamento do livro Zona Dissoluta, que mescla imagens e um diário de bordo da obra inédita, será feito pela Companhia no dia 14. Os dois lançamentos foram contemplados pelo Rumos Itaú Cultural 2019-2020 e acontecem através da plataforma Zoom, sempre às 20h, com distribuição gratuita de ingressos pelo Sympla.

    Uma obra que possui erotismo, não no sentido sexual, mas um erotismo no sentido de fundir corpos e dissolver fronteiras. Assim podemos definir o filmedança Economia da Encarnação, que reflete sobre a automitologia da fêmea – termo que amplia o ser feminino e suas possibilidades de narrativa – e a oportunidade de atribuir ao corpo múltiplas possibilidades.

    Para Alexandre Américo, diretor artístico do Giradança, o filmedança revela um espetáculo que não tem tempo nem lugar definidos. “Pensamos em uma direção de vídeo que captasse imagens em um espaço sem contexto, para dar ênfase a esses corpos. Trabalhamos a pintura corporal nas fêmeas, observando como elas dançam, como se apresentam as automitologias”.

    A peça é um encontro entre as três bailarinas da companhia Giradança, Jania Santos, Joselma Soares e Ana Carolina Vieira, com a coreógrafa convidada do espetáculo, Elisabete Finger. 

    “Queria criar com essas fêmeas uma coreografia que fosse não uma representação de histórias, mas uma encarnação delas: as que ouvimos, as que contamos, as que inventamos, as que reescrevemos. Se mitologias são formas de narrativas que transmitem determinados saberes, fizemos nessa peça nossas automitologias”, explica a coreógrafa.

    Elisabete Finger é performer e coreógrafa. Desenvolve trabalhos que perseguem uma ‘lógica de sensações’ e se ocupam de um erotismo da matéria: um corpo-matéria que se funde, colide e atravessa outras matérias.

    Zona Dissoluta

    Zona Dissoluta é o segundo livro escrito e organizado por Alexandre Américo e trata sobre a tentativa de dissolução da imagem da deficiência que permeia a Companhia Giradança, deixando que a arte seja o tema principal, emancipando os corpos com ou sem deficiência. 

    Considerado um experimento político-estético, com projeto gráfico de Vinícius Dantas e fotos da artista Guesc, o livrodança fala sobre o que foi e o que pretende ser o Giradança, através de vários escritos, fotos e cadernos de artistas – diário de bordo de cada artista que participa da obra Economia da Encarnação.

    “Compartilho, sem nenhum pudor, esses cadernos com erros, urgências e rasuras”, revela Alexandre Américo.

    O livrodança é cheio de cores, texturas e conduções, através de hiperlinks, com uma incrível surpresa no final. Ele ficará disponível para leitura online e para download a partir do dia 14. No mesmo dia, logo em seguida, acontece a reexibição do filmedança Economia da Encarnação.

    O filmedança  Economia da Encarnação e o livrodança Zona Dissoluta têm o apoio do Rumos Itaú Cultural 2019-2020.

    Serviço

    Lançamento do filmedança  Economia da Encarnação e do livrodança Zona Dissoluta 

    Dias 13 e 14 de janeiro, às 20h

    Através da plataforma Zoom

    Reserva de ingressos: https://www.sympla.com.br/evento-online/filmedanca-economia-da-encarnacao–e-book-zona-dissoluta/1452807

    Classificação indicativa: 16 anos

  • Sobre , , ,

    Feira feminista reúne agricultoras, artesãs e artistas nesta quinta-feira (16) em Mossoró

    O Centro Feminista 8 de Março realiza nesta quinta-feira, 16 de dezembro, a partir das 17h, mais uma edição da Caravana Feminista da Economia Solidária, uma iniciativa que prevê a realização de feiras itinerantes com a participação de mulheres agricultoras e artesãs dos grupos acompanhados pelo CF8, de diversos municípios potiguares, como forma de incentivar a produção e comercialização de seus produtos. E a próxima parada será em Mossoró. 

    A feira será realizada na sede do Centro Feminista 8 de Março, no cruzamento da Rua Dionísio Filgueira com a Quintino Bocaiúva, no Centro, e terá produtos agroecológicos, artesanato, comidas, bijuterias, plantas, roupas e serviços, ilustrando a diversidade e a beleza da produção das mulheres. 

    A programação terá, além da feira, uma cultural com a participação de várias artistas mossoroenses, com show da banda Coisa Luz; uma performance cênica com Odara Inaê, Dayanne Léo e Lenilda; e um show produzido especialmente para a ocasião, intitulado “Mulheres em Movimento”, com a participação de Caroline Melo, Marilia Kardenally, Roberta Lúcida, Cabocla de Jurema, Roberta Costa, Thayny Dayany e Lucimeire Bal. 

    Ainda durante a feira será possível conferir a exposição fotográfica “Mulheres redesenhando a vida no semiárido”, que tem o objetivo de destacar as belezas do território potiguar, a auto organização das mulheres e a multiplicidade de suas atividades, trazendo um olhar para um semiárido vivo, onde a vida pulsa e onde as mulheres resistem e se reinventam todos os dias. 

    O evento faz parte da programação de encerramento das atividades do ano de 2021 do Centro Feminista 8 de Março, intitulada também de “Mulheres em Movimento”, que terá início às 8h da manhã, com a realização do semiário “Mulheres redesenhando a vida: as lutas necessárias e desafios pra enfrentar”, com a participação de Nalu Faria, da Sempreviva Organização Feminista (SOF); Neneide Lima, da Rede Xique-Xique; e Vanessa Fialho, subsecretária de políticas para as mulheres (SEMJIDH). Essa atividade marca o encerramento do projeto “Mulheres redesenhando a vida”, co-financiado pela União Europeia. 

    Ainda dentro dessa programação, será lançado o novo projeto que o Centro Feminista irá executar. O projeto “Água viva na escola: transformando o semiárido”, em parceria com a Fundação Banco do Brasil (FBB), que prevê a reaplicação da tecnologia social “água viva”, que visa o tratamento e a reutilização da água cinza no cultivo de hortaliças, pequenas frutíferas e arbóreas, em 20 escolas de 3 municípios potiguares.

    A programação é uma iniciativa do Centro Feminista 8 de Março, com o União Europeia e a Fundação Banco do Brasil, e em parceria com a Rede Xique-Xique e o Grupo Mulheres em Ação.

  • Sobre , ,

    VI Salão Dorian Gray e Festival Cores do Interior acontecem a partir desta quinta (09) no Museu Café Filho

    Começa daqui a pouco, às 18h, no Museu Café Filho, o maior encontro de artes plásticas do Rio Grande do Norte. O Festival Cores do Interior e VI Salão Dorian Gray  que abrem suas portas para pinturas, esculturas, fotografias, desenhos e instalações.

    Mostra diversa e abrangente do que se produz em terras potiguares, os Salões levam ao público obras de 180 artistas de todas as regiões do Estado

    A entrada é gratuita e a visitação vai até o dia 22 de dezembro, de segunda a sexta, das 08h30 às 17h.

    Nesta edição, o Festival Cores do Interior resgata e homenageia o potiguar Antônio Roseno de Lima. Quase desconhecido no Rio Grande do Norte, o artista plástico e fotógrafo nascido no município de Alexandria (1926 +1998) trabalhou e faleceu em São Paulo, e é tema de estudo e de publicações do Prof. Geraldo Porto, da UNICAMP. Sua obra integra acervos dos museus de arte bruta na Europa.

    O Museu Café Filho fica na Rua da Conceição, 42-90 – Cidade Alta, por trás da Assembleia Legislativa do Estado.

    O Festival Cores do Interior é uma iniciativa da Sociedade dos Amigos da Pinacoteca Potiguar (SAPP) e conta com o apoio da Lei Aldir Blanc – Governo Federal, Ministério do Turismo e Secretaria de Cultura, Governo do RN – Fundação José Augusto.

  • Sobre ,

    Cia Pão Doce estreia “Poesia à vista! – Intervenção Literária” que une arte e tecnologia nas ruas de Mossoró

    A Companhia Pão Doce de Teatro estreia “Poesia à vista! – Intervenção Literária”, neste sábado (4). O projeto vem somar a arte de interpretar a poesia com tecnologia e acessibilidade para todo o público e direciona uma exposição artística popular de forma gratuita através de acesso por QR codes às plataformas digitais. O primeiro espaço público que vai receber o projeto é a Praça Rodolfo Fernandes (Praça do Pax) neste sábado (04) pela manhã .

    Segundo a companhia teatral, a arte e tecnologia estão presentes em nosso dia a dia em lugares que nem imaginamos. A pandemia da Covid-19 provocou inevitavelmente uma mudança, principalmente na forma que vemos a vida. Nesses quase dois anos de fechamento, distanciamento social, como medidas para conter a disseminação do vírus, os artistas tiveram, com a nova realidade, a necessidade de se reinventar. Todos os setores passaram por mudanças e buscaram as soluções tecnológicas para as suas atividades e relacionamentos de aproximação com o público. O projeto “Poesia à vista – Intervenção Literária” tem a proposta de aproximação da arte e público via tecnologia.

    A idealização e direção desse projeto é da atriz Lígia Kiss com conexões e construções colaborativas com artistas da Cia Pão Doce (Mônica Danuta, Paulo Lima, Raull Davyson e Edson Saraiva), que recitam e homenageiam a beleza potente e extraordinária de poetisa e poetas mossoroenses (Luiza Gurgel, Antônio Francisco, Carlos Mossoró, Romero Oliveira e, In Memoriam, Luiz Campos e Elizeu Ventania).

    “O que há de diferente nesta edição do projeto? A pluralidade artística de todas e todos os envolvidos na realização e execução desse projeto. O público verá no “Poesia à vista – Intervenção Literária” uma reunião de parte significativa da produção artística mossoroense. Utilizando uma câmera e gravado em ângulo frontal, exclusivamente no espaço da Cia Pão Doce, o projeto terá duas intervenções, assim podemos chamar, traçando uma relação entre o estilo de cada artista homenageado, contando com a produção da Cia, um grupo com mais de uma década de história”, destacou Lígia Kiss.

    Compõem a equipe os artistas: Raull Davyson, na operação de câmera, fotografia e montagem; Mônica Danuta, na assessoria de imprensa e consultoria criativa; Paulo Lima, na iluminação, cenotécnica e assistência de produção; Edson Saraiva, como assistência de pós-produção; e Mariana Câmara, como tradutora e intérprete em Libras.

    O projeto estará com exposição e estreia presencialmente na Praça Rodolfo Fernandes, Parque Ecológico Prof. Maurício de Oliveira e Corredor Cultural (Praça largo do Sebrae).

    A realização conta com o apoio do SESC/RN, através do edital POTICULTURAL 2021 (linha pluralidade das artes), incentivando as realizações culturais nesse período de pandemia e Prefeitura Municipal de Mossoró, contemplado no edital Prêmio de Incentivo à Cultura Lei Maurício de Oliveira, edição 2019 – Categoria Audiovisual.

    SERVIÇO
    DIA: 4/12
    LOCAL: Praça Rodolfo Fernandes (Praça do Pax)
    HORA: 8h às 11h

    LOCAL: Parque Ecológico Prof. Maurício de Oliveira
    HORA: 15h às 18h

    DIA: 5/12
    LOCAL: Corredor Cultural (Praça largo do Sebrae)
    HORA: 16h às 18h

Carregar...
Congratulations. You've reached the end of the internet.